<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647</id><updated>2012-02-01T20:42:33.236-02:00</updated><title type='text'>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</title><subtitle type='html'>Um blog a serviço da difusão de idéias e pensamentos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-7622101836768029780</id><published>2008-03-21T13:27:00.017-03:00</published><updated>2008-03-21T22:42:23.672-03:00</updated><title type='text'>O viciado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os pais estavam muito preocupados. Não sabiam como agir diante do filho que, nos últimos três meses, havia alterado toda sua rotina. Assim que chegava da escola, almoçava rapidamente e, ato contínuo, saía de casa, sem dizer para onde ia. Voltava ao cair da tarde e, nem bem entrava, trancava-se no quarto. Não jantava. Não compartilhava, não conversava. Sequer assistia televisão com a família, o que era quase um ritual após o jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava viciado, tudo levava a crer. Mas não havia indícios. Não havia novas companhias. O quarto sempre estava arrumado, sem odores diferentes. Também não usava adereços de nenhum tipo, não se tatuara, não cortara o cabelo em estilo moderno, enfim, nada. Que droga seria essa, pensou o pai? Não sei, não sei, disse a mãe, quase em desespero. Vamos procurar um especialista, precisamos conversar com alguém que já tenha passado por isso, disse o pai. Sim, vamos, concordou a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuraram um psicanalista indicado por um parente. Profissional renomado, com as melhores referências. Fez uma série de recomendações e, depois de cobrar seus honorários, os despediu, desejando-lhes boa sorte e retorno após um mês. Ou que telefonassem antes, caso houvesse alguma urgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma coisa intrigava o pai. De acordo com as descrições feitas, o filho deveria ter se tornado agressivo, com expressão alterada, olhos vermelhos, falando gírias. Mas isso não acontecera. Curiosamente, se tornara mais silencioso no andar, no abrir e fechar portas. Parecia não querer ser notado. E o rosto, que ele procurava manter sempre baixo, estava mais viçoso do que antes. Que droga será que inventaram desta vez, meu Deus, disse o pai. E a mãe rompia em choro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai resolveu apelar. Não professava qualquer religião, mas acreditava vagamente em alguma coisa além do que seus sentidos e raciocínio lhe mostravam, e que, na falta de melhor definição, chamava de Deus. Hoje à noite vamos orar, disse à esposa. De olhos inchados, a mulher perguntou, Mas onde e como? Vamos à igreja, a um centro espírita? Não, vamos ficar aqui em casa mesmo, em nosso quarto, e rezamos do nosso jeito. Vamos tentar conversar com Deus. Está bem, concordou a esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que os ruídos na cidade diminuíram, trancaram-se, acenderam uma vela e começaram a falar no vazio, como se Deus fosse uma terceira pessoa em seu quarto. Disseram que eram lutadores, honestos e que, apesar de seus erros e fraquezas, não eram piores do que ninguém. Pediam orientação. Desculparam-se por só se lembrarem d’Ele nessa hora. Prometeram que, se tivessem resultado, se tornariam melhores devotos. Não ouviram nada, não sentiram nada, mas o pai teve uma idéia que não lhe ocorrera antes: conversar com o filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai precisou de alguns dias para preparar as palavras certas, para ajustar seu discurso, de forma a mostrar-se sábio, com o objetivo de atrair o filho e não afugentá-lo. Finalmente estava pronto. Numa ocasião em que o rapaz se encontrava trancado com a luz acesa fazia umas duas horas, o pai bateu em sua porta. O filho respondeu, Sim? Podemos conversar?, disse o pai. Só um momento, disse o filho. E abriu, timidamente, a porta. Posso entrar? Um segundo, disse o rapaz. Depois de uns cinco minutos, abriu toda a porta. O pai entrou. Notou que a cama estava com os lençóis amassados, como se o filho estivesse deitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início um pouco trêmulo, o pai começou a falar. Depois, à medida em que o filho o ouvia sem se manifestar, ganhou confiança, e passou a falar sem balbuciar, de forma articulada e fluída. O filho o fitava, sereno. O pai confessou sua preocupação, seus medos, falou das desgraças do mundo. Chegou ao ponto. Suspeitava que o filho estivesse envolvido com alguma droga. Ele mudara seu comportamento, estava mais introspectivo, pouco conversava, só queria saber de ficar trancado. O jovem escutava, escutava e escutava, até que, de repente, começou a sorrir. Está bem, pai. Levantou então o lençol que cobria a beirada da cama e puxou, de debaixo dela, uma mochila. Abriu-a. Tirou de dentro “Adolphe”, de Benjamim Constant; “Os irmãos Karamazov”, de Fiodor Dostoievski; “Viagem ao azul”, de Ludwig Tieck e “A morte”, de Maurice Maeterlinck. Tirou também um conjunto de folhas escritas com sua letra. Pegou uma que parecia ser a mais velha de todas. Entregou-a ao pai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;palavras queimadas.&lt;br /&gt;assim eram as formas&lt;br /&gt;que subiam da manhã&lt;br /&gt;como a névoa que se levanta&lt;br /&gt;ao pé da montanha.&lt;br /&gt;pareciam frias,&lt;br /&gt;mas incensavam o ar;&lt;br /&gt;pareciam brancas,&lt;br /&gt;mas ardiam na garganta.&lt;br /&gt;eram palavras queimadas&lt;br /&gt;que saíam de dentro da manhã&lt;br /&gt;como se o sol saísse de um&lt;br /&gt;banho quente.&lt;br /&gt;as procurávamos entre os vapores,&lt;br /&gt;ensejávamos encontrá-las&lt;br /&gt;brilhantes, torneadas,&lt;br /&gt;só divisávamos o fumo que se elevava&lt;br /&gt;do espaço vazio.&lt;br /&gt;eram palavras queimadas.&lt;br /&gt;não deixaram cinzas&lt;br /&gt;gritos&lt;br /&gt;saudades&lt;br /&gt;nem o desejo de reerguer nada.&lt;br /&gt;eram palavras queimadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Leitura recomendada (clique sobre o título para baixar o arquivo na íntegra)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://s08.divshare.com/launch.php?f=3637525&amp;amp;s=882"&gt;&lt;strong&gt;Los libros en mi vida - Henry Miller&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-7622101836768029780?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/7622101836768029780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=7622101836768029780' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/7622101836768029780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/7622101836768029780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2008/03/o-viciado.html' title='O viciado'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-4526345866646585269</id><published>2008-03-03T12:05:00.010-03:00</published><updated>2008-03-03T12:56:21.992-03:00</updated><title type='text'>América do Sul em perigo: a agressão colombiana</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/R8wYg-FE_wI/AAAAAAAAANE/aUt9V3_NytI/s1600-h/Equador.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173537026641035010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/R8wYg-FE_wI/AAAAAAAAANE/aUt9V3_NytI/s320/Equador.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O recente ataque da Colômbia à fronteira equatoriana coloca em risco a estabilidade e a paz na América do Sul, região que não conhece conflitos entre suas nações há décadas. A agressão foi uma decorrência da eliminação do número dois das Farc – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, Raúl Reyes, morto com outros 16 guerrilheiros, após um ataque do exército colombiano a pouco mais de 1km dentro do Equador. O governo de Álvaro Uribe autorizou seu exército a invadir uma nação soberana, ferindo as Leis internacionais e colocando em risco a paz neste lado do continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há qualquer justificativa para a invasão colombiana. Se a presença de traficantes, terroristas e guerrilheiros servisse para justificar agressões, países como Brasil, EUA, Espanha ou quaisquer outros Estados soberanos deveriam ser invadidos periodicamente, pois são rota de toda sorte de marginais, além -muitas vezes- de serem residência de vários deles, caso do megatraficante colombiano Jorge Abadía. Como declarou a moderada presidente do Chile, Michelle Bachelet, "a Colômbia deve explicações ao Equador e a todos os países da região".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fiel aprendiz dos EUA, a Colômbia tenta agora acusar o Equador –país claramente inferiorizado em forças militares- de estar mancomunado com as Farc e de ser conivente com as ações da guerrilha, mencionando "documentos" que teriam sido encontrados junto aos militantes mortos, comprovando a ligação "estrutural" entre equatorianos e guerrilheiros. A cena lembra o depoimento fraudulento do ex-secretário de Estado norte-americano Colin Powell, junto à ONU, apresentando coordenadas, fotos e documentos falsos, numa tentativa de legitimar a invasão ao Iraque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora Uribe tenha seus méritos junto à sua própria população e direito de combater a guerrilha em seu território, a invasão à fronteira equatoriana deixa claro que o governante colombiano conta com o respaldo americano para esta ação, sem temer indispor-se com as outras nações da região ou um conflito direto não apenas com o Equador, mas com o atual protetor dos países anti-EUA do continente: Hugo Chávez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que os EUA se arvoram em ser "protetores" de parte da humanidade ou de seus satélites, o líder venezuelano também tem pretensões na região e é sério candidato a interpretar papel semelhante ao dos norte-americanos. Sabe-se que, hoje, a Venezuela conta com o exército mais bem equipado da América do Sul. Num conflito direto entre países, dificilmente a Colômbia se daria bem sem o apoio explícito do governo Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, Hugo Chávez estabeleceu um pacto de defesa conjunta com os países mais à esquerda do continente, justamente Equador, Nicarágua e Bolívia. É impossível que Uribe não soubesse estar mexendo num vespeiro e que não contasse com o apoio dos EUA para sua incursão em território equatoriano. A situação, portanto, é extremamente delicada. É hora da diplomacia dos governos Lula, Cristina Kirchner e Bachellet agir rapidamente, para impedir que o pior aconteça na América do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-4526345866646585269?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/4526345866646585269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=4526345866646585269' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/4526345866646585269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/4526345866646585269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2008/03/amrica-do-sul-em-perigo-agresso.html' title='América do Sul em perigo: a agressão colombiana'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/R8wYg-FE_wI/AAAAAAAAANE/aUt9V3_NytI/s72-c/Equador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-8423506106408301852</id><published>2007-12-24T12:58:00.000-02:00</published><updated>2007-12-24T13:17:36.046-02:00</updated><title type='text'>PAI</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/R2_MAIBJBeI/AAAAAAAAAMk/edqPLX-mq8Y/s1600-h/MÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147557201632101858" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 209px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px" height="200" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/R2_MAIBJBeI/AAAAAAAAAMk/edqPLX-mq8Y/s320/M%C3%A3o.jpg" width="209" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Era uma vez um menino criado apenas pela mãe. Tão logo começou a ganhar entendimento das coisas, sua mãe contou-lhe que, pouco antes de nascer, o pai tivera de partir em uma longa viagem, sem prazo para retornar. Mas, apesar da distância, prometera jamais deixar de acompanhar o progresso do filho e sempre encontraria uma forma de saber como ele estava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, o menino foi educado. Embora não tivesse nenhuma fotografia do pai e a mãe se recusasse a descrevê-lo fisicamente, era como se estivesse presente em tudo o que se dizia que a criança deveria ou não fazer. Quando o menino se empenhava nos estudos, ou quando era solícito para com outras pessoas, a mãe comentava: “Seu pai ficará feliz em saber do seu comportamento”. Por outro lado, quando o pequeno era traquinas ou dava mostras de superioridade perante os outros, novamente a sombra do pai era projetada sobre ele: “Vou contar o que você andou aprontando para o seu pai. Tenho certeza de que ele não vai gostar nada de saber o que você anda fazendo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi. No geral, o menino, que já ultrapassara a adolescência e se convertera em um jovem homem, fora obediente à maior parte das instruções transmitidas pela mãe, que falecera no início da juventude do rapaz. Crescera procurando ser digno, verdadeiro e bom, em resumo, seguira os conselhos que o pai lhe deixara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, com a maturidade, o agora homem deixou de se satisfazer com a história do pai que, de algum local distante, vigiava seus passos. Quis saber mais. Aonde estaria? Que trabalho poderia ser tão importante que, em cerca de vinte anos, não lhe permitira fazer sequer uma visita ao filho? É certo que nada jamais faltara a ele. Fora educado da melhor maneira, com os melhores instrutores, e se saíra bem. Contudo, hoje ele compreendia que nada daquilo era realmente valioso se não conhecesse o responsável direto por sua vida e sucesso, que lhe ensinara a ser senhor de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ter a quem recorrer, pois não tinha quaisquer parentes onde então vivia, pensou em usar uma foto de si mesmo como pista. Sim, certamente devia ter herdado os traços paternos. Achava-se muito diferente da mãe, portanto, deveria assemelhar-se ao pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por onde começar?, perguntou-se. Para onde ir? Ao mesmo tempo, já era um homem de responsabilidades, tinha os negócios que a mãe lhe legara para cuidar, além de estar apaixonado por uma bela moça com quem prometera se casar. Qualquer tipo de busca envolveria o abandono de uma situação estável na qual, paradoxalmente, o próprio pai o colocara. Achou curioso que, no meio social em que vivia, todos o elogiavam por sua família, pelo pai dedicado que suprira todas suas necessidades materiais. Ele, contudo, estava só no mundo. E percebia isso cada vez mais claramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite teve um sonho. Viu-se saltando do interior de um navio luxuoso e adornado, repleto de gente, para dentro do mar silencioso, sem uma bóia ou pedaço de material flutuante em que se agarrar. Apesar de sentir medo durante o salto, no momento do choque do corpo com a água, uma felicidade única o invadiu, compensando os riscos do que viesse depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã seguinte, assim como o pai fizera consigo, partiu, deixando instruções a respeito da condução dos negócios e uma carta emocionada à noiva, garantindo-lhe fidelidade e pedindo perdão pela atitude inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem rumo, levando consigo apenas uma foto de si mesmo, a roupa do corpo e algum dinheiro, tomou um trem desconhecendo para onde deveria ir. Olhando para fora do trem em movimento, a paisagem não representava mais do que um aglomerado de imagens que se sucediam, árvores, postes, casas, pessoas, animais, e depois a escuridão que a tudo afogava, alternada com as poucas luzes que insistiam em não apagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adormeceu. Ao amanhecer, chegou a uma cidade um pouco menor que a sua. Ele sabia que não encontraria seu pai por lá –embora, quem sabe, ele pudesse estar ali, por que não?. Resolveu deter-se naquele lugar. Confuso mas determinado, sentou-se em um banco de praça para decidir o que fazer. Ficaria ali por algum tempo, até ter uma idéia mais clara para onde seguir. Ao menos, pensava, ninguém mais diria que seu pai o provia ou zelava por ele onde quer que estivesse. Ali era um estranho. Pela primeira vez, sentiria a ausência completa do pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram-se meses, o jovem tornou-se empregado em um escritório local e, por seu empenho, dedicação e honestidade, rapidamente granjeou a admiração alheia, ascendendo a um novo cargo. Outra vez, encontrava-se em situação estável, havendo várias mulheres que se insinuavam para ele. Certo dia em que o fogo da juventude queimou-lhe do ventre à garganta por uma bela moça que o fitava com lascívia, um lampejo atravessou sua mente: Em que ele diferia do jovem que saíra de sua cidade natal? Voltara à situação anterior, só que sem o pai. Lembrou-se que o motivo que o levara até ali não era a admiração das outras pessoas ou o desejo das mulheres, mas encontrar o próprio pai. Mas encontrá-lo onde? Quem garante que por todas as cidades por onde eu passe não acontecerá a mesma coisa? Não estarei ficando louco? Por que procurar por meu pai, no final das contas? Por que não desfrutar da vida como ela é, constituir família e esquecer definitivamente alguém que jamais me procurou enquanto estive à sua disposição, dedicando-me a agrada-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a saudade e o desejo de encontrar o pai sobrepujavam qualquer outro sentimento dentro de si. Não tinha qualquer outra ambição. Não aprendera o valor das coisas materiais além de seu significado comum; não sentia afã, apego por nada. A vida, tal como a via vivida pelos outros, não lhe interessava. As pequenas batalhas do dia-a-dia, a luta por dinheiro, por reconhecimento, por sexo, por prazer, tudo lhe parecia distante como se estivesse no alto de uma montanha e enxergasse, lá embaixo, as pessoas pequenas e certas de que suas vidas e seus problemas eram os assuntos mais importantes do universo, sem a noção da grandeza que as rodeava. No entanto, acima da montanha havia o céu, cortado por nuvens douradas e avermelhadas, imerso no silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vez decidira partir. Dessa vez, sem despedir-se ou deixar correspondência. Iria para onde, meu Deus?, pensou. Para onde pudesse refletir sobre o melhor lugar para procurar o pai. Perambulou por cidades e vilas minúsculas junto ao campo. Bem apessoado e vestido, educado e cortês, não demorava a conseguir trabalho, embora, mais do que na ocasião anterior, despertasse a curiosidade da gente do campo. Todos queriam saber quem era, o que fazia por ali, por que –não o diziam diretamente, mas transpareciam a dúvida- resolvera misturar-se com aquelas pessoas simples, em locais pobres e sem perspectivas. O que esperava achar por ali? Seria um enganador, interessado em lesar pessoas humildes e sem cultura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da primeira vez, ninguém perguntou quem ele era. Agora, acontecia o contrário. E como não obtivessem resposta alguma que os satisfizesse, começaram a criar lendas e histórias a seu respeito. Percebeu, porém, que pobres e ricos, campesinos ou citadinos, todos se encontravam num ponto: não conseguiam entender, nem acreditar, que ele pudesse perder seu tempo procurando o pai pelo mundo. Muitos invejavam seu porte, educação e facilidade para obter favores e conquistar a admiração alheia. Outros gostavam sinceramente dele, por sua nobreza e delicadeza no agir e falar. Uma minoria o temia –quem seria ele, o que quer de nós?, pensavam. Estavam todos, sem exceção, engalfinhados na luta pela vida, que, na maior parte das vezes, não acontecia com o corpo, no trabalho, mas dentro de si mesmos, através das preocupações, expectativas e ilusões. Não tinham espaço para mais nada a não ser pensar em ganhar, acumular, enriquecer, proteger-se, destacar-se, dormir e voltar a fazer a mesma coisa no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai voltou-lhe à mente e sua suposta imagem fincou-se em seu coração, como um destino. Era sua razão de viver. O que fora feito dele? E se não encontrasse o pai, o que aconteceria? Não conseguia viver naquele mundo que parecia um turbilhão, mas, ao mesmo tempo, não achara o pai. Estaria condenado a perambular? Nada o prendia àquela cidade, àquele povo. Nada o prendia a lugar algum. Novamente, resolvera partir. Tomara, porém, uma nova decisão. Não sairia dali enquanto não recebesse um sinal da localização de seu pai ou de que fim levara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorreu-lhe então que deveria tentar lembrar-se do pai o máximo possível, tê-lo em mente a cada instante. Recordou-se que, em seus primeiros anos, era a mãe quem sempre lhe falava do pai, instando-o a ser o melhor possível para alegrar aquele que o amava e zelava pelo seu bem-estar. Agora seria diferente. Ele se lembraria do pai espontaneamente. Pai, quero saber onde você está, tenho certeza que não está longe. Amo-o, será que não sente isso? Por favor, não quero morrer, mas também não conseguirei viver muito mais tempo dessa forma. Ajude-me a chegar até você, pedia em seu interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma noite, teve um sonho. Viu uma porta se abrindo e uma mão, semioculta sob a manga de um manto, se esgueirava em sua direção, chamando-o para entrar. Ele o fazia e, no instante seguinte, encontrava-se diante de alguém cujo rosto não podia ser visto. Ao despertar, identificou o aposento do sonho com seu antigo quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem saber exatamente porquê, resolveu voltar para casa. Alguns anos já se haviam passado, usava barba, sua pele ficara tostada pela vida ao ar livre. Não seria reconhecido facilmente. Nem o queria, para dizer a verdade. Como estariam a ex-noiva, as pessoas que incumbira de seus negócios? Eram apenas pensamentos fortuitos. Não voltava pela noiva ou pelos negócios, não pretendia cobrar ou exigir nada. Seria insensível por pensar assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai, o que você me fez fazer? Terei abandonado os que me amavam apenas para encontrá-lo? No que você é melhor do que eles? Terei seu amor quando o encontrar? Quem garante que não sou um órfão e que minha mãe, por piedade, não inventou a história de sua ausência?, pensava. Metade do seu ser, contudo, opinava de maneira diferente. Não havia outra alternativa. Estava condenado à morte em vida, à hipocrisia de uma existência sem sentido, feita de anseios e conversações inúteis, de prazer insaciável e da luta contra a dor e a miséria que caracterizam o espírito humano. De repente, percebera que, em todos aqueles anos, jamais temera qualquer situação de penúria ou perda material. Seu único medo era morrer sem encontrar o pai, sem descobri-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao voltar à cidade natal, reconheceu cada lugar, com ou sem modificações. Sabia distinguir as coisas novas que haviam sido acrescentadas desde sua partida. Foi para sua velha casa, vestido como um camponês, a pele tostada e a barba por fazer, com uma sacola de algodão cru a tira-colo. Não tinha mais o porte de outrora, nem preocupava-se com isso. Ao chegar à casa onde fora criado, tocou a campainha. Ninguém veio. Tocou outra vez. Lentamente, passos aproximaram-se da antiga porta de madeira. Apareceu um homem desconhecido, pouco mais jovem do que ele, mas bem vestido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vive nesta casa, perguntou. Só um antigo membro da família do sr. e sra. tal, respondeu o criado. Por acaso, ouviu falar de um antigo morador desta residência, que se chamava tal? Sim, ouvi. Desapareceu há alguns anos, após haver entregue todos seus negócios e ter deixado uma carta de despedida à noiva, respondeu novamente o homem. E quem vive aqui, atualmente?, perguntou o jovem com aspecto campônio. O sr. tal, pai do jovem que, tempos atrás, abandonou esta casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase desmaiou. Empalideceu e sentiu o suor escorrer pelo corpo. Como podia ser? Ele, que perambulara anos a fio por lugares onde acreditava que pudesse encontrar algum sinal do pai, o acharia na própria casa? Preciso entrar, disse ao criado. Mas este, recomposto das inúmeras perguntas de que fora alvo, disse-lhe Não. Deixe-me passar, por favor. Este homem é meu pai. Eu sou aquele que, há muitos anos, partiu em busca daquele que hoje mora nesta casa. Sinto muito, não acredito, disse o empregado. Como alguém tão rude como você pode ser filho do sr. tal? Você não corresponde à descrição dele, disse. Por sorte, guardava junto a si a própria fotografia. Veja. O homem olhou a imagem, quase encostando-a na ponta do nariz, e a devolveu. Espere um momento, falou, fechando a porta atrás de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados cerca de quinze minutos, retornou. Pode entrar, disse o homem, com olhar desconfiado. Atravessou o umbral e penetrou na casa, a mesma que deixara numa madrugada cuja data não podia precisar. Nada mudara. Os móveis pareciam estar pregados aos seus antigos lugares, o corrimão da escada mantinha-se lustroso, os tapetes e quadros permaneciam incólumes. Parecia-lhe que nunca saíra daquela casa, que tudo não passava de um sonho. Talvez fosse, talvez nunca tivesse partido, talvez estivesse apenas dormindo. Tocou o próprio rosto e sentiu a barba que ocultava a face outrora de traços suaves; olhou para as próprias roupas e compreendeu que sim, que estava de volta ao lar depois de muito tempo. Como se despertasse, dirigiu-se com passos firmes ao seu antigo quarto, sua única dormida enquanto vivera naquela casa. Pela porta entreaberta, uma mão firme, sobre a qual incidia uma luz, acenava para que entrasse e finalmente encontrasse a razão de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-8423506106408301852?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/8423506106408301852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=8423506106408301852' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8423506106408301852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8423506106408301852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/12/pai.html' title='PAI'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/R2_MAIBJBeI/AAAAAAAAAMk/edqPLX-mq8Y/s72-c/M%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-8228609842857374558</id><published>2007-11-15T12:19:00.000-02:00</published><updated>2007-11-15T13:20:27.344-02:00</updated><title type='text'>...sem olhar a quem</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RzxjWT98sWI/AAAAAAAAAMc/cJU9CXcGbTc/s1600-h/Uma+vela+basta+para+romper+as+trevas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133086910263898466" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RzxjWT98sWI/AAAAAAAAAMc/cJU9CXcGbTc/s200/Uma+vela+basta+para+romper+as+trevas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Passava da meia-noite. Eu me encontrava em um restaurante italiano na região c&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RzxeJz98sVI/AAAAAAAAAMU/hyc_oqUM9Zk/s1600-h/Uma+vela+basta+para+romper+as+trevas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;entral de São Paulo, de pé no balcão de atendimento, à espera da pizza que havia encomendado. De repente, um homem se aproxima da entrada do estabelecimento. Cambaleante, de cabelos grisalhos, sujo e com as roupas amarrotadas, ele pára na porta, me olha e diz: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Doutor, o senhor pode me arrumar um real? É o que falta para eu comprar minha pinga...”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Olho para ele fixamente, dou uma gargalhada, ponho a mão no bolso, tiro uma moeda de R$ 1,00 e a lanço em sua direção, como se jogasse cara ou coroa. A moeda rodopia no ar, até cair em sua mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Frases&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De “O Profeta”, de Gibran Khalil Gibran&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes dizes: “Eu daria, mas somente a quem merece.”&lt;br /&gt;As árvores de vosso pomar não falam assim, nem o rebanho em vosso pasto.&lt;br /&gt;Dão para viver, pois reter é perecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, um homem rico disse: “Fala-nos da dádiva.”&lt;br /&gt;E ele respondeu:&lt;br /&gt;Dais muito pouco quando dais do que tendes.&lt;br /&gt;É quando derdes de vós mesmos que realmente dareis.