quinta-feira, 17 de maio de 2007
Mais de 90 anos depois, genocídio armênio não tem repercussão igual à do Holocausto judeu
No fim de abril último, cumpriu-se mais um aniversário do primeiro genocídio do século 20: o dos armênios pelos turcos, a mando de Talaat Paxá, então ministro do Interior da Turquia. Segundo historiadores, no intervalo entre 1915 a 1920, foram mortos cerca de 1,5 milhão de armênios, vítimas do governo turco, que empregou como método de extermínio deportações, torturas, massacres e o envio forçado de grande parte do povo para o deserto, indo da Anatólia à Síria.
Afirma-se que o próprio Adolf Hitler teria se “inspirado” no massacre armênio para preparar terreno para o segundo grande genocídio do século passado: o dos judeus. O ditador alemão teria, inclusive, cunhado uma frase histórica a respeito: ”Quem ainda se lembra dos Armênios?”
Ainda hoje, a lista de países que reconhecem o genocídio armênio é pequena e inclui apenas Argentina, Armênia, Austria, Bélgica, Canadá, Chipre, Eslováquia, França, Grécia, Itália, Líbano, Lituânia, Holanda, Polônia, Rússia, Suécia, Suíça, Uruguai, Vaticano e Venezuela. Países como Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Israel –nação que reúne pessoas que escaparam à sanha nazista, bem como seus descendentes diretos- ainda não reconhecem o massacre das forças turcas.
Em 1987, o parlamento europeu adotou resolução na qual coloca como pré-condição para entrada da Turquia na União Européia o reconhecimento do genocídio armênio, o que já foi endossado pelo recém-eleito presidente da França, Nicolas Sarkozy.
Pesquisadores afirmam, inclusive, que o número de armênios mortos equivale ao de judeus assassinados pelos nazistas -1,5 milhão, segundo o historiador judeu Norman Finkelstein, em seu livro “A Indústria do Holocausto”-, na Segunda Guerra Mundial. No entanto, enquanto na Europa e EUA negacionistas do Holocausto são processados e condenados à prisão e qualquer debate sobre um eventual revisionismo do número de mortos no Holocausto é deplorado publicamente, ainda não existem o reconhecimento e condenação da Comunidade das Nações à tentativa de extermínio do povo armênio.
O site da entidade argentina Genocídio Armênio, http://www.genocidioarmenio.org, do qual é integrante o grande cineasta canadense de origem armênia Atom Egoyan, acusa Estados Unidos, Israel, Inglaterra e Turquia, de, em nome de seus interesses, boicotarem deliberadamente os esforços da comunidade armênia pelo reconhecimento desta que foi a primeira tentativa de genocídio do século 20.
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22 COMENTÁRIOS:
Ibrahim,
Essa é uma das maiores injustiças da humanidade e que é pouco divulgada.
São vários os motivos de não haver uma repercussão igual a do holocausto:
- O massacre não aconteceu na Europa,na America do Norte ou em Israel,portanto não interessa aos países ricos.
- o massacre não foi na "glamourosa" II guerra mundial,tão folclorica e tão lembrada.
- Os Armenios não estão espalhados pelo mundo.
- Os armenios não são tão ricos e tão inluentes no cenário internacional e principalmente americano.
-Os armenio não são donos das principais midias do mundo,se fossem poderiam MENTIR E DIZER QUE MORRERAM 6 MILHOES DE ARMENIOS e todo mundo iria acreditar.
- Os snão tem uma rede internacional de finanças e informação como o nosso conhecido "sionismo".
-etc,etc,etc
Aliás,como disse certa vez no blog do Guterman,é matematicamnte impossivel terem sido assassinados 6 milhoes de judeus durante a segunda guerra...é só pegar uma calculadora qualquer e fazer as contas...
Grato.
Não sabia desse genocídio, e até compreendo os motivos da não difulgação deste crime contra a humanidade, porém não entendo o motivo da negação de um fato histórico, por que negar, não vejo um motivo prático para isso, a aceitação ou negação não mudará em nada o curso da história.
Outro endereço para acesso ao nosso blog, bem mais rápido:
http://lexpressao.blogspot.com/
Rogério,
você tentou postar aqui?