&lt;br /&gt;Porque, o que são vossas posses senão coisas que guardais e vigiais pelo medo que tendes que delas necessiteis amanhã?&lt;br /&gt;E amanhã, o que trará o amanhã ao cão ultraprudente que enterra seus ossos na areia sem marcas, enquanto segue os peregrinos à cidade santa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Das “Oito Aprendizagens”, de Hatim al-Asamm&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Vi que todos os seres humanos corriam atrás dos bens do mundo, se apropriavam e guardavam com avidez. Meditei então sobre a palavra de Deus: “Vossos bens são perecíveis, os bens de Deus são eternos (Corão 16; 98)”. Daquilo que eu possuía, então, me desprendi por amor a Deus e o distribuí aos pobres para que fosse para mim um tesouro ante os olhos de Deus. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Vi que todos os seres humanos confiavam nas criaturas: no dinheiro, nos bens e na propriedade, no ofício e na indústria, ou finalmente em outro ser humano. Meditei então sobre a palavra de Deus: “Deus basta para aquele que confia n’Ele. Ele realiza sempre seus desígnios. E os realiza ao seu tempo. (Corão 65; 3)”. Tenho, pois, plena confiança em Deus, que Ele me basta e que é O melhor dos protetores. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Leituras recomendadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Profeta”, Gibran Khalil Gibran&lt;br /&gt;“O Sermão da Montanha”, Novo Testamento, Bíblia Sagrada&lt;br /&gt;Todos os livros de Albert Schweitzer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visitas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil – Igreja e túmulo de Nhá Chica, na cidade de Baependi (MG)&lt;br /&gt;Turquia – Túmulo de Jalalludin Rumi, poeta e santo islâmico, em Konya&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-8228609842857374558?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/8228609842857374558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=8228609842857374558' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8228609842857374558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8228609842857374558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/11/sem-olhar-quem.html' title='...sem olhar a quem'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RzxjWT98sWI/AAAAAAAAAMc/cJU9CXcGbTc/s72-c/Uma+vela+basta+para+romper+as+trevas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-4298227216096126804</id><published>2007-10-26T22:44:00.000-02:00</published><updated>2007-10-28T15:35:10.888-02:00</updated><title type='text'>A vida secreta nos sonhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RyKL_1OFxsI/AAAAAAAAAL8/eUQUBDuaSMc/s1600-h/Sonho,+de+Henry+Rousseau.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125813254635243202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" height="207" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RyKL_1OFxsI/AAAAAAAAAL8/eUQUBDuaSMc/s400/Sonho,+de+Henry+Rousseau.jpg" width="280" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Cerca de 1/3 de nossa vida é passada em estado de inconsciência, melhor dito, de sono. Apesar disso, esse importante período é praticamente ignorado pela ciência moderna como representativo da atividade humana. Considera-se que, enquanto dorme, a pessoa não faz nada de útil. O sono é apenas o momento em que o corpo repousa para recuperar energias. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Contudo, este ‘não-lugar’ onde o homem permanece oito horas por dia é palco de uma atividade intensa: o sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cultura ocidental moderna, foi o pai da psicanálise, Sigmund Freud, quem iniciou o estudo dos sonhos, vinculando-os a complexos, medos e principalmente à sexualidade. Já seu discípulo e quase antagonista, Carl Gustav Jung, percebia os sonhos como um mundo mítico, mitológico e arquetípico, que poderia vir à tona trazendo conhecimentos ancestrais, anteriores à própria existência do sonhador. A esse fenômeno o psicanalista suíço dava o nome de ‘inconsciente coletivo’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na literatura e nas artes, o sonho ganhou destaque com o surrealismo, movimento deflagrado pelo poeta francês André Breton, em 1924. Até então, representações de sonhos e pesadelos podiam ser encontrados nas pinturas de Peter Brueghel, Hyeronimus Bosch e Goya ou em passagens eventuais da literatura. Com o surrealismo, porém, o sonho passa da condição de elemento casual na arte para tornar-se um método para a construção da própria obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Com base nas descobertas psicanalíticas, o surrealismo introduz o conceito de "automatismo psíquico" (fluxo ininterrupto da linguagem) para libertar o conteúdo onírico da alma, fundindo real e imaginário, para que o artista se expresse sem travas ou restrições, com seus claros e escuros. Os sonhos se tornam matéria-prima para a criação artística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1926, o surrealismo invade a arte. O cinema (com “Um cão andaluz”, de Luis Buñuel e Salvador Dali), a literatura, o teatro (“Assim que Passem Cinco Anos”, de Garcia Lorca), a poesia (Lorca, Aleixandre, Alberti, Octavio Paz, René Char, Breton, Neruda, Dylan Thomas, Murilo Mendes), a pintura (com Dali, Max Ernst, Magritte, Miró, Picasso, Wilfredo Lam, Ismael Nery), a escultura, mesmo a comédia de televisão passam a receber influência –ainda que indireta e diluída- da linguagem onírica. Hoje, qualquer clipe de música traz imagens de cunho surrealista. A própria palavra tornou-se sinônimo de uma situação impossível, que ocorre abruptamente no cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos pitorescos dessa visão está numa anedota sobre o poeta surrealista francês Saint Paul Roux, que, ao deitar-se para dormir, pendurava do lado de fora da porta um cartaz onde estava escrito: “Poeta trabalhando”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os sonhos e as religiões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a arte só oficializou o sonho como protagonista da linguagem a partir do surrealismo, o mesmo não se pode dizer das religiões, onde sempre teve destaque. Para as religiões, o sonho representa a continuidade da vida do eu num universo sem matéria (o sono), para o qual se vai e vem diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na interpretação psicanalítica os sonhos são o resultado de desejos e pulsões inconscientes. Mas, na visão espiritualista, o sonho representa a comunicação do mundo sutil com o homem. É através dele que se recebem presságios (como entre os gregos politeístas), profecias (como com o monoteísta José, no Egito, com a interpretação dos sonhos do faraó), revelações e intuições (como entre os índios hopi, animistas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sonho é a consciência desperta do eu dentro do mundo do sono (que os antigos poetas chamavam de “pequena morte”). Assim como no estado de vigília pode-se levar uma vida fragmentada ou mais consciente, também durante os sonhos pode-se ter mais ou menos clareza. Há diversos tipos de sonhos, desde aqueles que parecem não ter sentido algum para a pessoa, até aqueles que são nítidos e que trazem, após o despertar, uma mensagem específica ou a sensação de experiência vivida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sonhos e seu conteúdo variam com a qualidade da vida interior que o indivíduo (o “sonhador”) leva em seu dia a dia. Pessoas que vivem apenas para seus afazeres e interesses materiais, sem um olhar transcendente, em geral têm sonhos dispersos, desconexos, sem relação aparente com nada. Estes quase sempre são esquecidos, tão logo se desperte. Às vezes, sequer há a lembrança de se haver sonhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sonhos pesados, terríveis –chamados pesadelos- que podem tanto ser o efeito do desgaste corporal e psíquico sobre o eu, como podem simbolizar medos internos e ocultos. Mas podem, também, ser o meio pelo qual o eu profundo procura comunicar algo de relevante à pessoa, na forma de imagens e sensações que causam transtorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, para quem reconhece interiormente a existência de uma realidade espiritual, e que pauta sua vida não apenas em satisfazer suas necessidades materiais, mas em servir ao semelhante, com plena consciência de que a morte pode chegar a qualquer momento, o mundo dos sonhos não é mais um mundo sem sentido ou com sentido oculto. Ele se torna uma porta para um plano maior, onde o eu é ensinado e preparado, recebendo orientações de cunho moral, material, psicológico e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande mestre e sheikh sufi (muçulmano) Muzaffer Ozaki, da ordem Halveti Jerrahi, dizia que (...) “ao dormir, a alma abandona o corpo, mas sem perder sua conexão com ele, como a luz que sai de uma lanterna. Essa luz se estende até a tela divina, onde ficam registradas as anotações que lhe dizem respeito. Ao despertar, a luz da alma volta ao corpo, como quando se desliga uma lanterna. Por meio da extensão da alma, o sonhador pode perceber um nível de conhecimento que se encontra além de seu domínio, no âmbito do divino.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(...) Os símbolos e imagens dos sonhos são como hieróglifos que podem ser lidos por pessoas experientes. Mas estes símbolos mudam de situação para situação, de pessoa para pessoa, de alma para alma. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca se deveria contar os sonhos a alguém que tem o hábito de falar mal dos outros. Eles só devem ser contados para aquelas pessoas cujas bocas estão limpas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma narrativa do sheikh Muzzafer Ozak&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um dervixe que vivia no campo, longe da cidade onde seu mestre morava, teve um sonho. Sentia que era um sonho importante e que devia contá-lo a seu mestre imediatamente. Ele sonhara que seu corpo inchava como se fosse uma mulher grávida. Então, saía uma serpente de sua barriga e seu corpo voltava ao tamanho normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estava muito ocupado para visitar seu mestre, o dervixe chamou um de seus empregados de confiança. Contou-lhe o sonho e mandou-o para a cidade, para que procurasse e contasse ao seu mestre. O criado foi orientado para que não contasse o sonho a mais ninguém, e que até mesmo evitasse pensar nele. O dervixe sabia que era muito importante revelar seus sonhos apenas àquela pessoa que pudesse interpretá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empregado partiu imediatamente à cidade. Pelo caminho, encontrou um conhecido que tinha fama de linguarudo. Este homem lhe perguntou o que estava fazendo ali e o criado respondeu que ia até a cidade. “O que você vai fazer por lá?”, perguntou o linguarudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empregado respondeu: “Tenho que levar uma mensagem da parte de meu senhor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Que mensagem?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É confidencial.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem continuou pressionando o empregado para que desse mais detalhes até que, finalmente, este contou que estava indo ver o mestre de seu amo, para contar-lhe o sonho que havia tido na noite anterior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O linguarudo começou, então, a perguntar-lhe de que se tratava o sonho. No começo, o empregado se negou a contar, mas finalmente acabou por ceder. “Meu amo sonhou que inchava”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem esperar o fim da narrativa, o linguarudo começou a rir e disse: “Então ele estourou, como um balão furado por uma agulha”. Tão logo satisfez sua curiosidade, foi embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O criado apressou-se a chegar á cidade, indo diretamente à casa do mestre. Quando foi recebido, disse: “Meu senhor teve um sonho na noite passada e roga que o senhor o interprete. Ele sonhou que seu corpo inchava...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Páre!”, disse de repente o mestre. “O sonho já foi interpretado. Não há mais nada que eu possa fazer. Volte para sua casa e pergunte por seu patrão.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o empregado voltou para casa, descobriu que seu senhor havia morrido durante sua ausência. Algumas horas depois que o criado havia saído, o corpo do patrão começou a inchar, até que finalmente faleceu.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leituras recomendadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sufismo.net/primera/Bibliografia/introelamor.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;O Amor é o Vinho (em espanhol)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;– &lt;strong&gt;Sheikh Muzzafer Ozak Al-Jerrahi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.analitica.com/va/arte/portafolio/2006001.asp"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Primeiro Manifesto Surrealista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - André Breton&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-4298227216096126804?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/4298227216096126804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=4298227216096126804' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/4298227216096126804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/4298227216096126804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/10/vida-secreta-nos-sonhos.html' title='A vida secreta nos sonhos'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RyKL_1OFxsI/AAAAAAAAAL8/eUQUBDuaSMc/s72-c/Sonho,+de+Henry+Rousseau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-1557418561105654988</id><published>2007-10-20T19:31:00.000-02:00</published><updated>2007-10-21T21:57:13.622-02:00</updated><title type='text'>Poesia do Ser - Uma breve antologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rxtcl4uqQCI/AAAAAAAAALk/oBHhKRkS67E/s1600-h/Poesia+do+ser.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123790807017078818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rxtcl4uqQCI/AAAAAAAAALk/oBHhKRkS67E/s200/Poesia+do+ser.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É comum associar o ato de escrever poemas à capacidade de expressar sentimentos ou ao idealismo -"fulano de tal é um poeta", diz-se daquele que acredita em seus ideais, sem temer o ridículo. Outra abordagem, de cunho acadêmico, vincula a poesia a uma atividade cerebral, racional, que pode ser planejada e executada, assim como um projeto de arquitetura pode vir a tornar-se uma construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre estas duas visões, ou para além de ambas, há uma outra, que considera a poesia como um momento de revelação. Por este enfoque, a poesia é vista como um dos mais elevados meios de exploração do mundo interno e de autoconhecimento do ser humano. No entanto, difere do processo religioso, em que a iluminação e a ascese surgem por meio da contemplação, da oração ou da meditação, pois na poesia o despertar ocorre através do belo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta ler um trecho da "Ode a uma urna grega", do poeta inglês John Keats (1795-1821), para compreender a irrupção do belo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As melodias ouvidas são doces, mas ainda mais&lt;br /&gt;doces são as não ouvidas;&lt;br /&gt;suaves flautas, soai não para os sentidos,&lt;br /&gt;mas para o espírito.&lt;br /&gt;Tocai canções silenciosas&lt;br /&gt;e ainda mais desconhecidas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No poema de Keats, o belo representa a manifestação do mundo invísivel dentro do mundo sensível. Há uma música mais essencial que habita a própria música e a alma é convidada a ouvi-la. A partir deste ponto ("soai não para os sentidos, mas para o espírito"), o poema passa também a ser elaborado no interior daquele que o lê, abrindo-se duas possibilidades: deter-se no prazer intelectual da leitura, que se encerra com a sugestão destas “canções silenciosas e ainda mais desconhecidas”, ou avançar rumo ao próprio ser, de forma a escutar dentro de si mesmo estas “melodias (...) ainda (...) não ouvidas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como John Keats, há poetas de todas as épocas, línguas e tradições, que suscitam estados de alma e de consciência elevados no leitor, tornando-o cúmplice do processo criativo. Quantos já não tiveram o rumo de suas vidas alterado após a leitura de um verso, um poema, pelo encontro com uma obra inesquecível? Quantos não despertaram ou não sentiram o frenesi que a leitura de um verso pode causar?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há poetas que são verdadeiros ourives da palavra e do idioma que manejam, capazes de infundir em seus poemas o resultado de suas experiências internas e externas, tornando-as universais e atemporais. A esse tipo de poesia, fundada no íntimo, dá-se o nome de &lt;strong&gt;poesia ou poética do ser&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia do ser é a &lt;em&gt;suspension of desbelief&lt;/em&gt; (suspensão da descrença e dos preconceitos) de que falava outro grande poeta inglês, Samuel Taylor Coleridge. É a abertura plena do interior ao Todo, permitindo a compreensão em profundidade do amor, morte, solidão, angústia, mar, natureza, alegria, paisagens, silêncio, do encontro consigo mesmo. A poesia do ser não apenas torna visível o invisível, como, dir-se-ia, também prepara os olhos para enxergar o que surge diante de si. Ela elabora mundos dentro ou além do mundo e os povoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raramente a poesia do ser é dramática. Antes, movimenta-se em silêncio, que é também o habitat do espírito reflexivo e de toda revelação. Ela é transcendente e, se o cotidiano lhe serve como matéria-prima, é apenas para ser superado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde a filosofia e a religião falharam em tornar o ser humano mais consciente de seu papel no universo, pode-se dizer que a poesia que nasce do íntimo sempre foi e será bem sucedida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Da Antologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A breve antologia poética ora apresentada, com algumas exceções (casos de Miguel Hernandez e Pablo Neruda), contempla autores ainda pouco conhecidos do leitor brasileiro em geral. A ausência de poetas como Rainer Maria Rilke, Jalaludin Rumi e Cecília Meirelles é deliberada nesta primeira seleção de poemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antologia poética&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Miguel Hernandez&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;(Espanha, 1910-1942)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vivo na sombra, cheio de luz. Existe o dia?&lt;br /&gt;Aqui é minha tumba ou minha abóbada materna?&lt;br /&gt;Sinto este pulsar contra minha pele como uma fria&lt;br /&gt;laje que germinasse quente, rubra e terna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível que eu não tenha nascido ainda,&lt;br /&gt;ou que sempre tenha estado morto. A sombra me governa.&lt;br /&gt;Se isso é viver, então não sei como morrer seria,&lt;br /&gt;nem sei o que persigo nesta busca tão eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prisioneiro em um traje, sinto que desejo&lt;br /&gt;despir-me, livrar-me daquilo que não sou&lt;br /&gt;eu e que torna turvo e distante o infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a teia negra, distante, vai comigo&lt;br /&gt;sombra a sombra, contra a sombra até que se desfaça&lt;br /&gt;diante da vida nua, crua e crescente deste nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manuel Altolaguirre&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(Espanha, 1905-1959)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Para chegar à luz&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Dizem que sou um anjo&lt;br /&gt;e, degrau a degrau,&lt;br /&gt;para chegar à luz&lt;br /&gt;tenho que usar as pernas.&lt;br /&gt;Cansado de subir, às vezes rodo&lt;br /&gt;(talvez sejam as pregas de minha túnica),&lt;br /&gt;mas um anjo rodando não é um anjo&lt;br /&gt;se não tem a honra de chegar ao abismo.&lt;br /&gt;E o que encontrei em minha maior queda&lt;br /&gt;era brando, brilhante;&lt;br /&gt;lembro-me de seu perfume,&lt;br /&gt;seu deleite malsão.&lt;br /&gt;Despertei e agora quero&lt;br /&gt;encontrar a escada,&lt;br /&gt;para subir sem asas&lt;br /&gt;pouco a pouco&lt;br /&gt;rumo à minha morte.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Odyseas Elitys&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(Grécia, 1991-1996)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda é cedo neste mundo, me ouves?, os monstros ainda não foram domados, me ouves?,&lt;br /&gt;meu sangue perdido e desejado, me ouves?, punhal que corre como carneiro pelos céus&lt;br /&gt;e quebra os galhos das estrelas, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou eu, me ouves?&lt;br /&gt;Te amo, me ouves?&lt;br /&gt;Te tenho, te levo, te visto&lt;br /&gt;com o branco traje nupcial de Ofélia, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde me deixas, onde vais e quem, me ouves?, te leva pela mão por cima dos dilúvios&lt;br /&gt;enormes lianas e lava de vulcões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegará o dia, me ouves?, em que nos enterrem e milhares de anos depois, me ouves?, nos converterão em rochas brilhantes, me ouves?&lt;br /&gt;Para que sobre elas paire a crueldade, me ouves?, humana, e em cinco mil aninhos nos atirarão, me ouves?, às águas, um a um, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto meus seixos amargos, me ouves?&lt;br /&gt;O tempo é uma grande igreja, me ouves?, onde às vezes nas imagens, me ouves?, dos santos&lt;br /&gt;surgem lágrimas verdadeiras, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os sinos abrem nos céus, me ouves?, uma passagem profunda que me permite atravessar.&lt;br /&gt;Aguardam os anjos com círios e salmos fúnebres.&lt;br /&gt;Não vou a parte alguma, me ouves?, ou nenhum ou os dois juntos, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta flor da tormenta e, me ouves, do amor,&lt;br /&gt;de uma vez para sempre a decepamos, me ouves?, e não voltará a florescer, me ouves, em outra terra, em outra estrela, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe o solo, não existe sequer o ar, me ouves?, que tocávamos, me ouves?&lt;br /&gt;E nenhum jardineiro foi tão afortunado em outros tempos, depois de tanto inverno e tantos ventos frios, me ouves?, que nasça uma flor, só nós, me ouves?, levantamos toda uma ilha, me ouves?, com grutas e cabos e inacessíveis recantos florescidos&lt;br /&gt;Ouves, ouves?&lt;br /&gt;Quem fala ás águas e quem chora, ouves?&lt;br /&gt;Quem procura o outro, quem grita, ouves?&lt;br /&gt;Sou eu que grito, sou eu que choro, me ouves?Te amo, te amo, me ouves?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cintio Vitier (Cuba, 1921- )&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não são minhas as palavras nem as coisas.&lt;br /&gt;Elas têm suas festas, seus assuntos&lt;br /&gt;que não me competem,&lt;br /&gt;espero seus sinais como o fogo&lt;br /&gt;que está em meus olhos com obscura indiferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são meus o tempo nem o espaço&lt;br /&gt;(e muito menos a matéria).&lt;br /&gt;Eles entram e saem como pássaros&lt;br /&gt;pelas janelas sem portas de minha casa.&lt;br /&gt;Se a atravessasse, sairia em outra sala:&lt;br /&gt;quem fala sou eu, mas nada entendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez minha vida seja uma hipótese&lt;br /&gt;que alguém se cansou de imaginar&lt;br /&gt;um conto interrompido para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou apenas escutando estes fantasmas&lt;br /&gt;que no crepúsculo vêm ver-me,&lt;br /&gt;ansiosos de que eu os incorpore:&lt;br /&gt;tu te negarias, sofrerias, te desvanecerias?&lt;br /&gt;Não é meu, lhes respondo, o olhar,&lt;br /&gt;negar seria esplêndido, sofrer, interminável,&lt;br /&gt;estas façanhas não me pertencem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de repente não posso dissuadí-los,&lt;br /&gt;porque já não ouço minha solidão&lt;br /&gt;e estou cheio, saciado, como o ar,&lt;br /&gt;de meu próprio vazio ressonante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuo dizendo a mim mesmo que não tenho&lt;br /&gt;nenhuma idéia de quem sou,&lt;br /&gt;onde vivo, nem quando, nem por quê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém fala sem fim em outra sala.&lt;br /&gt;Nada me serve, então. Não estou só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas palavras ficam de fora, incompreensíveis,&lt;br /&gt;como os seixos da praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lucian Blaga (Romênia, 1895-1961)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tanto silêncio ao meu redor&lt;br /&gt;que quase consigo ouvir&lt;br /&gt;o luar batendo na janela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meu peito&lt;br /&gt;nasce uma voz estranha&lt;br /&gt;uma cadência triste que não me pertence&lt;br /&gt;dizem que os antepassados mortos antes do tempo&lt;br /&gt;ainda com sangue jovem em suas veias&lt;br /&gt;com sangue cheio de paixões&lt;br /&gt;com o sol vivo de amores&lt;br /&gt;vêm&lt;br /&gt;vêm para terminar de viver em nós&lt;br /&gt;sua vida ainda não vivida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tanto silêncio ao meu redor&lt;br /&gt;que quase consigo ouvir&lt;br /&gt;o luar batendo na janela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe, alma minha, em que peito cantarás tu também&lt;br /&gt;além destes séculos&lt;br /&gt;que cordas de silêncio vibrarás&lt;br /&gt;em que harpa de trevas afogarás tuas lembranças&lt;br /&gt;quebrarás tua alegria de viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe?&lt;br /&gt;Quem sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Adônis (Síria, 1930- )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Desejo me ajoelhar.&lt;br /&gt;Quero rezar à coruja de asas quebradas.&lt;br /&gt;À brasa, aos ventos.&lt;br /&gt;À morte.&lt;br /&gt;À peste.&lt;br /&gt;Queimar no incenso meus dias brancos,&lt;br /&gt;meus cantos,&lt;br /&gt;meu caderno.&lt;br /&gt;A tinta e o tinteiro.&lt;br /&gt;Rezar a qualquer coisa&lt;br /&gt;que ignore o que seja rezar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Pablo Neruda (Chile, 1904-1973)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de tudo te amarei&lt;br /&gt;como se fosse sempre antes&lt;br /&gt;como se de tanto esperar&lt;br /&gt;sem que te visse nem chegasses&lt;br /&gt;estivesses eternamente&lt;br /&gt;respirando perto de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto de mim com teus costumes&lt;br /&gt;com tua cor e tua guitarra&lt;br /&gt;como estão juntos os países&lt;br /&gt;nas lições escolares&lt;br /&gt;e dois vilarejos se confundem&lt;br /&gt;e há um rio perto de um rio&lt;br /&gt;e dois vulcões crescem juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto de ti é perto de mim&lt;br /&gt;e longe de tudo é tua ausência&lt;br /&gt;e tem cor de barro a lua&lt;br /&gt;na noite do terremoto&lt;br /&gt;quando no terror da terra&lt;br /&gt;juntam-se todas as raízes&lt;br /&gt;e ouve-se soar o silêncio&lt;br /&gt;com a música do espanto.&lt;br /&gt;O medo é também um caminho.&lt;br /&gt;E entre suas pavorosas pedras&lt;br /&gt;Pode caminhar com quatro pés&lt;br /&gt;e quatro lábios a ternura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque sem sair do presente&lt;br /&gt;que é um delicado anel&lt;br /&gt;tocamos a areia de ontem&lt;br /&gt;e no mar ensina o amor&lt;br /&gt;um repetido arrebatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Roberto Juarroz (Argentina, 1925-1995)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mais cedo ou mais tarde&lt;br /&gt;deve-se pôr a mão no fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a mão possa&lt;br /&gt;aprender antes a ser chama&lt;br /&gt;ou talvez a persuadir a chama&lt;br /&gt;para que tome a forma de uma mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se ambas as coisas falharem,&lt;br /&gt;talvez possam a mão e a chama&lt;br /&gt;resolver-se nos átomos já livres&lt;br /&gt;de uma diferente claridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou talvez, simplesmente,&lt;br /&gt;aquecer um pouco mais o universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Aram Rochert (Madagascar, 1950- )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;as mãos talvez nunca mais se encontrem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tão próximas&lt;br /&gt;tão no mesmo corpo&lt;br /&gt;tão na mesma alma&lt;br /&gt;mas incapazes de bater palmas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-1557418561105654988?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/1557418561105654988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=1557418561105654988' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1557418561105654988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1557418561105654988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/10/poesia-do-ser-uma-antologia-breve.html' title='Poesia do Ser - Uma breve antologia'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rxtcl4uqQCI/AAAAAAAAALk/oBHhKRkS67E/s72-c/Poesia+do+ser.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-5449341059050178171</id><published>2007-10-03T22:47:00.000-03:00</published><updated>2007-10-10T00:33:21.929-03:00</updated><title type='text'>Pobre planeta</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RwxEi4uqQAI/AAAAAAAAALQ/jzuAfgfsw-4/s1600-h/O+planeta+chora.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119542242547744770" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RwxEi4uqQAI/AAAAAAAAALQ/jzuAfgfsw-4/s200/O+planeta+chora.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&gt; O aquecimento global é ainda pior do que se imaginava, afirma o cientista Tim Flannery, especialista em questões climáticas vencedor do Prêmio Australiano do Ano, em 2007. A atual derrocada planetária foi acentuada com a exportação do modelo econômico mais predatório que a civilização humana já conheceu: a globalização. Ao mesmo tempo, nunca se falou tanto em sustentabilidade em todos os segmentos. Resta saber se a adoção de estratégias de desenvolvimento sustentável virá a tempo de impedir que a devastação se aprofunde. É difícil acreditar que poderá ocorrer um freio na trajetória rumo ao abismo, uma vez que ao atual sistema econômico só existem as lógicas do lucro, da produção incessante, do consumo e do marketing falacioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&gt; O cultivo de cana-de-açucar para produção de etanol -vendido como panacéia energética pela mídia desavisada e governos- começa a invadir a Floresta Amazônica. Como tanto as leis como seu cumprimento têm pouca validade no Brasil, só existe uma forma de conter este avanço ou de minimizá-lo: certificar toda a cadeia de produção do etanol e exigir selos verdes semelhantes aos que hoje existem para madeira (o Smart Wood, do FSC). Quem não cumprir regras de preservação do meio ambiente; de manejo florestal sustentável; de inserção das comunidades locais no processo produtivo; de atendimento á legislação trabalhista e ambiental do país, não poderá exportar. Ou seja: fica sem vender, sem dinheiro. A exigência do selo terá que vir dos compradores europeus e americanos, porque esperar pela aplicação das Leis brasileiras para impedir o fim da Amazônia, equivale a entregar a região para a formação de desertos. De areia ou de monoculturas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&gt; O maior empecilho para o entendimento entre os seres humanos não está na comunicação entre as pessoas, mas na relação da pessoa consigo mesma, na sua incapacidade de reconhecer o mundo como ele é. Somos prisioneiros de nossa subjetividade e do nosso mundo interior, colocando sempre nossos desejos e fantasias em primeiro plano. É do choque entre estas bilhões de subjetividades -cada uma querendo uma coisa, sem qualquer solidariedade ou preocupação com o outro- que resulta o caos do mundo atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;A humanidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência que o Mestre ia pronunciar se chamava "A Destruição do Mundo". Ela havia sido largamente divulgada e muita gente compareceu aos jardins do mosteiro para escutá-la.&lt;br /&gt;Em menos de um minuto, a conferência terminou. O Mestre apenas disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estas são as coisas que exterminarão a raça humana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política sem princípios.&lt;br /&gt;O progresso sem compaixão.&lt;br /&gt;A riqueza sem esforço.&lt;br /&gt;A erudição sem silêncio.&lt;br /&gt;A religião sem risco.&lt;br /&gt;O culto sem consciência.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(Por Anthony Mello)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Video relacionado&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tn43Efqh6XA"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Solo le pido a Dios&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-5449341059050178171?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/5449341059050178171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=5449341059050178171' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5449341059050178171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5449341059050178171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/10/pobre-planeta.html' title='Pobre planeta'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RwxEi4uqQAI/AAAAAAAAALQ/jzuAfgfsw-4/s72-c/O+planeta+chora.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-8254194551127303915</id><published>2007-08-20T19:10:00.000-03:00</published><updated>2007-08-21T05:56:32.675-03:00</updated><title type='text'>Uma parábola chinesa – adaptada a partir da narrativa de Hermann Hesse</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rsozh0p0tuI/AAAAAAAAAKo/zE2xBgx43CY/s1600-h/Imagem+Hermann+Hesse.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100946184113272546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="317" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rsozh0p0tuI/AAAAAAAAAKo/zE2xBgx43CY/s400/Imagem+Hermann+Hesse.JPG" width="231" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um ancião chamado Chunglang tinha uma pequena propriedade na montanha. Aconteceu um dia que um de seus cavalos fugiu e seus vizinhos vieram oferecer-lhe sua solidariedade. O ancião, imperturbável, disse então:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Talvez isso não tenha sido uma desgraça!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E eis que vários dias depois, o cavalo regressou e trouxe consigo toda uma manada de cavalos selvagens. De novo vieram os vizinhos, desta vez para felicitá-lo pela boa sorte. Mas o velho da montanha lhes disse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;—Talvez isso não tenha sido um acontecimento afortunado!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Com tantos cavalos, o filho do velho chinês tornou-se aficionado por montá-los, até que um dia caiu de um deles e quebrou a perna. Outra vez, os vizinhos foram visitá-lo para oferecer-lhe sua solidariedade e novamente o sábio lhes respondeu:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Talvez isso não tenha sido uma desgraça!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No ano seguinte, vieram até as montanhas os mensageiros dos “Cajados Compridos”. Vieram para recrutar jovens fortes, para exercer a função de mensageiros do imperador e para carregar sua liteira. O filho do ancião, que ainda se encontrava com a perna quebrada, não foi levado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Chunglang sorria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;********&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Hermann Hesse&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um dos maiores escritores de todos os tempos, o alemão Hermann Hesse (1877-1962) é um caso à parte na literatura ocidental. Filho de pastores cristãos que pregaram o Evangelho na Índia, Hesse foi não apenas um escritor que dominou com maestria seu ofício, mas um indivíduo carismático cuja sabedoria levou milhares de jovens, nos anos 60, a aclamar sua obra como um libelo contra a sociedade consumista e mecanicista. Seu nome, durante as famosas rebeliões estudantis de 68, tornou-se sinônimo de luta contra o conformismo e o materialismo e da busca pela paz interior e exterior. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Desde o início, com "Peter Camenzind", a obra de Hesse espelha o reconhecimento da permanente dualidade que habita o ser humano e a necessidade de superá-la pelo reencontro consigo mesmo, rumo à harmonia e à unidade. "Demian", um clássico psicológico do chamado 'romance de formação', mostra -ao contrário de mediocridades comerciais como Harry Potter- o envolvimento da personagem principal com o misterioso Max Demian, vinculado à esotérica ordem de Abraxas. O comovente "Sidarta", uma releitura livre da vida do criador do budismo e de doutrinas da Antiga Índia, é talvez o livro mais espiritualizado de Hermann Hesse, narrando a trajetória de um jovem brâmane que busca libertar-se do próprio eu e do mundo das aparências. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Outra obra fundamental do escritor alemão foi &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"O Lobo da Estepe", responsável por levar a brasileira de origem ucraniana Clarice Lispector, com apenas 17 anos, a tomar a decisão de tornar-se escritora. O livro também deu origem a uma das principais bandas de rock dos anos 60-70, The Steppenwolf, cuja música "Born to be wild" fez parte da trilha sonora do maior clássico do cinema da contracultura, "Easy Rider". "O Lobo da Estepe" conta a história do alter ego de Hermann Hesse, Harry Haller, que vive entre a loucura e a genialidade. Um dos capítulos do livro intitula-se, justamente, "Só para loucos".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;À medida em que envelhecia, Hesse aproximava sua escrita da mais abstrata e harmoniosa das artes: a Música. Amante de Mozart, duas de suas obras de maturidade mostram a profunda conexão entre música e espiritualidade: "Viagem ao Oriente" e "O Jogo das Contas de Vidro". Este último é considerado, junto com "O Processo", de Franz Kafka, e "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, o melhor romance alemão do século 20. "O Jogo das Contas de Vidro" (ou "O Jogo de Avelórios"), de 1943, é também a síntese hesseana na direção de uma utopia que reúna tanto as necessidades mundanas do homem (de jogar e divertir-se), como as espirituais (de encontrar a harmonia e viver em busca da alma e da perfeição interior). Novamente, a obra é recheada de referências às filosofias indianas. Em 1946, Hesse ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Além de grande escritor, Hermann Hesse foi um poeta das imensidões interiores do ser humano, à semelhança de seus amados conterrâneos Johan W. von Goethe, Frederich Hoelderlin e Rainer Maria Rilke. Morreu dormindo, no dia 9 de agosto de 1962.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Sem consolo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ao mundo primitivo&lt;br /&gt;não conduzem os caminhos;&lt;br /&gt;nossa alma não se consola&lt;br /&gt;com miríades de estrelas,&lt;br /&gt;nem com rios, bosques e mares.&lt;br /&gt;Nem se encontra uma árvore, rio ou animal,&lt;br /&gt;que penetrem o coração.&lt;br /&gt;Não encontrarás consolo,&lt;br /&gt;Senão entre teus semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Livros online&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://usuarios.lycos.es/jhbadbad/Hesse.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;O lobo da estepe e Sidarta (em espanhol)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Videos relacionados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_nrke0PTqs8"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Hermann Hesse&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UlwLAEzHBcg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Easy Rider - Born to be wild&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-8254194551127303915?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/8254194551127303915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=8254194551127303915' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8254194551127303915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8254194551127303915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/08/uma-parbola-chinesa-adaptada-partir-da.html' title='Uma parábola chinesa – adaptada a partir da narrativa de Hermann Hesse'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rsozh0p0tuI/AAAAAAAAAKo/zE2xBgx43CY/s72-c/Imagem+Hermann+Hesse.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-262482921025038630</id><published>2007-08-03T07:39:00.000-03:00</published><updated>2007-08-03T08:44:34.726-03:00</updated><title type='text'>Os mistérios da água</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RrMIwBrwOdI/AAAAAAAAAKA/VZ-_NneVM80/s1600-h/Rio+de+Ã¡guas+lÃ&amp;shy;mpidas,+no+JapÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094425224664857042" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RrMIwBrwOdI/AAAAAAAAAKA/VZ-_NneVM80/s320/Rio+de+%C3%A1guas+l%C3%ADmpidas,+no+Jap%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A água tem memória e registra o que ocorre à sua volta, à semelhança dos seres humanos. Esta é a conclusão a que cientistas japoneses e russos chegaram após estudos com a água em diversas condições: sob a forma de gelo, pura, contaminada por esgotos ou mesmo quando presente a manifestações das emoções e sentimentos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro “A mensagem da água”, do pesquisador japonês Masaro Emoto, traz fotografias com o registro de como a água ‘reage’ tanto diante de fenômenos físicos como a poluição ambiental, como de emoções, casos do amor e do ódio. Os resultados da pesquisa foram confirmados por acadêmicos russos, como o cientista Iúri Rakhmanín, vice-presidente da Academia das Ciências Naturais: “A água é uma fonte de energia e armazena informação. Ela pulsa oxigênio e hidrogênio”, diz. O vídeo (com áudio em espanhol) &lt;a href="http://www.webislam.com/?idv=334"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Os segredos da água&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (clique no título para assistir), com cerca de uma hora de duração, apresenta depoimentos e experimentos sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórica e curiosamente, a ex-URSS (e atual Rússia) sempre esteve na vanguarda das investigações supra ou paranormais, muitas vezes desdenhadas -ou apenas temidas- pela Ciência convencional. Não por acaso, foram os russos que criaram a chamada fotografia Kirlian, pela qual é possível registrar os movimentos do campo bioeletromagnético dos seres vivos conhecido como aura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o mecanismo que demonstre como a água armazena informações ainda não esteja inteiramente explicado, a descoberta deverá contribuir para um avanço na compreensão do funcionamento de medicinas como a homeopatia e Florais de Bach. Na homeopatia, a matéria-prima original utilizada para a formulação do remédio é diluída (dinamizada) até não deixar traços; e nos Florais de Bach não há nenhum agente diluído, exceto a água exposta ao sereno da madrugada. Ambas medicinas são reconhecidas e recomendadas pela própria OMS – Organização Mundial da Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens a seguir mostram cristais de gelo vistos sob as lentes de um microscópio. As legendas são auto-explicativas. As fotos revelam ainda outra curiosidade: quanto mais harmoniosas as formas assumidas pela água, maior sua semelhança com as células de uma colméia, o núcleo de formato hexagonal onde as abelhas depositam seu alimento (o mel) ou que serve de berço para as operárias do reino das flores. Há 300 milhões de anos, esta forma se mantém imutável.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094429120200194578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RrMMSxrwOhI/AAAAAAAAAKg/Qah7D1zfevw/s400/Fotos+e+imagens+-+Mem%C3%B3ria+das+%C3%A1guas.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Vídeos relacionados&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.webislam.com/?idv=334"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Os segredos da água&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XWmWWqm1hFs"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Mensagem da água&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Leituras recomendadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A mensagem da água" – Masaro Emoto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A vida secreta das plantas" – Peter Tompkins e Christopher Bird&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bibliotecasvirtuales.com/biblioteca/OtrosAutoresdelaLiteraturaUniversal/Maeterlinck/LaVidadelasAbejas/libroprimero.asp"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;A vida das abelhas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (clique no título para ler o texto integral, em espanhol) - Maurice Maeterlinck&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-262482921025038630?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/262482921025038630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=262482921025038630' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/262482921025038630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/262482921025038630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/08/memria-da-gua.html' title='Os mistérios da água'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RrMIwBrwOdI/AAAAAAAAAKA/VZ-_NneVM80/s72-c/Rio+de+%C3%A1guas+l%C3%ADmpidas,+no+Jap%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-893259904750847579</id><published>2007-07-28T14:35:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T23:41:31.461-03:00</updated><title type='text'>Grandes Seres Humanos</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RquOlRrwOZI/AAAAAAAAAJg/exOUpclhQLE/s1600-h/Foto.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092320574725699986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RquOlRrwOZI/AAAAAAAAAJg/exOUpclhQLE/s200/Foto.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;O blog &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Liberdade de Expressão e Cultura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; inaugura uma seção periódica, destinada a apresentar passagens da vida de homens e mulheres que marcaram o mundo. “Grandes Seres Humanos” trará relatos biográficos de pessoas de reconhecida estatura e integridade moral, intelectual e humana, cuja vida e obra sejam indissociáveis, influenciando beneficamente gerações ao longo dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;Rabia al-Adawiya&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerada maior santa sufi [1] dentre as mulheres no Islã, Rabia al-Adawiya nasceu em data desconhecida, em berço humilde e, ainda menina, após a morte dos pais, foi capturada e vendida como escrava. Libertada por seu senhor, que reconheceu nela os sinais da santidade, estabeleceu-se em Basra (cidade do atual Iraque), onde granjeou fama como amiga de Deus [2] e pregadora. A data de sua morte é duvidosa. Supõe-se que tenha ocorrido em 752 da era Cristã (ou 135 da héjira muçulmana) ou em 801 d.C. (185 d.h.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atribui-se a Rabia, que levou vida de celibatária, a introdução do tema do Amor Divino no misticismo muçulmano. Acredita-se que sua tumba se encontre próxima de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os escritos de Rabia al-Adawiya, bem como sua devoção a Deus e alguns de seus diálogos, reportam também a outra grande mística da tradição cristã, Santa Teresa D’Ávila [3].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Passagens da vida de Rabia al-Adawiya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na noite em que Rabia veio ao mundo, não havia nada na casa de seu pai, que era muito pobre. Nem mesmo uma gota de óleo para untar-lhe o umbigo, nem candeeiro, sequer um trapo para cobri-la. Seu pai já tinha três filhas e Rabia foi a quarta, por isso recebeu este nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vai até o vizinho e pede-lhe uma gota de óleo para poder acender o candeeiro”, disse a esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o homem havia feito o juramento de que jamais pediria nada a nenhum mortal. De modo que saiu e, nem bem apoiou a mão sobre a porta do vizinho, voltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não abriram a porta”, informou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pobre mulher começou a soluçar amargamente. Neste estado de ansiedade, o homem colocou a cabeça entre os joelhos e adormeceu. Sonhou que via o Profeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não sofras”, disse o Profeta no sonho. “A menina que acaba de chegar ao mundo é uma rainha entre as mulheres e será minha intercessora diante de 70 mil pessoas da comunidade. Amanhã”, continuou o Profeta, “vá a Isa-e Zadan, governador de Basra. Põe num pedaço de papel o que vou dizer-te: ‘Todas as noites me dedicas cem preces e quatrocentas nas sextas à noite. Ontem foi sexta-feira e me esqueceste. Como expiação, dá a este homem quatrocentos dinares [4] obtidos legalmente’.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai de Rabia acordou e começou a chorar. Levantou-se, escreveu o que o Profeta havia dito e enviou a mensagem ao governador por intermédio de um portador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dêem 2 mil dinares aos pobres”, ordenou o governador ao receber o bilhete, “em sinal de gratidão ao Senhor, que lembrou-Se de mim. Dêem também quatrocentos dinares a este homem e digam-lhe: ‘Desejo que venhas para que eu possa conhecer-te. Mas não me parece correto que um homem como tu se apresente diante de mim. Seria melhor que eu fosse à tua casa para esfregar meu rosto à soleira da tua entrada. De toda forma, juro por Deus, faz-me saber acerca de qualquer coisa que necessites’.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem recebeu o dinheiro e comprou todo o necessário.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Uma noite, Rabia estava orando em seu quarto quando o cansaço a invadiu e ela adormeceu. Seu sono era tão profundo que, quando uma farpa da esteira em que dormia entrou em seu olho, fazendo-a sangrar, ela não percebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, um ladrão entrou e roubou seu chador (lenço). Quis sair, mas o caminho se fechou. Deixou cair o chador e partiu, com o caminho aberto. Voltou a pegar a prenda e o caminho voltou a fechar-se. Mais uma vez deixou cair o chador. Fez isso por sete vezes, até ouvir uma voz que vinha de um canto do quarto: “Homem, não te arrisques a tanto. Há muito tempo que ela se encomendou a Nós. Como poderia um ladrão ter a audácia de levar seu chador? Não te arrisques a tanto. Se um amigo adormece, outro Amigo está desperto e vigia.”&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Um dia, Rabia foi às montanhas. Rapidamente foi rodeada por uma manada de cervos, cabras, pássaros e asnos selvagens que a contemplavam. De repente, chegou Hasan de Basra, que, ao ver Rabia, dirigiu-se a ela. Assim que avistaram Hasan de Basra, os animais saíram correndo, deixando Rabia a sós. Isso entristeceu Hasan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por que fogem de mim e se aproximam de ti com tanta docilidade?”, perguntou Hasan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que comeste hoje?”, devolveu Rabia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um pouco de cebola”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Comes a riqueza deles”, assinalou Rabia. “Como então não fugiriam de ti?”&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Numa primavera, Rabia entrou em seu quarto e colocou a cabeça para fora da janela. Sua serva então lhe disse: “Senhora, vem para fora para ver as belezas feitas pelo Criador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Melhor seria que tu entrasses”, respondeu Rabia, “e viesses ver o Criador. A contemplação do Criador é o que me ocupa, de modo que não me interessa olhar o que Ele fez”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Um erudito de Basra visitou Rabia quando esta se encontrava doente. Sentado junto a seu leito, o homem se dedicou a falar mal do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Amas demais o mundo”, comentou Rabia. “Se não o amasses tanto, não farias tanta menção a ele. É sempre o comprador quem critica a mercadoria. Se tivesses terminado com o mundo, não o mencionarias nem para bem nem para o mal. Não deixas de nomeá-lo porque, como diz o provérbio, quem ama algo o menciona com freqüência”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;*******&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Quando chegou a hora de Rabia morrer, os que estavam em seu quarto saíram e fecharam a porta. Então, ouviram uma voz que dizia: “Oh, alma em paz, volta a teu Senhor, afortunada!” Passou um instante. Nem um som se escutou vindo da habitação. Abriram a porta e encontraram Rabia morta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de sua morte, foi vista em um sonho. Perguntaram-lhe: “Como foi teu encontro com Munkir e Nakir[5]?”. Ela respondeu: “Esses jovens se aproximaram de mim e me questionaram: 'Quem é teu Senhor?' Eu respondi: 'Ide e dizei a Deus: Com tantas milhares e milhares de criaturas, Tu não esqueceste a uma velha e frágil mulher. Como eu, então, que só a Ti tenho em todo o mundo, poderia ter-Te esquecido, para que me mandasses alguém para me perguntar ‘Quem é teu Senhor’?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Orações de Rabia al-Adawiya&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oh, Deus, concede tudo aquilo que me deste de coisas mundanas aos Teus inimigos. E tudo aquilo que me concedeste no outro mundo, dá-o aos Teus amigos, pois estar Contigo me é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, Deus, se Te venero por medo do inferno, queima-me nele; e se te venero esperando o Paraíso, exclui-me dele. Mas se Te venero por Ti mesmo, não me negues Tua eterna beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, Deus, todo meu propósito e meu desejo neste mundo, acima de tudo, é lembrar de Ti. Assim como, no outro mundo, entre todas as coisas que virão, é encontrar a Ti. Isso é o que vem de minha parte. Faze o que seja da Tua vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Leituras recomendadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://site.hastinapura.org.ar/tapas/72santos.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Memorial dos Santos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; – Melhor obra (hagiografia) existente sobre santos muçulmanos –ou ‘amigos de Deus’, como são chamados no Islã. Foi escrita pelo mestre sufi, poeta e também santo Fariddudine Attar (autor de um dos principais livros do esoterismo islâmico, “A Conferência dos Pássaros”, editora Cultrix).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Memorial dos Santos” biografa 72 santos islâmicos, dentre os quais Rabia al-Adawiya, de onde foram extraídas as passagens mencionadas no &lt;strong&gt;Liberdade de Expressão e Cultura&lt;/strong&gt;. Título da obra em espanhol: &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://site.hastinapura.org.ar/tapas/72santos.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;“72 Santos Sufis”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, de Farid ud din Attar, editorial Hastinapura&lt;/span&gt;, impresso na Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.poetry-chaikhana.com/R/RabiaAlAdawi/index.