Eu tinha uma idéia muito superficial sobre o massacre dos armênios, também pudera, o Brasil não reconhece esse terrível episódio... Tampouco entendo o por quê da negativa, não quero acreditar em um alinhamento com os EUA sobre o tema, qual seria o objetivo?
Brazuka,
o Brasil tem uma das maiores colônias de armênios e descendentes do mundo. Há livros publicados por estes descendentes, falando do massacre e da fuga de seus pais.
No caso dos EUA, afirma-se que o não-reconhecimento do massacre foi uma 'troca' entre Turquia e a nação americana pelo uso de três pontos estratégicos como bases militares. Ainda hoje, os EUA têm forte presença militar naquele país, que é o regime mais duro existente às portas da Europa. O porquê da posição brasileira de omissão ao massacre é, para mim, completamente obscuro.
Um abraço
No “Le Monde Diplomatique” de maio de 2004 há um artigo interessante cujo título é
“Genocídio” ou “massacre” ?
como é muito extenso, selecionei um trecho que ajuda a perceber o contexto histórico dos massacres sofridos pelos armênios e mais tarde pelos judeus.
Outro ponto que poderíamos debater neste nosso novo e querido blog LIBERDADE DE EXPRESSÃO é a “exclusividade” no uso e, conseqüentemente a “apropriação” do termo “holocausto”.
Consciente de que esse será outro debate, adianto um aspecto interessante do termo, nas definições que encontramos no dicionário HOUAISS:
Holocausto
n substantivo masculino
1 sacrifício, praticado pelos antigos hebreus, em que a vítima era inteiramente queimada
1.1 Derivação: por metonímia.
a vítima assim sacrificada
2 Derivação: por extensão de sentido.
sacrifício, expiação
Ex.: oferecer o próprio filho em holocausto
3 Derivação: sentido figurado.
ato de abnegar-se; renúncia, abnegação
4 Rubrica: história.
massacre de judeus e de outras minorias, efetuado nos campos de concentração alemães durante a Segunda Guerra Mundial
Ora, um sacrifício (a origem da palavra holocausto, é “oferenda queimada”) é um ato voluntário, como o de Abraham ao oferecer Isaac em holocausto a Deus como prova de fidelidade.
Aqui um trecho em espanhol (pois é o que tenho à mão) do episódio narrado na Bíblia:
"Y sucedió que Dios quiso poner a prueba a Abraham y le dijo: 'toma a tu hijo único Isaac, al que tanto amas, y ofrécemelo como ofrenda quemada (holocausto) sobre una de las montañas que yo te señalaré'... Tomó Abraham la leña y la cargó sobre su hijo, y él tomó el fuego y el cuchillo de degüello e iniciaron la subida al monte; y extrañado Isaac de que iban tan bien preparados para el sacrificio, pero sin la víctima, le preguntó a su padre, y éste respondió: 'Dios proveerá'. Llegados al lugar del sacrificio, Abraham construyó un altar, aderezó sobre él la leña, ató a su hijo de pies y manos, y lo puso encima. Cuando estaba a punto de dejar caer el cuchillo sobre su hijo, el ángel del Señor le dijo: 'no le hagas nada a tu hijo, ahora sé que me eres fiel'. Y girando la vista, vio allí un carnero prendido por los cuernos en un matorral; y tomándolo, lo ofreció en holocausto".
A pergunta que ronda a minha cabeça é:
Por que motivo o povo judeu chama o massacre por ele sofrido durante a segunda grande guerra européia de holocausto? Sacrifício de quem e com que objetivo?
Que houve um número espantoso de judeus massacrados, estamos todos de acordo. Mas holocausto?
Pensemos todos juntos!
Volto ao começo e ao “diplô”. Quem preferir ler o artigo inteiro poderá encontrá-lo aqui:
http://diplo.uol.com.br/2004-05,a908
Contexto de guerra
(...) o genocídio é cometido por Estados fortes ou Estados fracos ? A tese do Estado forte parece se impor a princípio, já que é preciso poder para cometer um massacre e mais ainda um genocídio: poder de destruição, de organização, de propaganda etc., como pensa, por exemplo, Rudolf Rummel: "O poder absoluto mata absolutamente".
Mas esta tese do Estado forte é abalada pelos que atraem a atenção sobre o contexto geral no qual são colocados estes poderes.
Eles notam que estes, ainda que poderosos, encontram-se numa posição de vulnerabilidade cuja natureza precisamente explica seu engajamento em massacrar. Levar em conta o contexto da guerra é aqui essencial.
A decisão da « solução final », tomada pelos nazistas, não pode ser isolada do fato de que eles se conscientizam então de que não podem ganhar a guerra que desencadearam contra a URSS
Assim, historiadores como Philippe Burrin ou Christian Gerlach sugeriram que a decisão da "solução final", tomada pelos nazistas muito provavelmente a partir do mês de dezembro de 1941, não pode ser isolada do fato de que eles se conscientizam então de que não podem ganhar a guerra que desencadearam contra a União Soviética.
É então com a consciência de um fracasso por vir, reforçada pela entrada dos Estados Unidos na guerra, após o bombardeiio de Pearl Harbor (6 de dezembro de 1941), que Hitler teria tomado a decisão de conquistar pelo menos seu outro objetivo fundamental: o extermínio dos judeus.
Herança de traumas
Um raciocínio bastante parecido pode ainda se aplicar ao caso dos armênios, cujos massacres são iniciados em seguida a uma severa derrota dos turcos contra os russos, num contexto de guerra onde esta minoria armênia do Império Otomano é vista pelo governo dos "Jovens Turcos" como cúmplice e aliada da Rússia.
Esta abordagem reforça então a tese dos que pensam que os massacres são antes advindos de Estados fracos ou que se percebem como vulneráveis, ou, ainda, que acreditam que não podem ganhar a guerra sem a destruição das populações civis.
(...)
No início do século XX, 10% das vítimas de guerra eram civis. No fim do século XX, a relação se inverteu: de 80 a 90% são civis.
Se a data sugerida pelos historiadores Philippe Burrin e Christian Gerlach sobre a decisão da "solução final", tomada pelos nazistas é correta, e foi a partir do mês de dezembro de 1941 que começou o assassinato metódico e implacável do povo judeu em campos de concentração na Europa, só nos resta acreditar nos seguintes dados:
Decisão de exterminar os judeus: após o dia 6 de dezembro de 1941
Suicídio de Adolfo Hitler: 30 de Abril de 1945
Capitulação da Alemanha: 7 de maio de 1945
Resultado:
6 milhões de cidadãos judeus assassinados em 42 meses
142.860 cidadãos judeus assassinados por mês
4.762 cidadãos judeus assassinados por dia
HORROR!
G. Vidal,
realmente impressionante o relato e os números que você apresenta. Creio que um dos motivos que facilitou a divulgação do Holocausto como um trauma permanente, que deve ser divulgado por todo o mundo, é o fato de os judeus serem uma comunidade educada, que ocupa postos chave na economia, na ciência e na cultura.
Os judeus estão espalhados por diversos países e, como se destacam individualmente nas sociedades de que fazem parte, isso facilita uma divulgação maior do Holocausto. São um povo bastante unido e gregário, que, mesmo quando não segue suas tradições religiosas, segue as culturais. Ora, não há nada melhor para um povo se fortalecer do que ter identidade cultural, ou seja, do que os membros de sua sociedade se reconhecerem entre si, onde quer que estejam.
A divulgação do Holocausto, observo, tem ocorrido tanto de forma lícita e honesta, como através de lobbies e pressões diversas, caso das mencionadas por Norman Finkelstein em seu livro.
Já os armênios não tiveram e não têm esta ventura: são um povo de um local só e foram massacrados pelo último grande Império do Oriente, durante seu ocaso.
Curioso é que os paladinos da Justiça planetária, os EUA, que tanto saem em defesa de Israel em qualquer situação -como, por exemplo, se um historiador diz que não foram 6 milhões de mortos, mas 5.999.999-, não movam uma palha sobre o Holocausto armênio, porque, claro, business is business, e nada mais importante do que manter bases na Turquia, cuja elite se recusa empernidamente a reconhecer o genocídio perpetrado contra seus vizinhos.