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Poemas de Rabia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (em inglês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sufismo"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Sufismo (resumo, em espanhol)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Dicionário breve de termos citados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[1] Sufis&lt;/strong&gt; – Termo originário do árabe ‘suf’, ou lã, em português. Há várias versões sobre a origem dos sufis, mas há consenso entre as 'turuq' (plural de 'tariqa' ou 'irmandades', no islamismo esotérico) que o sufismo começa com o próprio profeta Muhammad (Maomé), que teria iniciado dois de seus companheiros no caminho do ‘coração’, Abu Bakr e Ali. A palavra sufi remeteria também a um grupo de pessoas piedosas e pobres, que, vestidas de lã, acompanhariam o profeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os sinais que caracterizam os sufis estão: a dedicação e o amor a Deus, a obediência ao Alcorão, à shariah (Lei islâmica) e a permanente lembrança de Deus, que é expressa publicamente através do ritual místico conhecido como Zikr (recordação). Outros sinais são o desapego às coisas e riquezas do mundo material; e o amor e a caridade ao próximo. Em árabe, os sufis também são chamados de faquir (pobre), cujo plural é ‘fuqara’. Em persa, são conhecidos como dervixes (derwishs), palavra que também significa pobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias fraternidades sufis. Dentre as mais conhecidas na atualidade estão: Naqshbandi, Qadiri, Iachulutia, Allawiya e Halveti-Jerrahi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[2] Amigo de Deus&lt;/strong&gt; – Eulialá (amigo de Allah). É como, no Islã, são chamadas as pessoas que vivem exclusivamente para (fazer a vontade de) Deus. A frase é oriunda do patriarca das três grandes religiões monoteístas, Abraão, que era conhecido como “amigo de Deus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[3] Dinar – Moeda persa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[4] Trecho de um poema de Santa Tereza D’Ávila&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Alma, o que queres de Mim?&lt;br /&gt;-Deus meu, nada, além de ver-Te.&lt;br /&gt;-E o que mais temes em ti?&lt;br /&gt;-O que mais temo é perder-Te. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[5] Munkir e Nakir&lt;/strong&gt; - Segunda a tradição islâmica, são os anjos que, após a morte, aproximam-se da alma da pessoa falecida e lhe perguntam: "Quem foi teu Senhor?". Se a pessoa responde que seu Senhor foi Deus e menciona o nome do profeta e religião que seguiu, será conduzida para um bom lugar, à espera do Dia do Juízo Final. Se foi uma pessoa que viveu sem Deus, de forma licenciosa e apenas para as coisas do mundo, será conduzida ao Inferno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Vídeos relacionados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=v_ACMyqDDDg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Mulheres sufis no Irã&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XRqu1dn523E"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Mulheres sufis em Bangladesh&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-893259904750847579?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/893259904750847579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=893259904750847579' title='44 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/893259904750847579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/893259904750847579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/grandes-seres-humanos.html' title='Grandes Seres Humanos'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RquOlRrwOZI/AAAAAAAAAJg/exOUpclhQLE/s72-c/Foto.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>44</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-2253559762388774864</id><published>2007-07-22T20:58:00.000-03:00</published><updated>2007-07-22T21:40:45.208-03:00</updated><title type='text'>Três poemas e pinturas de Ismael Nery</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP0vRrwOVI/AAAAAAAAAJA/DSHu2K7C5k8/s1600-h/Ãleo+sobre+tela.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090181096896739666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 231px" height="278" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP0vRrwOVI/AAAAAAAAAJA/DSHu2K7C5k8/s200/%C3%93leo+sobre+tela.JPG" width="215" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Confissão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não quero ser Deus por orgulho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu tenho esta grande diferença de Satã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quero ser Deus por necessidade, por vocação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não me conformo nem com o espaço nem com o tempo,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nem com o limite de coisa alguma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tenho fome e sede de tudo,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Implacável&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Crescente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Talvez seja esta a minha diferença de Deus&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;que tem fome e sede de mim,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;implacável,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;crescente,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;eterna&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;— De mim, que me desprezo e me acredito um nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP2IRrwOXI/AAAAAAAAAJQ/Nb9ov4yi8Fo/s1600-h/Auto-retrato+-+Ismael+Nery.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090182625905097074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP2IRrwOXI/AAAAAAAAAJQ/Nb9ov4yi8Fo/s200/Auto-retrato+-+Ismael+Nery.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Oração&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Meus Deus, para que pusestes tantas almas num só corpo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Neste corpo neutro que não representa nada do que sou,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Neste corpo que não me permite ser anjo nem demônio,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Neste corpo que gasta todas as minhas forças&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para tentar viver sem rídiculo tudo que sou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;— Já estou cansado de tantas transformações inúteis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não tenho sido na vida senão um grande ator sem vocação,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ator desconhecido, sem palco, sem cenário e sem palmas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;— Não vedes, meu Deus, que assim me torno às vezes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;irreconhecível a minha própria mulher e a meus filhos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;a meus raros amigos e a mim mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;— Ó Deus estranho e misterioso, que só agora compreendo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Dai-me, como vós tendes, o poder de criar corpos para as minhas almas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ou levai-me deste mundo, que já estou exausto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu que fui feito à vossa imagem e semelhança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Amém!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP2WxrwOYI/AAAAAAAAAJY/g1zQ_rfcmz0/s1600-h/Mulher+ao+luar+-+Ismael+Nery.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090182875013200258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP2WxrwOYI/AAAAAAAAAJY/g1zQ_rfcmz0/s200/Mulher+ao+luar+-+Ismael+Nery.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Poema para Ela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Acabaram-se os tempos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Morreram as árvores e os homens,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Destruíram-se as casas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Submergiram-se as montanhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Depois o mar desapareceu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O mundo transformou-se numa enorme planície&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Onde só existe areia e uma tristeza infinita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um anjo sobrevoa os destroços da terra,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Olhando a cólera de um Deus ofendido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E encontrou nossos dois corpos fortemente enlaçados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que a raiva do Senhor não quis destruir&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para a eterna lembrança do maior amor. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ismael Nery - pintor, poeta e filósofo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Primeiro e maior pintor surrealista brasileiro, Ismael Nery (1900-1934) nasceu em Belém do Pará e morreu no Rio de Janeiro, onde viveu desde os nove anos. Entre 1915 e 1920, cursou no Rio a Escola Nacional de Belas Artes. Vai a Paris e conhece Pablo Picasso e Fernand Léger, retornando em 1921 ao Brasil. Neste ano, conhece e se torna melhor amigo do poeta Murilo Mendes, de quem seria mentor espiritual e intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1927, em outra viagem à Europa, Nery trava contato com integrantes do movimento surrealista, dentre os quais Marc Chagall. A partir deste encontro, que marcaria definitivamente sua obra, aprofunda a visão onírica em seus quadros e desenhos, recebendo também influências de Giorgio de Chirico e outros artistas ligados ao surrealismo. Em 1934, morre precocemente, vitimado pela tuberculose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espiritualista e criador do movimento neocristão batizado como ‘essencialismo’, Nery foi enterrado vestindo o hábito dos adeptos de São Francisco de Assis, de quem era profundo devoto. Dele, o crítico Mário Pedrosa disse: “"Era idéia em tudo, bailarino, pintor, arquiteto, poeta e filósofo, moralista e reformador social. Foi um artista total. Daí ter vivido tudo em potencialidades".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na poesia, Ismael Nery foi considerado um poeta bissexto (autor que escreve eventualmente), mas a qualidade de seus poemas valeu-lhe um lugar na “Antologia de Poetas Brasileiros Bissextos”, organizada por Manuel Bandeira em 1946.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Sites&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mac.usp.br/projetos/percursos/nery/nery.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Desenhos no MAC-USP&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bolsadearte.com/cotacoes/nery.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Quadros em leilão&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leituras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.edusp.com.br/compras.asp"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Recordações de Ismael Nery&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, de Murilo Mendes, Edusp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.artehistoria.jcyl.es/index.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;História da Arte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-2253559762388774864?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/2253559762388774864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=2253559762388774864' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/2253559762388774864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/2253559762388774864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/trs-poemas-e-pinturas-de-ismael-nery.html' title='Três poemas e pinturas de Ismael Nery'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RqP0vRrwOVI/AAAAAAAAAJA/DSHu2K7C5k8/s72-c/%C3%93leo+sobre+tela.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-9190583078098902451</id><published>2007-07-17T19:59:00.000-03:00</published><updated>2007-07-19T12:30:50.303-03:00</updated><title type='text'>Brasil é primeiro país da América Latina a ter obra sustentável certificada</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp62V1SuovI/AAAAAAAAAIg/o1b5_Z3lA6s/s1600-h/Imagem+128.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088705115174380274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 192px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px" height="232" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp62V1SuovI/AAAAAAAAAIg/o1b5_Z3lA6s/s200/Imagem+128.jpg" width="266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Brasil é o primeiro país da América Latina a ter um prédio ‘ecologicamente correto’, com selo verde reconhecido internacionalmente. A obra, do Banco Real ABN AMRO BANK, localiza-se na Granja Viana, no município de Cotia, na grande São Paulo e está em pleno funcionamento desde janeiro deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edifício, de aproximadamente 600m2, conta com vários diferenciais ecológicos, como energia solar fotovoltaica para iluminação da área de auto-atendimento, equipamento para tratamento de esgoto (inclusive bacias sanitárias) e reuso das águas servidas; sistema de aproveitamento de água da chuva; telhado verde. Mais de 50 produtos –conhecidos como ecoprodutos-, que apresentam algum benefício capaz de classificá-los como “amigos do meio ambiente”, foram utilizados na obra, dentre eles tintas e massas corridas naturais sem insumos derivados de petróleo, tubulações sem PVC ou de material reciclado e resinas à base de óleo de mamona, para impermeabilização da fundação do prédio.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp2FhVSuosI/AAAAAAAAAII/BQP0kfIfqOo/s1600-h/Imagem+115.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além da excelência em tecnologias e materiais sustentáveis, a primeira construção sustentável do país recebeu há pouco mais de 15 dias uma certificação com validade internacional, conferida por uma entidade baseada nos Estados Unidos, que garante ao mercado o desempenho ambiental da obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para explicar detalhes da obra e sua importância para o mercado da construção civil e para o meio ambiente, o blog &lt;strong&gt;Liberdade de Expressão e Cultura&lt;/strong&gt; realiza uma entrevista inédita com o consultor Márcio Augusto Araújo, do IDHEA – Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica, responsável pela recomendação e orientação no uso de ecoprodutos e tecnologias sustentáveis no prédio do Banco Real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Liberdade de Expressão e Cultura – O que é uma construção sustentável?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcio Augusto Araújo&lt;/strong&gt; – É um sistema construtivo que planeja todas as intervenções, levando em conta o meio ambiente. Estas intervenções incluem estudos do local (como solo, clima, chuvas, umidade, orientação do sol), de forma a aproveitar o que a própria Natureza oferece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estes dados, é feito o projeto e planejamento da obra, são definidas as melhores abordagens do ponto de vista ambiental, além dos materiais, soluções e tecnologias a serem aplicadas. Define-se também o gerenciamento da construção, de forma que não impacte antes, durante e depois de pronta. Uma construção sustentável segue as diretrizes do conceito de desenvolvimento sustentável, buscando atender as necessidades do usuário atual, preservar o meio ambiente e os recursos naturais e garantir qualidade de vida para as gerações futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEC – Qual a diferença entre uma casa ecológica e uma casa sustentável?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; - Ambas são construções amigas do meio ambiente. Mas há diferenças. Numa casa ecológica, a obra acontece na Natureza, com recursos locais. Usa-se, por exemplo, a terra local para confeccionar blocos (adobe); usa-se mão de obra local; muitas vezes a construção é de tipo intuitiva, sem um projeto preliminar, isto é, cria-se a arquitetura com o próprio processo construtivo, sem projetos e profissionais da área. Este é o caso das construções de terra no Mali (que são maravilhosas!), das habitações indígenas ou mesmo iglus, onde blocos de gelo são usados para construir as casas dos esquimós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já numa casa sustentável, a obra é um trabalho multidisciplinar, envolvendo conceitos de arquitetura e engenharia civil, química, antropologia, sociologia, medicina e até mesmo espiritualidade. É uma visão holística da casa como microcosmo (mundo) do indivíduo que a ocupa. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Outro dado importante é que construções sustentáveis são urbanas, usam ecoprodutos e tecnologias fabricados em escala industrial, com controle de qualidade, atendendo às normas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;É muito mais importante, hoje, uma casa sustentável do que uma ecológica, pelo fato de que até 2027 mais de 70% da humanidade estarão em grandes cidades. É aí que se deve atuar com mais intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;LEC – O que um edifício desses representa para o meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; – É uma verdadeira revolução, na medida em que, se este tipo de construção for adotada pelo mercado, levará indústrias e fornecedores a mudarem seu modo de produção, visando materiais e processos mais limpos. Todos ganharemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Os benefícios também abrangem os aspectos de economia e saúde. Quanto mais um prédio investe em sustentabilidade, mais econômico ele se torna em relação a manutenção e gastos com energia, água e saúde do usuário. Se você gera sua própria energia, isso reduz custos e impactos sobre o meio ambiente. Idem com relação à água. Veja algo simples, como coletar e aproveitar a água de chuva, que, numa cidade como São Paulo, em dias de tempestade vai causar enchentes. Com um sistema desses, você economiza no uso da água no edifício para fins não potáveis (&lt;em&gt;Nota do Blog: não se pode beber, cozinhar, nem lavar roupas&lt;/em&gt;) e ainda ajuda a evitar enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp2EUlSuorI/AAAAAAAAAIA/jqpu6SZ-hGk/s1600-h/Foto2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088368643141444274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 269px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px" height="187" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp2EUlSuorI/AAAAAAAAAIA/jqpu6SZ-hGk/s200/Foto2.JPG" width="296" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;LEC - O que uma construção deve fazer para ser considerada sustentável?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; - Ela deve funcionar como um organismo vivo. Ela precisa de alimento (água e energia), de saúde (qualidade do ar e do ambiente interno, temperatura, som etc.), de tratar ou eliminar os resíduos que gera, dentre outras funções, para poder ser saudável e feliz. Numa edificação acontece a mesma coisa. Há nove passos para isso, que são os seguintes:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1. Planejamento Sustentável da Obra&lt;br /&gt;2. Aproveitamento passivo dos recursos naturais&lt;br /&gt;3. Eficiência energética&lt;br /&gt;4. Gestão e economia da água&lt;br /&gt;5. Gestão dos resíduos na edificação&lt;br /&gt;6. Qualidade do ar e do ambiente interior&lt;br /&gt;7. Conforto termo-acústico&lt;br /&gt;8. Uso racional de materiais de construção&lt;br /&gt;9. Uso de ecoprodutos e tecnologias sustentáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;LEC - O que o prédio tem de mais significativo, com relação a materiais e tecnologias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;AA&lt;/strong&gt; - Absolutamente tudo. A obra foi construída de acordo com uma metodologia chamada ACV (Análise de Ciclo de Vida), usando ecoprodutos e tecnologias sustentáveis. Os materiais foram todos estudados, antes que se decidisse seu uso. Por exemplo, os blocos escolhidos para vedação (para fechar as paredes) foram do tipo cerâmico, pois, com eles, se conseguiria manter o edifício com a temperatura interior mais equilibrada, com menos gastos com sistemas de ar condicionado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp6vbFSuouI/AAAAAAAAAIY/J5kRNlrb-q8/s1600-h/Consultor+MÃ¡rcio+AraÃºjo+orienta+instalaÃ§Ã£o+de+telhado+verde.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088697508787299042" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 233px; CURSOR: hand; HEIGHT: 177px" height="218" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp6vbFSuouI/AAAAAAAAAIY/J5kRNlrb-q8/s200/Consultor+M%C3%A1rcio+Ara%C3%BAjo+orienta+instala%C3%A7%C3%A3o+de+telhado+verde.JPG" width="310" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Eis uma lista: os tapumes usados na obra foram feitos com placas recicladas a partir de tubos de pasta de dentes; o cimento usado no concreto foi do tipo CPIII, que usa 70% de resíduo de siderurgia em sua composição, resultando em menor uso de matérias-primas virgens e emissão de CO2 (gás carbônico); a areia e a brita eram recicladas de entulho de demolição; os blocos cerâmicos contêm resíduos de celulose da indústria de papel; as placas cimentícias, usadas para fechamento interno de paredes, não têm amianto e têm fibras de PET (poliester extraído das garrafas de refrigerante); a massa corrida e a tinta são do tipo mineral, ou seja, não formam um plástico sobre a parede e permitem que a mesma 'respire', contribuindo para um ambiente interior saudável, sem contaminantes. A obra também contou com controle absoluto de solventes e substâncias tóxicas. Foi feito também um Telhado Verde (&lt;em&gt;N.B.: Na foto acima, o consultor Márcio Araújo orienta a implantação do Telhado Verde&lt;/em&gt;), que é uma área de cobertura com vegetação plantada, que serve para climatizar naturalmente o prédio, além de filtrar a água de chuva (que é aproveitada nos vasos sanitários do prédio) e causar um efeito estético e de bem-estar para quem está no banco. Até o piso do estacionamento foi feito com lajotas recicladas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Com relação a tecnologias, o banco tem energia solar para iluminação da área de auto-atendimento (é o primeiro uso deste gênero no Brasil); no subterrâneo da agência, está instalado um sistema que recolhe todas as águas usadas no prédio, as trata e as devolve em condição de reuso para regar plantas no jardim e lavar a área. As águas da chuva são coletadas em tubulações sem PVC (cuja produção e uso são nocivas ao meio ambiente) e utilizadas nas bacias de descarga dos vasos sanitários. O sistema de ar condicionado é um climatizador, que mantém a umidade relativa do ar segundo os parâmetros adequados para o ser humano (em torno de 60%, segundo a OMS), com ventilação constante do ambiente, com 100% de troca de ar. Todas as làmpadas são de baixo consumo, sem contar os LEDs, que são semicondutores, que iluminam os ambientes com vida útil de 100 mil horas. Na área de paisagismo, além do uso de vegetação do ecossistema local, foram usadas plantas que absorvem toxinas ambientais, utilizando pesquisas da própria Nasa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Nunca se havia feito nada igual no Brasil. Nos EUA, que é de onde vem a certificação da obra, não existe nada semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEC - Como o edifício sustentável pode melhorar a qualidade de vida dos usuários e moradores?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;MAA &lt;/strong&gt;- Em geral as pessoas não se dão conta, mas passamos 2/3 de nossas vidas dentro de algum tipo de edificação. Portanto, é fundamental criar ambientes saudáveis, sem poluentes que possam causar doenças. Isso é básico em obras sustentáveis. Há mesmo indicadores conhecidos como IAQ (Indoor Air Quality/ Qualidade do Ar Interno) ou IEQ (Indoor Environmental Quality/ Qualidade do Meio Ambiente Interno).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A casa é o nosso meio ambiente, enquanto estamos nela. Deve-se criar um ambiente isento da presença de poluentes diversos (como os COVs - compostos orgânicos voláteis), com umidade relativa do ar em torno de 60% (índice determinado pela OMS como ideal para o ser humano), de forma a criar, inclusive, uma proteção para o usuário ou morador em relação à toxicidade do ambiente externo, que é bastante elevada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;LEC - A obra ficou mais cara do que uma construção tradicional?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; - Sim. A obra chegou a custar 20% a 30% mais caro do que uma construção comum. Estes custos devem-se, principalmente, às tecnologias sustentáveis implementadas, como o sistema de ar condicionado (que na verdade é um climatizador de ambiente, com um consumo muito menor de energia, além de não desumidificar o ar); a iluminação da área de auto-atendimento por energia solar fotovoltaica; o sistema de tratamento de esgoto doméstico, com reuso das águas tratadas e o aproveitamento da água de chuva. No entanto, se houver um planejamento integrando todas as interfaces sustentáveis da obra desde o princípio, é possível chegar de 1% a 5% de diferencial a mais na obra ou mesmo empatar os custos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;LEC – A obra foi certificada. O que é um sistema de certificação para uma obra sustentável?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; – Grosso modo, é um “selo verde” para o prédio. Uma entidade documenta que o edifício tem uma série de características comprovando que ele agride menos o meio ambiente do que um prédio convencional, que é mais saudável e que, por isso, merece um destaque no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEC - O Brasil tem uma certificação própria?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MAA &lt;/strong&gt;- Não, ainda não tem. As empresas certificadoras no país são representantes do sistema norte-americano LEED (da sigla em inglês Liderança em Energia e Design Ambiental), que certificou o prédio do Banco Real. As grandes empresas estão montando uma versão brasileira do Green Building Council (Conselho da Construção Verde), mas, novamente, é um sistema que opera a partir de regras oriundas de países do hemisfério Norte, cuja realidade é muito diferente da nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior problema deste sistema que certificou a obra é que ele contempla questões de energia, que é o maior problema das nações do hemisfério Norte, mas não do Brasil, que é um país tropical. No caso brasileiro, é tão importante ou mais contemplar obras que utilizem produtos sustentáveis, uma vez que, em países em desenvolvimento, as questões mais cruciais envolvem a necessidade de geração de empregos e desenvolvimento tecnológico, o que pode ser estimulado por uma demanda da indústria da construção civil por materiais diferenciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem uma construção sustentável que crie uma verdadeira cadeia, envolvendo fornecedores, fabricantes, prestadores de serviço -ou seja, sem unir todos os elos-, pouco se conseguirá de retorno efetivo para o meio ambiente. É importante estimular um novo mercado, de ecoprodutos e de fornecedores com consciência ambiental. Sem isso, corre-se o risco de trocar figurinhas e de apenas se fazer marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEC - Qual o melhor sistema de certificação para obras sustentáveis hoje? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; - É o australiano Green Star, do Gbcaus (Conselho da Construção Verde da Austrália). Seus parâmetros de avaliação se adequam a nações do hemisfério Sul –casos de Brasil e Austrália. Sua avaliação técnica é bastante profunda e engloba o todo da obra. No sistema norte-americano, praticamente só se contemplam questões de energia e qualidade do ar interior. Ora, se quiséssemos ter usado PVC ou outros materiais cuja produção ocasionam riscos à saúde e meio ambiente, poderíamos tê-lo feito, sem restrições. Se isso não foi feito, é porque, seguindo as recomendações do IDHEA, o Banco Real fincou pé em usar o máximo possível de ecoprodutos e tecnologias sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEC - Os edifícios verdes são uma tendência no mercado imobiliário?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; - No mercado corporativo, os edifícios verdes estão se tornando uma tendência, inclusive porque o discurso ambiental está sendo incorporado pelas grandes empresas, que querem, a todo custo, mostrar que são "ecológicas" (ponha entre aspas, por favor). Hoje, o mercado mundial tem muito mais marketing do que realidade. Apenas economizar energia não resolve o problema da poluição da água, do ar, do solo, dos alimentos e da miséria de bilhões de seres humanos, à margem da economia planetária. Sem incluir uma visão sócio-ambiental, este tipo de construção sustentável corre o risco de se tornar algo para "inglês ver".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção civil tem obrigação de melhorar processos e estimular uma indústria de produtos sustentáveis, já que é um dos setores que mais consome matérias-primas e o terceiro maior emissor de CO2 à atmosfera. A produção de cimento sozinha corresponde a 10% de todas as emissões de CO2 do planeta. É absurdamente imenso!. Então, fico muito receoso quando vejo cimenteiras promovendo concursos de “construção sustentável”, sendo que o que elas deveriam fazer seria investir em processos limpos e em produtos que, por exemplo, façam seqüestro de carbono, como o cimento magnesiano que foi desenvolvido na Austrália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De toda forma, no caso da obra do Banco Real ABN AMRO, posso afirmar que é a construção mais completa e sustentável já edificada no Brasil até hoje e, possivelmente, ainda o será por muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEC - Falamos muito de construções para o mercado corporativo, mas como ficam as construções residenciais sustentáveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;MAA&lt;/strong&gt; - Para mim, particularmente, estas obras são fundamentais para a sociedade. Não são as que vão dar mais dinheiro, mas são justamente as construções nas quais as pessoas que moram nas grandes cidades vão viver e ver que, realmente, é possível contribuir com o meio ambiente. E sem sair de casa (risos)!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Na mídia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jornal "Folha de S. Paulo", edição de 8 de julho/2007 (primeira matéria a sair sobre a obra certificada). Links com acesso apenas para assinantes UOL:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/construcao/cs0807200701.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Construção verde tipo importação1&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/construcao/cs0807200702.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Construção verde tipo importação2&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sites recomendados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Construção sustentável&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.idhea.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;IDHEA - Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.gbcaus.org/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Gbcaus (Green Building Council of Australia)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Defesa do meio ambiente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Greenpeace&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Ecoprodutos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.biohaus.es/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Biohaus&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.realgoods.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Gaiam Realgoods&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Tecnologias Sustentáveis&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ata.org.au/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;ATA – Associação de Tecnologias Alternativas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Leituras recomendadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"Agenda 21 para a construção sustentável"&lt;/span&gt; - ed. traduzida, &lt;a href="http://www.pcc.usp.br/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;escola Politécnica USP&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Arquitetura ecológica" - Ennio Cruz da Costa - editora Edgard Blücher Ltda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Eficiência energética na Arquitetura" - Roberto Lamberts, Luciano Dutra, Fernando O.R. Pereira, PW editores, SP&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"El efecto de los iones" - Como la electricidad del aire rige la vida y la salud - Fred Soyka e Alan Edmonds, Edaf (Madri)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Feng-shui - A ciência do paisagismo sagrado na China Antiga" - Ernest J. Eitel, Ground&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Guía de consumo sostenible" - Ma. Antonia García (coordenadora geral), Iberdrola (Espanha)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"La casa y oficina ecológicas - Una guía para construir y comprar hábitats saludables" - Gustavo Garzón, Martínez Roca (Colombia)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Sustainable Sewerage" - Guidelines for community schemes - R. A. Reed, ITP (Inglaterra)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Terra - O coração ainda bate (Guia de Conservação Ambiental)" - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem - editora Tchê&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Una nueva ciencia de la vida" - Rupert Sheldrake, editorial Kairós (Barcelona)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-9190583078098902451?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/9190583078098902451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=9190583078098902451' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/9190583078098902451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/9190583078098902451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/brasil-primeiro-pas-da-amrica-latina.html' title='Brasil é primeiro país da América Latina a ter obra sustentável certificada'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rp62V1SuovI/AAAAAAAAAIg/o1b5_Z3lA6s/s72-c/Imagem+128.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-1677780820993362077</id><published>2007-07-12T11:16:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T12:23:03.921-03:00</updated><title type='text'>O Oriente Médio e as não-armas para a Paz</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RpZESVSuomI/AAAAAAAAAHY/TLgV8wR1ZG8/s1600-h/Gandhi2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086327910905586274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 222px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px" height="225" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RpZESVSuomI/AAAAAAAAAHY/TLgV8wR1ZG8/s200/Gandhi2.jpg" width="246" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/Mohandas_Gandhi_resized_for_biography.jpg"&gt;&lt;/a&gt;No dia 12 de julho de 2006, há exatos 12 meses, iniciava-se uma nova guerra no Oriente Médio. Após um ataque na fronteira entre Israel e Líbano, provocado pela milícia libanesa xiita Hezbollah, Israel e o grupo islâmico começariam um conflito de mais de um mês, que terminaria com a morte de cerca de 1,2 mil libaneses, 200 israelenses e prejuízos da ordem de pelo menos US$ 2 bilhões para o Líbano. Ainda hoje, o Líbano se ressente dos efeitos da guerra e Israel vive períodos de instabilidade política, pela perda de credibilidade de seu primeiro-ministro, Ehud Olmert.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um ano depois, pergunta-se: Quem ganhou a guerra? Os pró-israelenses dizem que Israel, já que o objetivo de afastar os milicianos xiitas de suas fronteiras foi alcançado. Os pró-Hezbollah afirmam que foi o grupo guerrilheiro, pois seu poderio continua intacto e cresceu no cenário político libanês, pela omissão do governo constituído daquele país durante a guerra e da adesão de setores antes avessos aos islâmicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se há dúvidas sobre quem venceu a guerra, existe a certeza de que, outra vez, quem perdeu foi a região. Como também o mundo, envenenado por notícias diárias que espalham por toda a parte o ódio, inoculando no interior das pessoas o vírus do anti-semitismo, do terrorismo islâmico e do sionismo de tendência fascista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para o Oriente Médio e todos seus países, só há uma saída: a paz. Não a paz engendrada pelas grandes potências, que, como lobos em pele de cordeiro, articulam negociações que humilharão um dos lados. Não a paz dos grupos terroristas, que desejam a eliminação do Estado de Israel e a estigmatização de um povo que tantas contribuições deu e dá a toda a humanidade. Não a paz que segregue e humilhe os palestinos, confine-os em seu território dividido e ocupado, ou que entregue os povos árabes e islâmicos nas mãos de elites corruptas, que utilizam a religião como instrumento de manipulação das consciências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Este tipo de paz resultará, no médio e longo prazos, em novos conflitos. Só há uma paz possível: a que leve ao desenvolvimento de uma cultura de solidariedade e convivência entre os povos no Oriente Médio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Exército de Gandhis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A única solução para o Oriente Médio, ao invés do terrorismo e da luta armada, é a formação de um exército de Gandhis, com lideranças dispostas a atuar pela paz, preparadas e instruídas dentro de um espírito de não-violência. É mister que sejam líderes surdos às insinuações e provocações daqueles que propõem acordos incendiários, a retaliação, que jamais ficam satisfeitos com nenhuma solução e sempre querem mais. É imperativo que sejam líderes limpos, que amem mais à honra e ao semelhante, do que o dinheiro, os prazeres, as pompas e os encontros com chefes de Estado. É fundamental que sejam líderes que olhem para seus oponentes não como inimigos, mas como seres humanos; que entendam que palestinos e islâmicos não são animais, e que os israelenses não são monstros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O surgimento de líderes com este espírito mudaria a correlação de forças na região, pela provável adesão de suas populações, fartas de lutas, guerras e ódio. Em sua essência, o islamismo é uma religião de paz (a etimologia da própria palavra significa 'Paz'); em sua essência, os israelenses são um povo de paz, culto e civilizado. Ambos, portanto, são povos abertos e pré-dispostos a reconhecer o outro e suas necessidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A ação da não-violência não representa passividade ou aceitação do erro alheio. Não significa, jamais, covardia, subserviência ao mais forte ou ir para o matadouro como um cordeiro trêmulo e sem reação. Gandhi ensinava: "A intenção daquele que pratica a não-violência nunca é embaraçar o adversário injusto. Ele não deseja suscitar-lhe o medo, mas alcançar-lhe o coração. A meta do não-violento é converter o mau, não o constranger". O Mahatma também dizia: "O princípio da não-violência em que acredito é uma força extremamente ativa. Não há nele qualquer lugar para a covardia nem para a fraqueza".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um único homem, Mahatma Gandhi, foi capaz de conduzir milhões de seres humanos a superar o colonialismo britânico e alcançar a independência da Índia. Contudo, a semente da paz havia sido depositada dentro de Gandhi meio século antes, pela leitura das obras do pacifista norte-americano Henry David Thoreau, que pregava a desobediência civil contra as arbitrariedades do Estado em seu país. Posteriormente, o exemplo de Gandhi deu origem a outros grandes líderes, como Martin Luther King, que encabeçou a luta pelos direitos dos negros, nos EUA, e Nelson Mandela, na África do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tanto Gandhi como Luther King foram mortos por extremistas inimigos da paz duradoura. Mas isso é o menos importante. O próprio sábio indiano conhecia os riscos a que estava exposto. Ele dizia: "Se encorajo de bom grado milhares de militantes a sacrificar a própria vida na luta não-violenta, isso não significa que eu não dê nenhum valor à vida. Sei apenas que, a longo prazo, daí resultará o menor número possível de vidas perdidas. Além do mais, é uma luta que enobrece aqueles que nela perdem a vida, e cujo sacrifício enriquece moralmente o mundo."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Frases de Gandhi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;O princípio de não-violência em que acredito é uma força extremamente ativa. Não há nele qualquer lugar para a covardia nem para a fraqueza&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Não se impaciente com o fato de o método da não-violência parecer um processo extremamente lento. É, na verdade, o mais rápido por ser o mais seguro&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;A força não diz respeito a uma capacidade física. Ela se baseia numa vontade indomável. É assim que um pequeno grupo de espíritos determinados, tomados por uma fé infinita em sua missão, pode mudar o curso da história&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Em nosso estado atual, meio homens, meio animais, nossa arrogante ignorância nos leva a pensar que concretizamos mesmo o projeto de nossa espécie pagando ofensa com ofensa, acumulando, portanto, o que é preciso de cólera para isso. Desejamos acreditar que as represálias são a lei de nossa espécie, quando todas as Escrituras indicam que as represálias nunca são obrigatórias, mas sim, quando muito, permitidas dentro de certas condições. A contenção, sim, é que é obrigatória&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Quando acatamos a não-violência, não devemos manifestar qualquer sentimento de cólera em relação á pessoa que nos causou algum mal. Não devemos desejar a ela nenhum mal, nem injuriá-la, menos ainda ataca-la fisicamente: devemos antes desejar-lhe uma sorte feliz e, em todo caso, suportar todo o malfeito que ela ainda pode nos causar. A não-violência implica uma total inocência.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Os maiores homens sempre foram solitários. Os grandes profetas, como Zoroastro, Buda, Jesus, Maomé, foram todos solitários. Mas, graças à fé em si mesmos e em seu Deus, graças à certeza de terem Deus ao lado deles, eles nunca se sentiram sozinhos&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Não pretendo ser um visionário. Vejo-me, antes de tudo, como um idealista prático&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Leituras recomendadas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Princípios de Vida", Mahatma Gandhi, editora Nova Era&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Gandhi", de Louis Fischer"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Desobediência Civil" e "Walden", de Henry David Thoreau&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Onde existe luz", Paramahansa Yogananda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"O Jardim dos Virtuosos - Volumes 1 e 2", coletâneas de frases e passagens da vida (hadiths) do profeta Muhammad, Sociedade Beneficente Muçulmana de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Tu e Eu", Martin Buber&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Entre a água e a selva", Albert Schweitzer&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Filmes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Gandhi", de Richard Attenborough (DVD disponível para compra e locação)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Videos relacionados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Clique sobre o título para assistir. Nos dois primeiros, pode-se ouvir a voz do grande mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Lcc9dJhZyCE"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Gandhi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=e5sZKU4OdP0&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;One World&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-tFUFtXKq9Q&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Mahatma Gandhi - Bapu&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-1677780820993362077?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/1677780820993362077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=1677780820993362077' title='147 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1677780820993362077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1677780820993362077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/o-oriente-mdio-e-as-no-armas-para-paz.html' title='O Oriente Médio e as não-armas para a Paz'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RpZESVSuomI/AAAAAAAAAHY/TLgV8wR1ZG8/s72-c/Gandhi2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>147</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-5014876823369383886</id><published>2007-07-07T21:40:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T15:18:19.164-03:00</updated><title type='text'>Equilíbrio interior</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RpA0fkCe0MI/AAAAAAAAAHI/hjNZKbUuwmo/s1600-h/Flor+de+LÃ³tus2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084621696155963586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 232px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" height="182" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RpA0fkCe0MI/AAAAAAAAAHI/hjNZKbUuwmo/s200/Flor+de+L%C3%B3tus2.JPG" width="242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A noite e o dia. A vida e a morte. O desejo e o medo. O lodo e o lótus. Dentro e fora. Na aparência, são fenômenos e estados contrários e separados. Mas na realidade formam uma unidade. Um não existe sem o outro. Estão intimamente ligados e se alternam num movimento pendular, como para mostrar a efemeridade de tudo que nos cerca. Nada é estático; nada é só preto ou branco; nada é permanente. A inconstância e transitoriedade das coisas chamam o espírito humano à necessidade de compreender a dança dos opostos e de conviver com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dividimos o dia em manhã, tarde e noite; dividimos as estações em verão, outono, inverno e primavera. Vemos tudo dividido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dividimos nossos humores em diferentes emoções. Ora estamos tristes, ora alegres ou raivosos, deprimidos, esperançosos...Dividimos fora e dividimos dentro. Vivemos divididos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estamos nós, dentro de nós? O que em nós é constante? Há algo em nosso interior menos instável que nosso eu ora temeroso, ora repleto de desejos? Existe em nós um lugar no qual possamos nos proteger das perdas inevitáveis que nos esperam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns seres, cujas biografias são exemplos de equilíbrio, afirmam que sim. Fossem as situações externas favoráveis ou tempestuosas, mantinham sempre a mesma serenidade e conduta. Como sabiam que tanto o bem como o mal são passageiros, seguiam o caminho do meio, sem se apegar aos eventos externos, em busca do centro de onde tudo emana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chave para o equilíbrio é despertar para a necessidade de entregar-se a este centro interno, de onde se manifestam sabedoria e proteção. Ele é o berço do eu imperecível; o ponto de atração e repulsão de todas as coisas. É neste centro que habita o que chamamos de 'voz interior'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar-se com o próprio centro é manter a vitalidade estável: daí provêm a força, as virtudes e o amor profundo. É também a partir do distanciamento deste centro que se manifestam os extremos ('ex-cêntrico'/fora do centro), que conduzem ao desequilíbrio, à dor e à perda da ligação com o eu real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver sem contato com este centro é como passear no campo e ver as formas que compõem a Natureza -como pássaros, árvores e bichos- dissociadas, sem vínculo entre si. Mas viver em união estreita com o próprio centro é semelhante a passear neste mesmo campo e, diante da água, dos pássaros, do zumbido dos insetos e da presença das montanhas, contemplar um quadro único e harmonioso, simultaneamente em repouso e movimento. É compreender que, como num corpo perfeito, cada elemento corresponde a um órgão fundamental para o funcionamento de um todo único e indestrutível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Livros recomendados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autoconhecimento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;"As quarenta questões sobre a alma" - Jacob Boehme, &lt;a href="http://www.polareditorial.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Polar Editorial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Autobiografia de um yogue" - Paramahansa Yogananda, &lt;a href="http://www.blogger.com/www.omnisciencia.com.br"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Omnisciência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romances&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"O Fio da Navalha", de W. Somerset Maugham&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.librosgratisweb.com/html/hesse-hermann/siddharta/index.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Sidarta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, de Hermann Hesse (clique no título para baixar o livro em arquivo pdf, em espanhol)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Filmes&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Fio da Navalha", de Edmund Goulding, com Tyrone Power e Gene Tierney (disponível em DVD, em Clássicos)&lt;br /&gt;"Dança com Lobos", de Kevin Costner, com Kevin Costner (disponível em DVD)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Vídeos relacionados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lorenna Mackinett – &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=p8C8AVWLhwI&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Mummers Dance&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Enya – &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ae68NB-mOe4"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Caribbean Blue&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Enya – &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=1NNLzheTxCA"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Only Time&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-5014876823369383886?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/5014876823369383886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=5014876823369383886' title='91 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5014876823369383886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5014876823369383886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/equilbrio-interior.html' title='Equilíbrio interior'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RpA0fkCe0MI/AAAAAAAAAHI/hjNZKbUuwmo/s72-c/Flor+de+L%C3%B3tus2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>91</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-1600261077141021715</id><published>2007-07-05T20:20:00.001-03:00</published><updated>2008-03-22T09:24:27.516-03:00</updated><title type='text'>As manipulações da mídia – continuação</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Ro3SBECe0LI/AAAAAAAAAHA/karyJwRh9W4/s1600-h/A+raiz+da+Liberdade+Ã©+a+Verdade.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083950470077010098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="231" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Ro3SBECe0LI/AAAAAAAAAHA/karyJwRh9W4/s200/A+raiz+da+Liberdade+%C3%A9+a+Verdade.JPG" width="208" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nunca foi intenção deste blog exercer a função de ombudsman da mídia, denunciando manipulações, desmandos, omissões e –por que não dizer?- falcatruas. Se este fosse o objetivo, o espaço teria que se dedicar exclusivamente a essa finalidade, o que não é, nem jamais foi a proposta do blog &lt;strong&gt;Liberdade de Expressão e Cultura&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o post “As manipulações da mídia” gerou controvérsias, ataques vindos de/e em outros espaços, inclusive, um na própria área de administração do blog, feito por um “hacker”, que inutilizou a ferramenta por um dia –situação já contornada. Até de apologia ao terrorismo o texto foi acusado, sendo que seu mote é simples: a grande imprensa manipulou a tentativa de atentado terrorista na Inglaterra, aumentou suas proporções e alcance, procurando acuar ainda mais os muçulmanos não só naquele país, mas em todo o mundo. O post anterior mostrou como isso tem acontecido sempre que a oportunidade se apresenta, com informações e dados comparativos, de maneira objetiva. É isso que esta continuação pretende fazer, selecionando mais algumas passagens que demonstram como, para certo tipo de imprensa, o importante é manipular fatos, ora pela omissão, distorção ou mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ataque terrorista no Iêmen&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira passada, dia 2 de julho de 2007, um atentado terrorista no Iêmen matou 10 pessoas: sete turistas espanhóis e três iemenitas (um dos quais o próprio homem-bomba). O fato recebeu míseras linhas da imprensa ocidental, na terça-feira, ao contrário do atentado que não houve na Inglaterra. Possivelmente pelo Iêmen ser um “país periférico”, pouco digno das agências de notícias internacionais e de seu potencial para causar histeria coletiva. Mesmo com a morte de sete espanhóis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta-feira, dia 4 de julho, ocorreu um protesto no Iêmen com grande parte da população e dirigentes daquele país, clamando em alto e bom som: “Não ao terrorismo! Não à Al Qaida!” Aconteceu o que determinados setores da imprensa de todo o mundo acusam os muçulmanos, inclusive os moderados e civis comuns, de não fazerem: uma gigantesca manifestação pública contra o terror. Que passou praticamente em branco na imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum dos quatro grandes jornais brasileiros citou o ocorrido, preferindo ater-se exclusivamente à tentativa de atentado na Inglaterra. Dentre os jornais internacionais, só o espanhol “El País” deu em sua primeira página fotos da passeata de protesto ao terrorismo no Iêmen, que terminou diante da embaixada da Espanha, para prestar condolências às vítimas do atentado. A matéria (que pode ser lida clicando-se sobre o título em espanhol) é "&lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/espana/Miles/yemenies/solidarizan/victimas/atentado/elpepuesp/20070705elpepunac_10/Tes"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Miles de yemeníes se solidarizan con la víctimas del atentado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;" (Milhares de iemenitas se solidarizam com as vítimas do atentado).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;O mesmo “El País”, numa verdadeira demonstração de civilidade e para ajudar a impedir que o preconceito se espalhasse contra o Iêmen, publicou, na mesma edição, a bela crônica ‘&lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/revista/agosto/Yemen/elpepuint/20070705elpepirdv_13/Tes"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;O Outro Iêmen’&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;(clique sobre o título para ler no original, em espanhol).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Burca ou lenço?