Eu, Israel Shahak, nascido em Varsóvia, capital da Polônia, filho menor de uma culta família judia, fui Professor de Química na "Hebrew University" em Jerusalém.
Também fui presidente da Liga Israelense pelos Direitos Humanos e Civis.
Durante a guerra eu vivi no gueto de Varsóvia.
Perdi o meu pai na guerra. Como tantos outros, sobrevivi. Migrei para Israel.
Depois que passei a condenar as brutalidades permanentes contra os palestinos, eu, justamente eu, judeu e sobrevivente entre centenas de milhares de mortos judeus, fui chamado pelos sionistas de anti-semita!
Justo eu, que sempre honrei a fé e a tradição dos meus ancestrais!
Eu nego que haja havido um holocausto.
É verdade que morreram centenas de milhares de judeus durante a segunda guerra mundial.
Fomos perseguidos. Muitos de nós morremos de fome. Outros tantos de doenças.
Fomos assassinados sem piedade.
Também mataram muitos homossexuais, ciganos, aleijados, russos.
A guerra é um horror!
Quis o Deus e Abraão que eu morresse muito depois, aos 68 anos, em Israel, por causa da diabetes.
Se quiserem saber mais sobre mim, o meu pensamento e a perseguição que sofri em Israel, leiam em inglês:
http://en.wikipedia.org/wiki/Israel_Shahak
E pesquisem.
Na entrada dos campos de concentração alemães (esclareço que eram alemães porque também houve campos de concentração para japoneses nos Estados Unido) havia, e há, porque viraram "museus", um cartaz que dizia " Arbeit Machts Frei", isto é, "O Trabalho Liberta".
A morte de um único ser humano é uma tragédia.
Dizer que foram 6 milhões, é uma mentira.
Bom dia!!
O fato de Israel não reconhecer o massacre dos arm~enios é só mais uma demonstração do uso do "holocausto" para sua conveniencia....não querem concorrencia,apenas os judeus foram perseguidos e mais ninguem foi...
Grato.
Gardenal,
bom dia.
Acho importante diferenciarmos o Estado de Israel dos judeus. Há muitos judeus, sim, que sabem e reconhecem o genocídio dos armênios. É importante diferenciarmos a política de um Estado do que pensam seus habitantes.
Abraços fraternos
Curioso observar como os turcos desempenharam papel-chave tanto no sofrimento armênio como no palestino (e árabe em geral). No primeiro caso, foram os perpetradores diretos da agressão; no segundo, intermediários indispensáveis. Conservaram as terras dos árabes como quintal de seu império até a sua derrocada, quando então elas caíram nas garras de França e Inglaterra. E mesmo antes da declaração de Balfour, os paxás otomanos já vendiam terras palestinas aos sionistas, pavimentando o caminho da futura ocupação.
E, de uma certa forma, os turcos, que não são semitas, são "brimos" dos judeus "polacos", em grande número descendentes dos Khazares, povo turco convertido ao judaísmo durante a Idade Média.
Não é à toa que árabe sobe pelas paredes quando é chamado de "turco".
Prezado Holofernes,
Os turcos são originários das mesmas estepes dos mongóis. Pouca gente sabe, mas eles não foram conquistados pelo Islã, ao contrário: invadiram regiões muçulmanas inteiras do Oriente ao lado da Europa e se islamizaram, ao contato com aquelas culturas.
Criaram uma grande civilização, mas nunca perderam os trejeitos belicosos, como a História o demonstra.
Abraço!
Jakob Ibrahim, é verdade! E parece que também são da mesma parentela dos hunos da Antiguidade, além de "brimos" dos atuais magiares (húngaros). A relação deles com o Islã como você disse, acabou sendo a mesma que os godos desenvolveram com o Cristianismo. Absorveram a tradição dos vencidos. Na Antiguidade, foi fenômeno comum. Os hicsos adotaram as tradições egípcias, os assírios e babilônios, as dos sumérios, etc...
Abração!
Holofernes,
novamente, que ótimos comentários os seus. Sabia que grande parte dos khazares tinham dado origem aos judeus como hoje os conhecemos (aliás, 70% deles vêm dessa descendência, ou seja, são conversos, o que elimina na base a tal história de 'povo eleito'). Mas não sabia que havia khazares que tivessem relação com os turcos e com o islamismo.