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ignorância ou má fé? Fica a dúvida ao ler o texto &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL64230-5602,00.html"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Clérigo rebelde foge com burca&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, no “Globo Online”. A matéria fala de um clérigo islâmico preso no Paquistão ao tentar fugir do país usando uma burca –que, vê-se pela foto, não é burca, mas 'hijab'. Possivelmente, o erro vem da agência de notícias, que confunde 'hijab' (lenço ou véu) com burca, indumentária de origem afegã, que cobre o corpo inteiro da mulher, não deixando qualquer parte à mostra. Engano ou não, trata-se de mais uma propagação de um equívoco, que apresenta esse adereço como se fosse islâmico. Não é: a burca surgiu no começo do século 20, durante o regime de Habibulla (1901-1919), que a criou para ocultar as mulheres de seu harém. Na década de 50, tornou-se popular no Afeganistão, pois passou a ser copiada das classes altas como símbolo de status social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Burca, extirpação do clitóris feminino, morte por apedrejamento são corriqueiramente mostrados pela mídia como costumes inerentes ao Islã. Não são. São costumes tribais ou de países onde há muçulmanos, mas não fazem parte da tradição islâmica. O mesmo ocorre com o suicídio, que é condenado no Alcorão (supremo livro do islamismo e principal base para o Direito Islâmico). Adianta alguma coisa dizer que o suicídio não tem base islâmica? Muito pouco. Com raras exceções, a mídia não tem o menor interesse em conhecer o que não entende. Alhos tornam-se bugalhos e dessa maneira forma-se uma imagem pejorativa do islamismo mundo afora. Como há pouca gente em condições culturais de rebater e apontar os equívocos, as coisas ficam por isso mesmo e o erro se propaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informação precisamente precisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redundância acima é proposital, para mostrar que não há acasos no que este blog publica. No post anterior, um dos parágrafos no tópico “Pequena lista de mentiras, distorções e omissões da mídia” menciona que um dos quatro maiores jornais do país, em sua versão online, não deu a mesma informação em igualdade de condições para os envolvidos, quando do aniversário dos 40 anos da Guerra dos Seis Dias, entre Israel e árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa amiga alertou este blog que o referido veículo de comunicação havia dado os dois lados. Ela só não percebeu que a visão israelense foi publicada no dia 2 de junho e a versão árabe só apareceu no dia 5 do mesmo mês. Três dias depois, quando o impacto da matéria já havia diminuído. Onde está a igualdade, portanto? Terá sido “ato falho”? Para aqueles que gostam de psicanálise freudiana, “ato falho” pode ser entendido como algo que o consciente não deseja, mas o inconsciente sim e que acontece, muitas vezes com conseqüências inesperadas. Nada que uma errata não pudesse ter resolvido. Contudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão israelense, no dia 2 de junho (clique sobre os links para abrir):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/02/123.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Link1&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/02/129.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Link2&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ext/especial/extraonline/galerias/mundo/2007/06/01/20542900/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Link3&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A versão árabe, no dia 5 de junho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ext/especial/extraonline/infograficos/2007/06/6diasaudio/01.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Link4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ext/especial/extraonline/infograficos/2007/06/6diasaudio/04.htm"&gt;&lt;strong&gt;Link5&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-1600261077141021715?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/1600261077141021715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=1600261077141021715' title='85 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1600261077141021715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1600261077141021715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/as-manipulaes-da-mdia-continuao.html' title='As manipulações da mídia – continuação'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Ro3SBECe0LI/AAAAAAAAAHA/karyJwRh9W4/s72-c/A+raiz+da+Liberdade+%C3%A9+a+Verdade.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>85</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-2314227140279446120</id><published>2007-07-03T09:26:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T09:54:19.490-03:00</updated><title type='text'>As manipulações da mídia</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RopA9kCe0HI/AAAAAAAAAGk/ons0Bmgh1oc/s1600-h/ManipulaÃ§Ãµes+da+mÃ&amp;shy;dia1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082946555831308402" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 221px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px" height="180" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RopA9kCe0HI/AAAAAAAAAGk/ons0Bmgh1oc/s200/Manipula%C3%A7%C3%B5es+da+m%C3%ADdia1.JPG" width="321" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A recente descoberta de carros-bomba em Londres, na Inglaterra, desencadeou no mundo ocidental mais uma avalanche de anti-islamismo e de manipulação de informações e conceitos por parte da mídia. Embora nada tenha acontecido de efetivo –exceto a descoberta de veículos carregados com material com potencial explosivo-, a imprensa ocidental transformou uma tentativa de atentado em atentado de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente na seqüência da descoberta destes veículos, no dia 30 de junho, um carro explodiu ao bater numa parede do aeroporto de Glasgow, sendo definido como “atentado terrorista” antes mesmo de qualquer averiguação da polícia britânica. Soou então o alerta vermelho não apenas na Inglaterra, mas na casa de seus patrões, os EUA. Com ele, foi deflagrada uma nova onda histérica, acompanhada de mais uma caça às bruxas (leia-se 'comunidade islâmica'). O monstro terrorista, que se explode e leva consigo criancinhas e inocentes indefesos em restaurantes, está à espreita novamente. Jornais como o inglês “The Times” escrevem que não apenas os muçulmanos radicais, mas também os moderados, são potencialmente responsáveis por não declararem sua aversão ao terrorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de comportamento da grande mídia ocidental não é de se estranhar, uma vez que quase toda ela é muda e subserviente aos desmandos e ao terrorismo oficial de Estados Unidos, Inglaterra e Israel, que invadem nações e territórios, violando continuamente as Leis Internacionais e as Resoluções da ONU. Israel, por exemplo, só se lembra da ONU para mencionar a resolução (aliás extremamente controversa) que deu origem a seu país. Quando se mencionam as mais de 60 resoluções não acatadas, a resposta das autoridades israelenses é invariável: “A ONU é um organismo antiamericano ou dominado por países árabes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro destes países, muito além da realidade ‘real’, as ameaças terroristas são usadas como forma de colocar um cabresto na opinião pública e justificar mais intervenções contra outros povos, além de estigmatizar a oposição e aterrorizar estrangeiros residentes. “Se eles não gostam de nossa sociedade aberta, que voltem para seus países de origem”. Ou “eles se aproveitam de nossas democracias para miná-las internamente, que vão embora”. Por trás destes chavões surrados, oculta-se uma política que visa legitimar o preconceito racial e que pretende criar aparthaids contra imigrantes islâmicos, apresentando-os como incapazes de viver em sociedade. Pretende-se, também, mostrar a política norte-americana para o Oriente Médio como indispensável para ensinar aos ‘bárbaros’ islâmicos o que é democracia. Naquela região, uma vida inglesa, israelense ou norte-americana vale mais do que a de 500 mil iraquianos -número de mortos desde a invasão do Golfo, de 1991 até a queda de Saddam, em 2003, em consequências da contaminação pelo uso de bombas de urânio empobrecido. “É o preço a pagar pela liberdade”, como ensinou a ex-secretária norte-americana do governo Clinton, Madeleine Albright.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se é verdade...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se é verdade que os ataques terroristas mataram 3 mil pessoas nos EUA, também é verdade que o terrorismo de Estado norte-americano já é diretamente responsável pela morte de 1 milhão de pessoas no Afeganistão e Iraque, além do deslocamento de 6 milhões de seres humanos para países como Síria, Irã e Paquistão, criando novos barris de pólvora na região, sem infra-estrutura adequada para abrigar tanta gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é verdade que o terrorismo palestino ou islâmico matou cerca de 2 mil pessoas em Israel ao longo de 30 anos, também é verdade que Israel já matou mais de 50 mil civis e inocentes no mesmo período, sem contar militantes jihadistas e os mortos pelo terrorismo oficial daquele país, batizado de “assassinato seletivo”. Para Israel, EUA e Inglaterra, a mídia sempre dispõe de algum eufemismo para suavizar suas ações, tais como “assassinatos seletivos” no lugar de terrorismo; ou “ocupação”, em vez de “invasão”. Consciente ou inconscientemente, retoma-se o mesmo vocabulário do tempo da colonização britânica na Índia ou Oriente Médio.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Pequena lista de mentiras, distorções e omissões da mídia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Governo “terrorista” do Hamas – Eleito democraticamente no começo de 2006, antes mesmo que tomasse posse ou que adotasse qualquer tipo de conduta pró ou contra-Israel, o novo governo foi boicotado pelos EUA e nações ocidentais, e o dinheiro dos impostos palestinos foi confiscado por Israel. Sim, é verdade que o Hamas é inimigo figadal de Israel. No entanto, antes de qualquer tentativa de negociação, um governo democraticamente eleito foi sabotado, e mais de 2 milhões de pessoas foram deixadas à míngua, confinadas em dois territórios de maneira ainda mais indigna do que antes. O resultado foi uma briga fratricida entre milhares de desempregados, já atolados no banditismo comum a sociedades marginalizadas. Agora, Abbas surge como único representante legítimo da Palestina e Israel mostra sua “generosidade” ao repassar, mais de 1 ano depois, o dinheiro que sempre pertenceu àquele povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo, um dos quatro maiores jornais online do país, durante a data de aniversário dos 40 anos da Guerra dos Seis Dias, em 1967, entre Israel e países árabes, publicou exclusivamente o ponto de vista israelense (no dia 2 de junho), violando o princípio mais básico do jornalismo, que é ouvir a voz de todos os envolvidos em igualdade de condições. Apenas a partir do dia 5 de junho, a versão árabe foi apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também há pouco mais de um mês, outro veículo da grande imprensa paulistana distorceu uma notícia sobre a morte por apedrejamento de uma jovem no Curdistão iraquiano. A culpa recaiu sobre os muçulmanos, sempre apresentados convenientemente como bárbaros incapazes de decidir seu próprio destino. No caso em questão, a jovem foi apedrejada por membros da seita zaidista, por haver se convertido ao Islã para se casar com um muçulmano. Exatamente o oposto do difundido pela referida publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa pró-Ocidental se esforça continuamente para descaracterizar a insurgência iraquiana, classificando-a e a todos que combatem as forças americanas naquele país como “terroristas”. A mídia vende o conflito como uma guerra étnica, entre sunitas e xiitas. A presença de mais de 200 mil mercenários a soldo do exército norte-americano e das corporações petrolíferas simplesmente é omitida, bem como as ações das agências de inteligência na região.&lt;br /&gt;O mesmo veículo de comunicação que omitira a visão árabe da Guerra dos Seis Dias, chega –por ocasião dos novos “atentados” na Inglaterra- ao absurdo de escrever que a preferência dos terroristas pela capital inglesa se deve ao fato de a Inglaterra ser uma sociedade aberta (como se os terroristas não cometessem atentados também na Argélia, no Marrocos, no Iêmen e até mesmo na Coréia do Norte) e ser forte candidata a centro financeiro mundial (Quais as grandes empresas inglesas? No que a Inglaterra se fortaleceu como centro financeiro mundial, desde a devolução de Hong Kong à China? Desde quando um artigo de “The Independent” serve como base para alguma afirmação econômica definitiva?). Não seria apenas por que a Inglaterra, junto com os EUA, invadiu o Iraque? Quantos atentados islâmicos houve na Grã-Bretanha antes da invasão anglo-americana ao Iraque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia não divulga, por exemplo, que, em janeiro de 2007, pesquisa realizada pelo Instituto Gallup –o de maior credibilidade em todo o Ocidente- mostrou que apenas 7% dos 1,4 bilhão de muçulmanos são favoráveis ou justificam, de alguma maneira, o terrorismo. Motivo: não interessa melhorar a imagem dos muçulmanos no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia também omite que, hoje, cerca de 2/3 dos muçulmanos no mundo vivem em países democráticos ou nos quais a democracia avança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás das informações lançadas de forma bombástica ou distorcida ao público ocidental, percebe-se a verdadeira vocação da mídia servil aos interesses do capitalismo selvagem: a manipulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Leituras recomendadas (clique no tópico em verde para abrir o link) &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://resistir.info/eua/zinn_entrevista.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Entrevista com Howard Zinn&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Mídia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="ttp://diplo.uol.com.br/2007-01,a1490"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Ameaça à informação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2005-01,a1046"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Mídias em crise&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Petróleo e petroleiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2007-04,a1522"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Ora, a democracia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2006-04,a1300"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Caos e ira nos campos da Nigéria&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2007-03,a1528"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A nova era do petróleo estatal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-2314227140279446120?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/2314227140279446120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=2314227140279446120' title='72 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/2314227140279446120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/2314227140279446120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/07/as-manipulaes-da-mdia.html' title='As manipulações da mídia'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RopA9kCe0HI/AAAAAAAAAGk/ons0Bmgh1oc/s72-c/Manipula%C3%A7%C3%B5es+da+m%C3%ADdia1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>72</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-3119437286621466471</id><published>2007-06-23T20:10:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T23:03:04.959-03:00</updated><title type='text'>Sósias ou sócios?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo a fisiognomia (estudo que interpreta o ser humano através do rosto ou expressões faciais), sósias ou pessoas com biótipos iguais podem se destacar em áreas próximas ou apresentar talentos e aptidões parecidas. Veja as fotos abaixo e observe que realmente há semelhança entre estas personalidades do mundo das artes e do esporte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Artistas da bola e da música&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGiYECe0CI/AAAAAAAAAF8/juFFxxXHzXQ/s1600-h/KakÃ¡+e+George+Harrison.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080520388935340066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 313px; CURSOR: hand; HEIGHT: 122px" height="89" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGiYECe0CI/AAAAAAAAAF8/juFFxxXHzXQ/s200/Kak%C3%A1+e+George+Harrison.JPG" width="226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kaká e George Harrison&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGisECe0EI/AAAAAAAAAGM/Oluq8whz1L0/s1600-h/Miles+Davis+e+PelÃ©.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080520732532723778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 311px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" height="95" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGisECe0EI/AAAAAAAAAGM/Oluq8whz1L0/s200/Miles+Davis+e+Pel%C3%A9.JPG" width="224" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miles Davis e Pelé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Astros do cinema&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGikUCe0DI/AAAAAAAAAGE/zDPGiwNUiYU/s1600-h/Jim+Belushi+e+Bill+Murray.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080520599388737586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 310px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px" height="119" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGikUCe0DI/AAAAAAAAAGE/zDPGiwNUiYU/s200/Jim+Belushi+e+Bill+Murray.JPG" width="221" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Belushi e Bill Murray&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Há quem diga, contudo, que a fisiognomonia tem suas variáveis e que não apenas os rostos podem indicar 'talentos' ou 'aptidões' parecidas. Pessoas ou mesmo animais com comportamentos semelhantes poderiam também ser vistos como fisicamente idênticos. A fisiognomonia vai além e indica, inclusive, que é na política e no cinema de horror onde estas semelhanças ficariam mais evidentes. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O que você acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Artistas do horror ou sócios no terror&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGrXUCe0FI/AAAAAAAAAGU/8q2wqVhlw_U/s1600-h/Bush+Bin+Laden+e+Godzilla+-+GÃªmeos+univitelinos.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080530271655088210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 453px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px" height="119" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGrXUCe0FI/AAAAAAAAAGU/8q2wqVhlw_U/s200/Bush+Bin+Laden+e+Godzilla+-+G%C3%AAmeos+univitelinos.JPG" width="301" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bush, Bin Laden e Godzilla&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Videos relacionados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=kLY48-MENiI"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Heroes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - da trilha sonora de "Godzilla"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Links&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.auraonline.com/cursos.php?idcurs=19"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Fisiognomonia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://foro.univision.com/univision/board/message?board.id=noticiasdelmundo&amp;message.id=2&amp;amp;page=5"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Artes divinatórias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-3119437286621466471?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/3119437286621466471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=3119437286621466471' title='90 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/3119437286621466471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/3119437286621466471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/ssias-ou-scios.html' title='Sósias ou sócios?'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RoGiYECe0CI/AAAAAAAAAF8/juFFxxXHzXQ/s72-c/Kak%C3%A1+e+George+Harrison.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>90</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-5260787119793496496</id><published>2007-06-19T21:52:00.000-03:00</published><updated>2007-06-19T22:51:35.153-03:00</updated><title type='text'>Uma despedida tardia</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh_56zzsjI/AAAAAAAAAFs/zf-6nRbEdNs/s1600-h/Sonia+Oiticica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077949212876059186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="247" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh_56zzsjI/AAAAAAAAAFs/zf-6nRbEdNs/s200/Sonia+Oiticica.jpg" width="156" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Soube apenas ontem do falecimento de Sonia Oiticica, morta aos 86 anos, em fevereiro último. Talvez pouca gente hoje em dia saiba, mas Sonia foi uma das maiores atrizes do teatro brasileiro. Era a favorita de nada mais, nada menos, do que Nelson Rodrigues (que se apaixonou por ela e foi rejeitado). Era também filha de um dos mais ilustres gramáticos da língua portuguesa e estudioso do grego que o Brasil já teve, José Oiticica. Outro expoente de sua família, pelo qual ela sempre era lembrada, era seu sobrinho (precocemente falecido), o artista plástico Hélio Oiticica, criador dos famosos ‘parangolés’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher belíssima, de inteligência e bom humor raros, Sonia também primava por uma peculiaridade, pouco comum no meio artístico: era espiritualista, uma irmã rosacruz. Foi neste meio que a conheci, na década de 90, quando fui seu aluno, freqüentando, com minha então esposa, seu apartamento na rua da Consolação, em São Paulo. Estudávamos textos e realizávamos práticas de meditação e oração rosacruzes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonia primava pela erudição, pelo estudo, pelo amor a tudo o que era elevado: a boa música, as artes, a gentileza. Era vegetariana (como em geral o são os rosacruzes), não bebia, não fumava, era mãe zelosa. Amava tudo o que era manifestação da beleza divina. Com minha mudança para outro Estado, nos distanciamos, até o ano passado, quando a visitei no mesmo apartamento. Estava arqueada, com a voz fraca, e se afastara de vez dos palcos. Fora acometida pelo mal de Parkinson, que chamava de “sua companheira”. Conversamos bastante; mantinha a mesma lucidez e bom humor. Mostrou-me fotos de seu amado pai –a quem se referia como se estivesse diante dele-, contou-me dos saraus de poesia que organizava em sua casa, às sextas-feiras. Num dado momento de nosso encontro, me lembrei de uma música que cantávamos naquelas inesquecíveis tardes dos anos 90. Uma das estrofes dizia assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nós todos somos um&lt;br /&gt;O Pai está no Um&lt;br /&gt;O Pai está em nós&lt;br /&gt;Nós todos somos Um&lt;br /&gt;Um Um Um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melodia era linda e, ao entoá-la, sentia-se o próprio interior se ampliando, como se o espírito não coubesse dentro do corpo e se fundisse com as outras pessoas que a cantavam. O pequeno ‘eu’ mergulhava no ‘nós’ que, em êxtase, ressurgia como o Um. Assim era Sonia Oiticica, atriz e mestre de ensinamentos divinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me despeço um pouco tardiamente, Sonia. Mas apenas de sua presença física. Pois, como sabemos que o tempo não existe no plano em que agora você se encontra, posso lhe dizer, serenamente emocionado: Até breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sonia Oiticica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1921 – 2007) &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh9B6zzsgI/AAAAAAAAAFU/Fu0iCuXGKeg/s1600-h/Sonia+Oiticica+em+Gabriela.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma participação na TV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique na imagem abaixo, da novela: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=miOe-VVLpAA"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Gabriela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (1975)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=miOe-VVLpAA"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077946253643592210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh9NqzzshI/AAAAAAAAAFc/ThI7CBiBL3k/s200/Sonia+Oiticica+em+Gabriela.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biografia artística&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Teatro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira atriz brasileira a interpretar a personagem Julieta, de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare&lt;br /&gt;Primeira atriz a interpretar as personagens Zulmira e Moema, de Nelson Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peças&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1941 - Feia, de Paulo de Magalhães&lt;br /&gt;1947 - Já É Manhã no Mar, de Maria Jacintha&lt;br /&gt;1948 - Week-end, de Noel Coward&lt;br /&gt;1952 - Jezebel, de Jean Anouilh&lt;br /&gt;1954 - A Falecida, de Nelson Rodrigues, com Sergio Cardoso&lt;br /&gt;A Raposa e As Uvas, de Guilherme Figueiredo.&lt;br /&gt;Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues, com direção de Bibi Ferreira&lt;br /&gt;1957 - Perdoa-me por me Traíres, de Nelson Rodrigues&lt;br /&gt;1968 - Os Últimos, de Máximo Gorki&lt;br /&gt;1974 - O Anti-Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues&lt;br /&gt;1975 - Gota d'Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes&lt;br /&gt;1983 - Romeu e Julieta, de William Shakespeare&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Telenovelas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1966 - As Minas de Prata - Luiza de Paiva (TV Excelsior)&lt;br /&gt;1966 - Redenção (TV Excelsior)&lt;br /&gt;1968 - As Professorinhas - Leonor (Rede Record)&lt;br /&gt;1968 - Legião dos esquecidos - Maria (TV Excelsior)&lt;br /&gt;1973 - Cavalo de aço - Catarina&lt;br /&gt;1975 - Gabriela - Idalina Bastos&lt;br /&gt;1976 - Duas vidas&lt;br /&gt;1977 - Nina - Angèlica&lt;br /&gt;1979 - Gaivotas - Elisa (TV Tupi)&lt;br /&gt;1980 - Dulcinéa Vai à Guerra - Lucrécia (Rede Bandeirantes)&lt;br /&gt;1981 - Os adolescentes - Conceição (Rede Bandeirantes)&lt;br /&gt;1982 - Campeão - Sônia (Rede Bandeirantes)&lt;br /&gt;1982 - Ninho da Serpente - Júlia (Rede Bandeirantes)&lt;br /&gt;1985 - Jogo do amor (SBT)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1940 - Pureza, de Chianca de Garcia&lt;br /&gt;1970 - A Moreninha, de Glauco Laurelli&lt;br /&gt;1971 - Uma verdadeira história de amor, de Fauzi Mansur&lt;br /&gt;1977 - O desconhecido, de Ruy Santos&lt;br /&gt;1979 - Os noivos, de Afrânio Vital&lt;br /&gt;1979 - O caso Cláudia, de Miguel Borges&lt;br /&gt;1979 - Killer fish, de Anthony M. Dawson&lt;br /&gt;1981 - Bonitinha, mas ordinária, de Braz Chediak&lt;br /&gt;1982 - Dora Doralina, de Perry Salles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh-S6zzsiI/AAAAAAAAAFk/oyfj77ZK3TA/s1600-h/Livro+sobre+Sonia+Oiticica.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077947443349533218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh-S6zzsiI/AAAAAAAAAFk/oyfj77ZK3TA/s200/Livro+sobre+Sonia+Oiticica.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Leitura recomendada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sônia Oiticica: uma Atriz Rodrigueana”, Maria Thereza Vargas, editora Imprensa Oficial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fraternidade Rosacruz Antiga - &lt;a href="http://www.fra.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;FRA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-5260787119793496496?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/5260787119793496496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=5260787119793496496' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5260787119793496496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5260787119793496496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/uma-despedida-tardia.html' title='Uma despedida tardia'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rnh_56zzsjI/AAAAAAAAAFs/zf-6nRbEdNs/s72-c/Sonia+Oiticica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-1780227096728112786</id><published>2007-06-15T21:28:00.000-03:00</published><updated>2007-06-15T22:49:25.445-03:00</updated><title type='text'>“A função do ser humano é realizar plenamente seu potencial”, diz J.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnMvGKzzseI/AAAAAAAAAFE/Y7FeW3DnICc/s1600-h/thomas_merton2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076452988004053474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnMvGKzzseI/AAAAAAAAAFE/Y7FeW3DnICc/s400/thomas_merton2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Até os 60 a&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnMu9qzzsdI/AAAAAAAAAE8/Df7Q-McNsx4/s1600-h/thomas_merton2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;nos, J. levava uma vida normal. Pai de três filhos adultos e formados, profissional bem sucedido na área de Engenharia, nada aparentava que, ao chegar à chamada terceira idade, J. tomasse uma decisão considerada, no mínimo, inusitada pela família, amigos e conhecidos: abandonar tudo e tornar-se monge. “Eu já tinha essa intenção desde os 30 anos”, contou J., cujo nome, a pedidos, não será revelado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há dois anos, J. é monge trapista, ordem mística cristã fundada em 1662, na Europa, cujos fundamentos são a pobreza, a castidade, obediência e estabilidade. Este último voto consiste na promessa do adepto em viver até o fim dos seus dias como membro da ordem. Outra característica marcante do trapismo é o voto de silêncio. Em alguns mosteiros, os monges vivem em permanente retiro e jamais trocam palavras. Vivem em silêncio permanente e em estado de oração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os trapistas ficaram conhecidos em todo o mundo principalmente pelo exemplo e obras de Tomas Merthon, o famoso monge-escritor que, nos anos 60, legou obras como “A Montanha dos Sete Patamares”. Merthon foi também um dedicado apóstolo pela paz mundial, tendo se correspondido com personalidades como o Dalai-lama e Martin Luther King.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que, sendo um pai de família exemplar e profissional bem-sucedido, o sr. resolveu abandonar tudo e tornar-se monge?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Eu já pensava nisso desde os 30 anos. Sempre tive isso em mente, sem que houvesse uma razão específica. Nunca fui religioso. Veja minha formação: engenheiro, que geralmente é um profissional ultra-racionalista. Só que, à medida em que os anos foram passando, senti que este era meu destino. Mas não podia encará-lo antes de criar meus filhos e estar maduro o bastante para isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que levou o sr. a tomar a decisão de tornar-se um monge trapista?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O trapismo só surgiu depois, quando eu já tinha convicção do que queria. O que me levou a começar o que já estava decidido há muito tempo, foi assistir a morte de um colega de forma inútil e estúpida. Ele se matava pela empresa em que trabalhávamos. Não tinha dia, hora, nada para si mesmo. Corria o tempo todo, descuidava de si e da família, vivia em tensão contínua, como se aquilo ali fosse o centro do universo, a coisa mais importante do mundo. Eu era seu assistente. Um belo dia, ele teve um enfarte fulminante. Em dois dias, já havia um substituto para ele. Todas suas ansiedades, sua busca pelo lucro da empresa acabaram em um segundo. A empresa simplesmente pôs outro em seu lugar. A engrenagem não podia parar. Isso me deprimiu e não consegui mais trabalhar direito, até que o desejo de largar tudo e me tornar monge tornou-se uma meta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Fui me preparando, avaliando, olhando bem para minha mulher e filhos, até que me decidi. Comecei a freqüentar grupos, pois nunca gostei de religiões formais, onde simplesmente as pessoas vão a um culto, como se fossem a uma festa. Eu queria algo duradouro, permanente, uma comunhão de almas na mesma busca, e achei isso no trapismo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para o sr., o ser humano tem uma função neste mundo? Qual é ou qual seria?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não tenho a menor dúvida que o ser humano tem uma função neste mundo. Do contrário, não estaria aqui. Sua função é realizar plenamente seu potencial. Que potencial é este? Cada um deve descobrir por si mesmo. Geralmente, o potencial de uma pessoa está ligado ao que ela faz, quando se sente feliz e integrada em todos os aspectos de sua vida. Tudo é uma coisa só e esta ‘coisa só’ não é apenas para si e os seus, mas para o mundo todo. Se ela estendesse suas ações para outras pessoas, todas também usufruiriam, de alguma forma, deste mesmo estado de felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existem potenciais positivos e outros negativos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Claro! Ser sapateiro é uma função maravilhosa, se bem exercida...Que beleza há em se produzir um sapato e servir na caminhada dos outros! Por sua vez, a mesma coisa não pode ser dita de alguém que vende armas ou trafica drogas...isso não é um potencial, mas um desvio dele, pois esta ação acarretará na interrupção da trajetória de um semelhante, que não poderá cumprir seu próprio potencial...Compreende a diferença? Ela é bastante clara.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O homem não é como uma flor, que nasce presa ao chão, com um destino inicial que é igual ao seu fim. O ser humano faz a si mesmo enquanto vive; ele cria seu destino até o fim dos seus dias. Não acho que todos devam ser monges ou buscar a santidade. Ao mesmo tempo, também não acho que o destino das pessoas seja terem uma família e viverem apenas para ganhar dinheiro e se reproduzir, até o dia de sua morte. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sr. pode falar um pouco mais sobre este potencial?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O que chamo de potencial é encontrar a si mesmo naquilo que se faz e naquilo que se é. É sentir que o caminho é sempre ascendente, sem estagnação. Trocando em miúdos, é como se um escritor nunca terminasse sua obra, como se sempre pudesse acrescentar uma página nova e sua criatividade jamais decaísse. É viver em esplendor. E para isso, não é preciso ser famoso, rico ou pobre, ou mesmo seguir o caminho dos pais, dos antepassados. Estas são circunstâncias, instrumentos que podem ser favoráveis ou não para o crescimento do indivíduo. Os bens materiais fazem parte da jornada de um homem, mas não são seu objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pessoas ricas que não conseguem se realizar. Ao mesmo tempo, há pobres que se realizam completamente, alcançam seu objetivo, que só elas mesmas, em seu íntimo, podem saber qual é. É uma bobagem achar que a aceitação do estado de pobreza é argumento de quem não conseguiu ficar rico. Buda era um príncipe, e abandonou tudo para tornar-se um mendigo. Há inúmeros casos de santos e pessoas que abandonam a riqueza para viver uma vida de desapego. E há pobres que vivem como pobres e esta é a sua riqueza, pois não têm o menor ressentimento pelo seu estado, nem se preocupam com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sr. acredita em Deus?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Risos) Sim, acredito. Dificilmente alguém abandonaria uma vida estável como a que eu tinha para tornar-se monge, se não acreditasse em Deus ou numa Força Superior, que rege todas as coisas. Mas quando falo em crer em Deus, não estou falando em uma crença mental, como se Deus fosse uma idéia fixa na qual eu pensasse o tempo inteiro. Isso é muito pobre. A verdadeira crença é o conhecimento de Deus dentro do nosso próprio ser. Você vive como se estivesse o tempo inteiro na presença d’Ele. E você O sente, O vive e compreende que isso não é fruto da imaginação ou de auto-sugestão. É um processo de abertura que faz com que você, ainda neste mundo, viva ao mesmo tempo em Outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desculpe, mas não entendi...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É um pouco complicado de explicar, porque Deus não é algo que se entenda com a mente ou que se apalpe como um objeto. Para entendê-Lo, dentro do que é possível, é preciso ir além dos sentidos comuns, da mente e das deduções. É preciso vivenciá-lo. Esta vivência começa com um movimento da própria pessoa no sentido de enxergar o mundo como ele é e como ele se mostra diante de nós. Como posso ver o mundo se o tempo inteiro estou com o pensamento atulhado das minhas preocupações e ansiedades, se o tempo todo só penso naquilo que tenho que fazer, nos filhos, no dinheiro, nas contas para pagar? Ora, desta forma não vamos a lugar algum, mas somos apenas escravos de nossos pensamentos e do que os outros pensam e esperam de nós. Veja que isso é um círculo vicioso, que se fecha, pois todos fazem a mesma coisa, e morrem de medo de romper esta corrente. Quando isso acontece, ainda que por um segundo, um elo da corrente se rompe, e entra uma pequena luz que começa a nos mostrar o mundo como ele é. As ansiedades, os medos, acusações, alegrias, culpas...tudo termina num único lugar: na morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta de nossa finitude, de que vamos mesmo partir, paradoxalmente renova a vida. Fazemos então uma triagem e vamos descartando tudo que nos separa de nossa consciência mais profunda, que, então, começa a nos mostrar coisas que estavam diante de nosso nariz, mas não víamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sr. não acha que sua nova vida é apenas uma fase e que voltará ao que era antes?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Risos) Não. Eu não deixei nada, na verdade. Meus filhos me amam e minha mulher também. Nada foi perdido. Eu apenas assumi que não quero mais compromissos com o mundo material. Não tenho mais obrigação de ganhar dinheiro, nem nada. Estou sereno em minha decisão e leguei também algo a mais para meus familiares. Além de ter-lhes propiciado uma base material e educacional, minha nova vida os está ajudando a questionar suas próprias (vidas), no sentido de buscarem o que é essencial. Agora, quero me dedicar a um outro mundo, para o qual serei chamado a qualquer momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livros recomendados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"A Montanha dos Sete Patamares", de Thomas Merthon, editora Vozes&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A Conferência dos Pássaros", de Fariduddine Attar, editora Cultrix&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"As Quarenta Questões Sobre a Alma", de Jacob Boehme, Polar Editorial&lt;br /&gt;"Poderes o El Libro que Diviniza" - Dr. Jorge Adoum, obra em espanhol gratuita na Internet. &lt;a href="http://www.librosgratisweb.com/html/adoum-jorge/adoum/index.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Clique aqui&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; para baixar o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sites&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.merton.org/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Thomas Merton Center e International Thomas Merton Society&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mosteirotrapista.org.br/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Mosteiro Trapista no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.monks.org/aloneingod.html"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Mosteiro onde Merton viveu&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Videos relacionados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NAJ2neuouYI"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Compassion - Thomas Merton, Dalai Lama e Muhammad Ali&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JfbBBvVlBdI"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Poesia sufi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-1780227096728112786?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/1780227096728112786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=1780227096728112786' title='61 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1780227096728112786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1780227096728112786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/funo-do-ser-humano-realizar-plenamente.html' title='“A função do ser humano é realizar plenamente seu potencial”, diz J.'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnMvGKzzseI/AAAAAAAAAFE/Y7FeW3DnICc/s72-c/thomas_merton2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>61</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-7680524088183385223</id><published>2007-06-13T04:03:00.000-03:00</published><updated>2007-06-13T14:58:48.490-03:00</updated><title type='text'>Redução de danos ou inversão de valores?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnAwKazzscI/AAAAAAAAAE0/GTkV-aT8rBY/s1600-h/Imagem+difusa+homem-mulher.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075609735599993282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="186" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnAwKazzscI/AAAAAAAAAE0/GTkV-aT8rBY/s400/Imagem+difusa+homem-mulher.JPG" width="213" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Brasil vem assistindo ao apoio quase explícito a uma política estranhamente denominada de “redução de danos”. O atual governo –da esfera municipal à federal- vem dando suporte a entidades que distribuem cartilhas mostrando como ‘cheirar’ cocaína ou usar drogas com menos ‘riscos’. Em cidades do interior de Santa Catarina, a prefeitura provê cachimbos para menores fumarem ‘crack’ nas ruas, alegando que, com isso, se ‘reduzem riscos’. Já no interior de São Paulo ou Minas Gerais, tornou-se corriqueiro ministrar educação sexual em escolas públicas, ensinando crianças de 10 a 12 anos a usarem camisinha e a saberem, nesta idade, como é ‘gostoso transar’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a mais nova política de “redução de danos” envolve diretamente mulheres: uma ONG do interior de São Paulo, que se diz “cansada de esperar pela decisão do Congresso”, assume que irá orientar mulheres a interromper a gravidez, disseminando o uso do medicamento misoprostol, utilizado para afecções gástricas, mas também conhecido como um poderoso abortivo. É importante observar que, em todos os casos citados, se estão violando Leis: apologia ao uso de drogas é crime; bem como o incentivo à prática do aborto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A justificativa é sempre a mesma: trata-se de optar pelo ‘mal menor’. Ensinar a ‘cheirar’ cocaína com tal ou qual instrumento, é menos prejudicial do que ‘cheirar’ com o que houver à mão. Com relação ao aborto, há pelo menos 20 anos se brande a cifra de que anualmente ocorrem 3 milhões de interrupções clandestinas de gestação, sem que qualquer pesquisa séria tenha sido feita por órgãos oficiais (o que seria impossível pela ilegalidade da situação) ou mesmo por alguma ONG com credibilidade na área da saúde. Também o argumento não muda há anos: quando indesejavelmente grávidas, as mulheres ricas ou de classe média procuram clínicas particulares, e as pobres usam agulhas de tricô ou tomam chás abortivos que, muitas vezes, as matarão. Legalizar o aborto, portanto, seria dar igualdade de condições a ricas e pobres. Com relação ao ensino de sexo para crianças, aplica-se o seguinte raciocínio: com a Aids e as DSTs generalizadas, o melhor mesmo é ensinar logo a praticar ‘sexo seguro’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se a falácia destes raciocínios quando se observa que governo e (algumas) ONGs escolhem a última das opções e sempre começam pelo final. Ao invés de tentar ‘reduzir danos’, deveriam ser adotadas políticas de prevenção generalizadas, que pudessem combater o mal pela raiz. Com relação &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ao uso de drogas, campanhas maciças mostrando publicamente tudo de nefasto que as envolve deveriam ser veiculadas: desde o camponês explorado e escravizado em países como a Colômbia, passando pelos menores cooptados pelo tráfico em morros e favelas. Não apenas o traficante deveria ser penalizado, mas também o consumidor, que é quem alimenta de dinheiro o mercado da droga e que atua como traficante no seio de seu próprio grupo. É importante que o usuário de drogas, seja pobre ou, como se diz, ‘filhinho de papai’, saiba que é co-responsável pela atual onda de violência. Que receba compreensão e amor para recuperar-se; mas que entenda, também, seu papel na grande cadeia da morte ao usar qualquer droga ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao aborto, ao invés de manter a situação no impasse em que se encontra –isto é, não se libera e também não se lhe coíbe-, métodos contraceptivos deveriam ser difundidos a homens e mulheres em idade e condições reprodutivas, incluindo-se aí vasectomia e esterilização feminina, para quem assim o desejar. Pela Lei brasileira, o aborto só é permitido em situações de anencefalia, estupro e risco de morte da mãe. Se, com ampla divulgação de meios contraceptivos e educação maciça ainda assim uma mulher engravidasse, ela deveria ter apoio do Estado não para eliminar o que, conscientemente, concebeu, mas sim para gerá-lo. Qualquer outra atitude é violar a Lei e cometer um crime. Não é possível que a sociedade seja permanentemente leniente com quem conhece seus direitos e deveres e, ou abusa de uns, ou renega os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o ensino de práticas sexuais a crianças em escolas, é crime em dobro: primeiro por violar a Lei; depois por expor menores a toda sorte de danos psíquicos. Antecipar a idade sexual das crianças não ajudará a prevenir a Aids ou as DSTs, ao contrário, as deixará ao seu alcance ainda mais rápido, pelo estímulo à promiscuidade. Se preservativos devessem ser mostrados a crianças ou pré-adolescentes, deveriam sê-lo não como algo ‘gostoso’, mas sim dentro de um debate que envolvesse indivíduos que estão em processo de transformação e crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem entrar no debate religioso, mas apenas mantendo o foco nas Leis estabelecidas no Brasil, pode-se fazer muito para melhorar as coisas. Mas, da forma como vem sendo adotada, a tal política de redução de danos fica desmascarada como o que realmente é: uma verdadeira inversão de valores.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Video&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Zg78jBEAPaQ"&gt;&lt;strong&gt;Imagens de um aborto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-7680524088183385223?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/7680524088183385223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=7680524088183385223' title='88 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/7680524088183385223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/7680524088183385223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/reduo-de-danos-ou-inverso-de-valores.html' title='Redução de danos ou inversão de valores?'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RnAwKazzscI/AAAAAAAAAE0/GTkV-aT8rBY/s72-c/Imagem+difusa+homem-mulher.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>88</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-3434617452339530894</id><published>2007-06-08T22:15:00.000-03:00</published><updated>2007-06-08T22:51:31.324-03:00</updated><title type='text'>“Os 99”: surge primeiro super-herói muçulmano</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmoCYKzzsZI/AAAAAAAAAEc/14Dp3Uii6HI/s1600-h/The+99+-+Imagem+B.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073870544428052882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmoCYKzzsZI/AAAAAAAAAEc/14Dp3Uii6HI/s400/The+99+-+Imagem+B.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É um pássaro? É um avião? Não, é &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.the99.org/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Os 99&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;(em inglês, The 99), primeiro ‘comic’ árabe do mundo, formado por uma liga de super-heróis cujos poderes são derivados dos 99* atributos de Allah.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado pelo psicólogo kwaitiano Naif Al-Mutawa, &lt;em&gt;Os 99&lt;/em&gt; conta com heróis com traços semelhantes aos dos similares ocidentais. “Sou admirador de Homem-aranha e Batman”, confessa Al Mutawa, que se formou nos EUA, na Universidade de Long Island. Sobre a origem da HQ islâmica, ele conta: “&lt;em&gt;Os 99&lt;/em&gt; é um grupo de super-heróis baseado nos 99 Atributos de Allah. Virtudes como generosidade, força, sabedoria (...). Estes são atributos que o Islã compartilha com todas as civilizações, mas infelizmente não são adjetivos que se costume usar para descrever o Islã na mídia hoje em dia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama de &lt;em&gt;Os 99&lt;/em&gt; começa no século 13, quando os mongóis invadem Bagdá para destruir a civilização árabe e, com ela, a sabedoria do califado. Para preservar este conhecimento, criaram-se 99 pedras preciosas que reúnem este saber e que foram levadas ao lugar mais distante do império: o reino de Granada, em Al-Andaluz. Depois da reconquista católica, as pedras foram espalhadas pelo mundo, permanecendo em lugares desconhecidos até a atualidade. Quem as encontra adquire super-poderes, originados dos próprios Atributos de Deus (Allah, em árabe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biótipo árabe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os super-heróis de &lt;em&gt;Os 99&lt;/em&gt; são inspirados fisicamente nos biótipos árabes: homens morenos e fortes; mulheres morenas ou negras. As mulheres que aparecem no gibi não usam roupas coladas ao corpo, marcando as formas. Algumas se vestem como as ocidentais, com os cabelos à mostra, enquanto outras usam um discreto e elegante lenço -conhecido também como 'chador' ou 'hijab' entre os muçulmanos. O líder do grupo de super-heróis, no entanto, é o dr. Ramzi, um intelectual branco que convive com presidentes e reis, e que se veste com roupas das marcas Boss e Armani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os 99&lt;/em&gt; é distribuído nos países muçulmanos não integristas (ou fundamentalistas), como Kuwait, Emiratos Árabes Unidos, Omán, Egito, Jordânia, Marrocos e área islâmica do Chipre. Informações sobre a saga dos novos super-heróis pode ser lida em inglês ou árabe, em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.the99.org/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.the99.org&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. De acordo com um dos desenhistas da HQ, o espanhol Paco Díaz, "um dos objetivos de &lt;em&gt;Os 99&lt;/em&gt; é romper com os estereótipos relacionados com o medo a tudo o que é árabe ou lembra fundamentalismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os 99&lt;/strong&gt; – &lt;a href="http://www.the99.org"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;www.the99.org&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os 99 Atributos de Allah&lt;/strong&gt; - Segundo o Islã, Deus se manifesta no mundo através de 99 atributos, como Força, Clemência, Misericórdia, Justiça etc. Para conhecer todos os 99 Atributos de Allah, clique &lt;a href="http://islamismo.org/atributos_de_deus.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; para conhecer quais são. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Video&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vFh6gXmWdIo"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Os 99 Belos Atributos de Allah&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; - Video maravilhoso. Vale a pena conferir!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vFh6gXmWdIo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Livro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.webislam.com/?sec=bei&amp;d=lc&amp;amp;v=124"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Los Más Bellos Nombres de Allah&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Livro completo em espanhol do grande mestre e sheikh sufi da Ordem Halveti-Jerrahi, Tosun Bayrak.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-3434617452339530894?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/3434617452339530894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=3434617452339530894' title='64 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/3434617452339530894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/3434617452339530894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/os-99-surge-primeiro-super-heri.html' title='“Os 99”: surge primeiro super-herói muçulmano'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmoCYKzzsZI/AAAAAAAAAEc/14Dp3Uii6HI/s72-c/The+99+-+Imagem+B.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>64</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-1406095759812198545</id><published>2007-06-07T15:02:00.000-03:00</published><updated>2007-06-07T17:02:34.324-03:00</updated><title type='text'>Terrorismo de grupos e terrorismo de Estado: Qual a diferença?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmhI36zzsYI/AAAAAAAAAEU/MfbqZU9zGjc/s1600-h/Terroristas+lado+a+lado.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5073385105749422466" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 429px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" height="194" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmhI36zzsYI/AAAAAAAAAEU/MfbqZU9zGjc/s400/Terroristas+lado+a+lado.JPG" width="429" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Al Qaeda. Setembro Negro. ETA. IRA. Baader-Meinhoff. Sendero Luminoso. Todos estes grupos têm -ou tinham- em comum uma atividade bastante conhecida: o terrorismo. Trata-se de um dos males do mundo moderno, utilizado como método por aqueles que pretendem dominar os adversários através do medo e do pânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o 11/09 nos EUA, contudo, a visão do terrorismo mudou. A prática passou a ser automaticamente associada à religião islâmica. Em pouco tempo, centenas de atentados ocorridos nos últimos 100 anos -perpetrados por grupos de ideologia e fé diferentes, sem qualquer relação entre si- cederam lugar à versão mais cômoda do fenômeno: é 'muçulmana’. Desde então, 1,4 bilhão de seres humanos vêm sendo alvo preferencial da mídia, classificados aberta ou potencialmente como terroristas. Professar o islamismo ou ter nome de origem árabe virou justificativa para a desconfiança, o preconceito ou o racismo explícito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o terrorismo acompanha o mundo desde que o ser humano se organiza em Estados e jamais foi privilégio de grupos ou células suicidas. O terrorismo de Estado pode ser identificado nas ações de imperadores dementes como Nero (que colocou fogo em Roma), Calígula (cuja máxima era “não importa que me odeiem, desde que me temam”) e Heliogábalo. As práticas dos conquistadores espanhóis, que mataram cerca de 1 milhão de indígenas no México, são uma clara ação de terrorismo de Estado; bem como as prisões e torturas da Inquisição promovidas pela Igreja Católica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século 20, o terrorismo de Estado ganhou estatura de genocídio, inaugurado com a chacina de mais de 1,5 milhão de armênios pelos turcos; e pelas máquinas de tortura, pavor e morte dos stalinistas e nazistas. Tanto o Estado –ora de esquerda, ora de direita- como grupos de todas as cores ideológicas serviram-se do terrorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Mídia pró-terrorismo de Estado&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ficar evidente que Estado e grupos autônomos são capazes de usar as mesmas armas, os meios de comunicação mostram o terrorismo como se houvesse sido ‘fundado’ pelos muçulmanos. Ao mesmo tempo, legitimam a ação anti-terrorista de nações que violam leis e resoluções internacionais, invadem países, saqueiam bens materiais e culturais de outros povos. Tais Estados -que dizem agir em nome da Lei e da democracia (que funciona apenas dentro de seus países)- têm suas ações mascaradas pela imprensa, sem que sejam consideradas uma variável do mesmo terrorismo que dizem combater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte de 650 mil civis no Iraque desperta menos indignação do que a morte de 3 mil pessoas nos EUA, no WTC. Pior: numa clara tentativa de manipulação da opinião pública e de endossamento do terrorismo de Estado, tenta-se mostrar o holocausto no Iraque como se fosse de responsabilidade direta dos próprios iraquianos, em razão das lutas de seitas religiosas. Omite-se que a invasão norte-americana lançou o país num caos profundo, assim como a participação de milhares de mercenários em atentados e ações terroristas, a soldo das grandes corporações e como força ‘auxiliar’ do exército ianque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;O que é terrorismo?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Especialistas afirmam que o terrorismo consiste em: a) provocar o terror junto à população civil, através de atentados e ações violentas e inesperadas; b) intimidar as autoridades legalmente constituídas; c) tripudiar a vida e todas as suas manifestações, como cultura e religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estas são as características do terrorismo, por que potências como EUA e Rússia, que renegam a ordem internacional e invadem nações (Iraque) ou províncias militarmente inferiorizadas (Chechênia), levando a morte e o terror a milhões de pessoas, recebem tratamento diferenciado da mídia? Por que a mídia internacional destaca o covarde atentado à escola infantil em Beslan, e se cala perante o genocídio a que vem sendo submetido o povo checheno? Ou por que Estados como Israel –que destruiu a infra-estrutura do Líbano, matou 2 mil pessoas em função do seqüestro de dois soldados em sua fronteira e confina diariamente mais de 1 milhão de seres humanos nos territórios descontinuados da Palestina- não recebem da mídia o mesmo nome que é dado àqueles que matam civis sem dó nem piedade?