Abraços!
Jakob, obrigado (e parabéns por este espaço)! Quanto à família uralo-altaica não é pequena. Dê uma olhada neste site:
http://www.geocities.com/somasushma/steppe.html
Holofernes,
obrigado de novo.
Veja isto no site que você nos recomenda:
Abraços!
The Turkic
-The Black turks
-The Hephalites
-The Bulgars
-The Khazars
-The Uighurs
-The Khirgiz
-The Pechenegs
-The Seljuqs
-The Qara-Khanids
-The Ghaznavids
-The Timurids
-The Osmans
-The Khazak
The Turkic People first became prominent in their continous cycles of power struggle with one an other, other Uralic people and the settled people with the invasion of the Juan-Juan territory of Mongolia and its subjucation. Subsequently the Turkic Khaganate expanded till they splite into the eastern and western Khaganates. The hephalites rising in the western Khaganate defeated the Iranian and Indian ruling dynasties after a long power struggle. In India they established a couple of dynasties which were ended by the campaigns of Yashovarman and Baladitya. The hephalites in all likely hood reorganized as the Avars and invaded Europe. The Western Turkic Khaganate also gave rise to the Khazar Khaganate who founded a substantial empire in the Russian steppes and were subsequently destroyed by the Russians. In the East the Turks initially expanded at the expense of the Chinese but they were eventually defeated by the advancing Chinese hegemony. Primary Turkic empire was destroyed by another Turkic people the Uighurs who founded a remarkable turkic empire which was in turn over run by the Khirgiz and displaced to Turfan. The Khirgiz were eventually over run the Mongol Kitans. Most of the Eastern Turkic powere were absorbed by the Mongolian expansion of the 13th century. With the advent of Islam a large number of the western Turks were islamized and gave rise to several Turkic powers. The prominent amongst which were the ghaznavids who under Mahmud ravaged India repeatedly. The early Turko-Mongol dynasties arose in the interface with the Kitans and these included the Ghurids who also caused considerable damage to India. The Seljuqs who ended the Ghaznavid empire moved onto annex much of the Byzantine territories. The Seljuqs collapsed under internal pressure including the rise of the Assasins and were subsequently replaced by the short lived Khawrezm empire. With the demolition of the Khawrezm power by the Mongols some of the Turks flee to Anatolia and this eventually results in the Osman empire which was the most dramatic of Turkish empires. The Turkic influence on the Mongols increased and resulted in the rise of the turkified mongol emir- Timur - i -leng who hurled a reign of terror in the west defeating the Mamlukes the Osmans and other Middle Eastern powers. He also invaded India and destroyed the turkish Sultanate of Delhi amidst much slaughter of Hindus. In the East Turkic presence and influence decreased with the last turkic horde the Khazaks establishing a kingdom in the central Asian steppes.
Meu amigo, estas estepes devem ter algo de muito forte em suas terras, porque só saíram de lá povos conquistadores.
Jakob,
Aliás, em vista desse parentesco entre os turcos e os judeus ashkenazes, fica a pergunta de se não teria sido o caso de terem adotado a terra do Birobidjão (oferecida por Stálin) para sua pátria definitiva. As franjas meridionais da Sibéria são coalhadas de nações turcas (khazaques, quirguizes, uzbeques, etc) e provavelmente os ashkenazes se sentiriam em casa por ali. Se bem que, de acordo com o mostrado no filme Borat, os khazaques também não morrem de amores pelos judeus. Mas, pelo menos, o estabelecimento no Birobidjão não acarretaria essa lógica desastrosa dos sionistas de desterrar os nativos.
Olha, Holofernes, não sei se daria para aceitar algum tipo de oferecimento feito por Stalin. Se nem Beria se salvou da sanha da máquina stalinista...
Abraços!
Amigos do blog,
Apenas recentemente vim tomar conhecimento desta tragédia mundial.
Foi um banho de sangue.
A humanidade teve uma grande perda, com fatos como este,uma desgraça sem precedentes em perda de sabedoria milenar para a humanidade
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