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;Apêndice&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Dostoiévsky, primeiro analista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Como ação de um grupo de pessoas determinadas a atingir objetivos políticos através do medo, o terrorismo foi analisado pela primeira vez pelo romancista russo Fiodor Dostoiévsky, em “Os Demônios”, em 1872. O livro aborda uma célula de terroristas (ou ‘niilistas’) ateus, que são tão devotados à sua causa como os mais fanáticos religiosos. “Os Demônios”, inspirado na vida do niilista Nechaiév, previu a violência na Rússia, bem como a morte do czar Alexandre II e a tomada do poder pelos bolcheviques, em 1917&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Livros&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;O Homem revoltado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – Albert Camus, editora RCB&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;As aventuras da dialética&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Maurice Merleau-Ponty, Martins Fontes editora&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sites&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lista de sites contra o terrorismo de grupos - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.heartsandminds.org/links/terror.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Anti-terrorism links&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Centro de pesquisa do terrorismo - &lt;a href="http://www.terrorism.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Terrorism Research Center&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Informações sobre o Iraque ocupado - &lt;a href="http://www.uruknet.info/?p=31936"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Uruknet&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Guerra no Iraque e Estado de exceção global - &lt;a href="http://www.derechos.org/nizkor/iraq/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Equipe Nizkor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Vítimas do terrorismo de Estado - &lt;a href="http://www.desaparecidos.org/main.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Memória, Verdade e Justiça&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Direitos humanos - &lt;a href="http://www.derechos.org/"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Derechos Human Rights&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A visão americana do terrorismo – &lt;strong&gt;&lt;a href="http://usinfo.state.gov/journals/itps/0806/ijpp/reaction.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;@journalUSA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-1406095759812198545?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/1406095759812198545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=1406095759812198545' title='49 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1406095759812198545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1406095759812198545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/terrorismo-de-grupos-e-terrorismo-de.html' title='Terrorismo de grupos e terrorismo de Estado: Qual a diferença?'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmhI36zzsYI/AAAAAAAAAEU/MfbqZU9zGjc/s72-c/Terroristas+lado+a+lado.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>49</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-2933345130224896680</id><published>2007-06-02T15:38:00.000-03:00</published><updated>2007-06-02T16:05:03.624-03:00</updated><title type='text'>Um disco revolucionário</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmG64bQAg8I/AAAAAAAAAEM/62LX1i8fwiQ/s1600-h/Capa+Sargent+Peppers.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071540133946229698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmG64bQAg8I/AAAAAAAAAEM/62LX1i8fwiQ/s400/Capa+Sargent+Peppers.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É impossível deixar passar em branco os 40 anos do mais importante disco do pop-rock: no dia 1 de junho de 1967, era lançado &lt;em&gt;Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band&lt;/em&gt;. É igualmente difícil manter-se isento e não demonstrar admiração (e paixão) por um trabalho que inovou não só um gênero musical, mas também a arte e o comportamento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Música&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Sgt. Peppers&lt;/em&gt; trouxe para o pop a estrutura da música clássica. O disco criava uma linguagem única, semelhante a uma sinfonia, onde o final de uma música dá início a outra. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Sgt. Peppers&lt;/em&gt; reúne também vários estilos musicais, muitos deles tocados simultaneamente, como não se vira até então no rock, caso das músicas indiana (com cítara), circense, charleston, jazz, dentre outros. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Sgt. Peppers&lt;/em&gt; revolucionou também o conceito de gravação e mixagem à época, com peripécias tecnológicas que ainda hoje são pouco compreendidas. Tudo sob a batuta do grande maestro George Martin, o “quinto (e mais elegante) Beatle”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Sem &lt;em&gt;Sgt. Peppers&lt;/em&gt; não haveria, no Brasil, Os Mutantes, O Terço, 14 Bis, Milton Nascimento e Clube da Esquina (Lô Borges e cia.). Tampouco rock-progressivo. Possivelmente, nem ‘new age’ ou ‘world music’. Todos seriam, no mínimo, outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artes plásticas&lt;/strong&gt;: A capa do disco é de fazer inveja a Andhy Wharol, Roy Lichtenstein e outros adeptos da Pop-art: é a síntese do mundo urbano-pós-pós-moderno, que abrange todas as épocas, mesmo as ainda por vir. Nela, vêem-se ícones da sociedade de massas, como Tarzan, Marilyn Monroe, Fred Astaire, Marlon Brando e Marlene Dietrich, ao lado de clássicos da cultura como Prokofiev, Karl Marx, Oscar Wilde, Freud, Edgar Allan Poe (que viria a ser citado na letra de ‘I’m the Walrus’). Uma paródia de si mesmos (os Beatles em seu início) também está presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comportamento&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Sgt. Peppers&lt;/em&gt; escancara definitivamente a fase psicodélica dos Beatles -que começara com o disco “Revolver”- e sua entrada na maioridade. Pouco antes do disco, eles haviam declarado que não fariam mais shows ao vivo, em função da balbúrdia, som ruim e dos riscos aos quais estavam sujeitos -numa das apresentações, quase foram eletrocutados, ao cantar sob chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Beatles abandonam então o visual comportado para adolescentes e passam a vestir-se com roupas coloridas, sem submeter-se às exigências das gravadoras, adotando o uso de bigode (posteriormente barba), flertando com religiões orientais, assumindo seus próprios projetos. Nascia o ‘flower power’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faixas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seqüência, o blog “Liberdade de Expressão e Cultura” torna disponíveis todas as faixas de &lt;em&gt;Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band&lt;/em&gt;. O título de cada música, acompanhada também por algum comentário, é também um link para um video ou áudio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Lado A&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dQWAkMARoVk"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band/ With a little help from my friends&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; – As primeiras imagens do vídeo ora postado são de outra grande personalidade do rock’n’roll. Quem será? Clique para saber. Depois, um vídeo inédito com a música que deu o título ao disco e With a little help from my friends, na voz do sempre simpático e bem-humorado Ringo Starr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=A7F2X3rSSCU"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Lucy in the Sky with Diamonds&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; – Levantou a polêmica de que suas iniciais seriam uma “homenagem” de John Lennon (verdadeiro autor) ao LSD. Detalhe: à época, Lennon já conhecia as idéias do guru da droga, Timothy Leary.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vrMOct3jbEQ"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Getting Better, Fixing A Hole e She's Leaving Home&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (acabou se tornando o hino de todas as garotas que saem de casa. Típica do estilo Paul Mcartney, como “Eleanor Rigby”) podem ser ouvidas em sequência, neste link.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8n1JShQ6Fug"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Being For The Benefit Of Mr. Kite!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; – Há uma declaração curiosa de Lennon sobre esta música, a respeito dos críticos que viviam então fazendo análises sobre suas canções: “Os críticos vivem dizendo que esta é uma música muito profunda; tentam sempre encontrar significados ocultos nela. Mas a verdade é que não há nada aí. Eu apenas amontoei palavras. Nada além disso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Lado B&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=L6kfPnNMGKA"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Within you without you&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; – Um manifesto da fusão Oriente-Ocidente pelo mais ‘zen’ dos Beatles, George Harrison. Esta não foi a primeira música na qual os Beatles usaram a cítara –que introduziram o instrumento no Ocidente através de Ravi Shankar, professor de Harrison.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8hcKUly7cmY"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;When i’m 64 (idade que Mcartney está comemorando este ano), Lovely Rita e Good morning, Good morning&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. As três músicas podem ser ouvidas, na seqüência, neste clipe (só imagem, sem movimento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gZez_k4vAzU&amp;amp;NR=1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;A Day in the life&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; – Esta sim a mais profunda música do disco, num vídeo com imagens pouco conhecidas dos Beatles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-2933345130224896680?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/2933345130224896680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=2933345130224896680' title='124 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/2933345130224896680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/2933345130224896680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/um-disco-revolucionrio.html' title='Um disco revolucionário'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmG64bQAg8I/AAAAAAAAAEM/62LX1i8fwiQ/s72-c/Capa+Sargent+Peppers.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>124</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-8931982593933504824</id><published>2007-06-01T12:16:00.000-03:00</published><updated>2007-06-01T12:55:20.821-03:00</updated><title type='text'>Torturadores no Chile rompem silêncio</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmA9C7QAg7I/AAAAAAAAAEA/FPZQdPFAkfg/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071120300893045682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmA9C7QAg7I/AAAAAAAAAEA/FPZQdPFAkfg/s400/imagem.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Após a morte de um dos mais sanguinários ditadores da América Latina, Augusto Pinochet, torturadores ligados ao seu regime (1973-1990), no Chile, começam a aparecer e depor nos tribunais daquele país, dando indicações sobre lugares de extermínio e fornecendo informações sobre seu “trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fim do chamado “pacto do silêncio” –cuja proposta era ‘esquecer’ casos de tortura e desaparecimento no Chile, em troca da democracia naquele país-, mais de 80 algozes foram presos ou se ofereceram para depôr sobre como agiam durante o governo Pinochet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das revelações mais importantes foi a de que o próprio general Pinochet freqüentava os locais de tortura, participando dos interrogatórios dos prisioneiros, para encará-los e ameaçá-los. A história foi contada por Ricardo Laurence, coronel dos “carabineros”, que deu detalhes sobre os ‘diálogos’ travados entre o ditador e dirigentes comunistas encarcerados, como Víctor Díaz e Mario Zamorano. Num deles, Pinochet teria dito para que “parassem de opor-se ao seu governo”. Díaz, que então já contava oito meses de torturas, respondeu que “tentar acabar com o PC (Partido Comunista) era como querer secar o mar com um balde”. O ex-verdugo Ricardo Laurence disse ao tribunal que jamais se esqueceu deste encontro e da resposta inesperada do prisioneiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também descobriu-se que havia equipes inteiras de torturadores, com suporte e metodologia para evitar que os corpos dos opositores fossem reconhecidos. Nada era improvisado. Depois de mortos, as impressões digitais e os rostos eram queimados. Na seqüência, os dentes eram extraídos e eram enterrados ou jogados ao mar. E quando a volta à democracia se tornou inevitável, a então agonizante ditadura providenciou para que os corpos de seus inimigos fossem exumados e dinamitados, para não restasse nada que permitisse identificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Eduardo Contreras, advogado e jurista ligado aos grupos de direitos humanos chilenos, a morte de Pinochet retirou a sombra que amedrontava os antigos torturadores e os impedia de pronunciar-se sobre os ‘anos de chumbo’. No entanto, há menos de uma semana, o suposto suicídio de Carlos Marcos, um dos antigos torturadores, levou o Chile a questionar até que ponto os antigos repressores continuarão colaborando com a verdade. “Talvez ele tenha sido induzido ao suicídio”, observa Contreras, lembrando que Marcos era um dos que mais informações tinha sobre as operações do regime Pinochet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de Salvador Allende, primeira experiência mundial de socialismo eleito pelo voto até então, foi derrubado em 1973 pelos militares chilenos com apoio e participação ativa dos EUA, através da CIA. Morria o sonho de um socialismo democrático, levando junto a vida de grandes nomes da cultura e do humanismo, como o poeta e Prêmio Nobel de Literatura, Pablo Neruda (morreu de tristeza, poucos dias depois do golpe), e o grande cantor Victor Jara, que, antes de ser fuzilado no Estádio Nacional do Chile, teve suas mãos decepadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Videos relacionados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Pablo Neruda - &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9Paeqg_ZuaM"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Isla Negra&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Victor Jara - &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hesTpJ4oGvk"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;El cigarrito&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-8931982593933504824?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/8931982593933504824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=8931982593933504824' title='44 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8931982593933504824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8931982593933504824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/06/torturadores-no-chile-rompem-silncio.html' title='Torturadores no Chile rompem silêncio'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RmA9C7QAg7I/AAAAAAAAAEA/FPZQdPFAkfg/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>44</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-5271514645531478725</id><published>2007-05-30T08:44:00.000-03:00</published><updated>2007-05-30T09:08:46.636-03:00</updated><title type='text'>Dicionário do diabo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rl1nY7QAg2I/AAAAAAAAADY/UWogi1D9QDM/s1600-h/diabo.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070322433408402274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rl1nY7QAg2I/AAAAAAAAADY/UWogi1D9QDM/s200/diabo.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ambrose Bierce (Estados Unidos, 1842-1914) foi um dos mais talentosos escritores norte-americanos. Iconoclasta, é considerado precursor do surrealismo, além de autor de um considerável número de histórias fantásticas, que o colocam junto a Edgar Allan Poe e Rudyard Kipling. Outra de suas principais características era o humor negro e ferino, como o comprovam trechos de uma de suas obras mais famosas, o “Dicionário do diabo”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agitador&lt;/strong&gt; – Estadista que sacode as árvores do pomar do vizinho...para desalojar os vermes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ar&lt;/strong&gt; – Substância nutritiva com que a divina Providência engorda os pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Altar&lt;/strong&gt; – Lugar onde antigamente o sacerdote arrancava, com fins adivinhatórios, o intestino da vítima destinada ao sacrifício, e cozinhava sua carne para os deuses. Hoje, o termo é usado raramente, exceto para aludir ao sacrifício da tranqüilidade e da liberdade, que fazem dois idiotas do sexo oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aplauso&lt;/strong&gt; – O eco de uma idiotice. Moedas com as quais o populacho recompensa aqueles que o fazem rir, para depois devorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Baco&lt;/strong&gt; – Divindade convenientemente inventada pelos antigos, como desculpa para quem quer embriagar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bruto&lt;/strong&gt; – Ver palavra “Marido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Convento&lt;/strong&gt; – Lugar de retiro para mulheres que desejam ter tempo livre para meditar sobre o vício da preguiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Covarde&lt;/strong&gt; – É como se chama aquele que, em uma emergência perigosa, pensa com as pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dívida&lt;/strong&gt; – Engenhoso substituto da cadeia e do chicote do feitor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Êxito&lt;/strong&gt; – É o único pecado imperdoável contra nossos semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fanático&lt;/strong&gt; – É como se chama aquele que, obstinada e ardorosamente, mantém uma opinião diferente da nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fidelidade&lt;/strong&gt; – Virtude que caracteriza aqueles que estão para ser traídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filosofia&lt;/strong&gt; – Caminho de muitas veredas, que conduz de nenhuma parte a lugar nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Radicalismo&lt;/strong&gt; – O conservadorismo de amanhã, injetado nos negócios de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vidente&lt;/strong&gt; – Pessoa –geralmente mulher-, que tem a capacidade de ver o que parece invisível para seu cliente: ou seja, que ele é um idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Voto&lt;/strong&gt; – Instrumento e símbolo da vontade do homem livre de fazer de si mesmo um tolo e de seu país uma ruína.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Serviço&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O "Dicionário do diabo" pode ser encontrado na íntegra, em espanhol, em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ciudadseva.com/textos/otros/dicdia01.htm"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Ciudad Seva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-5271514645531478725?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/5271514645531478725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=5271514645531478725' title='67 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5271514645531478725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5271514645531478725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/dicionrio-do-diabo.html' title='Dicionário do diabo'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rl1nY7QAg2I/AAAAAAAAADY/UWogi1D9QDM/s72-c/diabo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>67</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-1167049943905693861</id><published>2007-05-27T10:06:00.000-03:00</published><updated>2007-05-30T02:02:23.983-03:00</updated><title type='text'>Da música e músicos</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=X43r2W_uM9g"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069252282177061650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlmaF7QAgxI/AAAAAAAAACw/rmPizzkMhfg/s200/The+Police.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Pop-rock &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mês de junho promete ser de festa para os amantes do pop e rock and roll, com a volta do The Police aos palcos. Já está tudo certo para que Sting, Stewart Copeland e Andy Summers se apresentem na Inglaterra, com sucessos como 'Message in a Bottle', 'Every Breath you Take' e 'Sincronicity II'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final dos anos 70 e primeira metade dos 80, o grupo revolucionou o pop-rock, recriando o reggae (também chamado de ‘reggae branco’), influenciando bandas e músicas por todos o mundo –caso do Brasil, onde o Paralamas do Sucesso surgiu sob sua influência. Durante as décadas seguintes, os músicos do The Police investiram em carreiras solo –com Sting e Andy Summers voltando-se ao jazz- e a causas ambientais e políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra banda que tem data marcada para reunir-se outra vez é o Gênesis, embora sem seu líder mais carismático, Peter Gabriel. O Gênesis começará sua turnê pela Europa a partir de 11 de junho, com a presença de Phil Colllins, Peter Rutherford e Tony Banks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clássico inventivo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o grupo mineiro Uakti, que já está na ‘estrada’ desde 1981, continua fazendo sucesso nos meios da música clássica e experimental. Para executar composições de Mozart, Villa-Lobos, Mussorgsky e Ravel, dentre outros, o Uakti cria seus próprios instrumentos, realizando verdadeiras performances durante suas apresentações. Para quem gosta de música clássica-erudita, vale conferir o CD “Clássicos”. Para quem prefere temas brasileiros, recomenda-se “Mulungo do Cerrado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jazz-flamenco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior guitarrista vivo do planeta completa 60 anos em dezembro de 2007: Paco de&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2oyhlad64-s&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069252037363925762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlmZ3rQAgwI/AAAAAAAAACo/9IuMWRIX-0U/s200/Paco+de+Lucia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Lucia (nome artístico de Francisco Sánchez Gómez) entra na terceira idade com domínio pleno na arte da guitarra (violão, no Brasil)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. A ele é atribuída a fusão do flamenco com o jazz, bem como o uso de ritmos caribenhos -caso da rumba. Dentre suas composições mais famosas encontra-se “Entre dos Aguas”. Imperdível também é o disco “Friday Night in San Francisco”, um verdadeiro êxtase musical que reuniu Paco de Lucia, Al di Meola e John Maclaughlin na década de 80. O CD pode ser encontrado sem dificuldades no Brasil, e é possivelmente a melhor apresentação já feita ao vivo de três virtuoses do jazz-fusion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Websites&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uakti - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.uakti.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.uakti.com.br/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Paco de Lucia - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pacodelucia.org/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.pacodelucia.org/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Videos relacionados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Police&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_UlSK4WVZ9A"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Synchronicity II&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jXq3hO82cTY&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Every Breath you Take&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uakti&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=p9OF8PETepA"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Bachianas No. 5&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Paco de Lucia&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2oyhlad64-s&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Entre dos Aguas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-1167049943905693861?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/1167049943905693861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=1167049943905693861' title='44 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1167049943905693861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/1167049943905693861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/da-msica-e-msicos.html' title='Da música e músicos'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlmaF7QAgxI/AAAAAAAAACw/rmPizzkMhfg/s72-c/The+Police.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>44</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-8407792412971117201</id><published>2007-05-25T11:19:00.000-03:00</published><updated>2007-05-25T15:45:26.553-03:00</updated><title type='text'>Uma história sufi*</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlcHerQAgpI/AAAAAAAAABw/d-k3BlEIzHE/s1600-h/Mevlana+Jalaluddin+Rumi.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068528129216119442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlcHerQAgpI/AAAAAAAAABw/d-k3BlEIzHE/s200/Mevlana+Jalaluddin+Rumi.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Jesus e os céticos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Certo dia, Jesus, o filho de Maria, caminhava pelo deserto próximo de Jerusalém com um grupo de pessoas nas quais a cobiça ainda estava muito arraigada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Rogaram a Jesus que lhes revelasse o Nome Secreto com o qual ele revivia os mortos. E ele respondeu:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Se lhes disser, abusarão dele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Estamos prontos e preparados para receber tal conhecimento. Além do mais, irá reforçar nossa fé- foi a resposta dos que acompanhavam Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Não sabem o que estão pedindo - replicou Jesus. Mesmo assim, lhes disse qual era a Palavra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pouco depois, aquelas pessoas seguiam por um lugar deserto quando se depararam com um monte de ossos descarnados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-Testemos a Palavra -disseram uns aos outros. E assim fizeram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mal a palavra foi pronunciada, os ossos se recobriram de carne e se transformaram novamente numa voraz besta selvagem que os destroçou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os que forem dotados de razão compreenderão. Aqueles que a possuem em dose reduzida, poderão, mesmo assim, instruir-se por meio deste relato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;*Jesus e os céticos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Esta narrativa não é de origem cristã, mas islâmica, religião na qual Jesus -que também é conhecido como Issa- é considerado o Verbo Divino e um profeta (mas não filho de Deus). Foi extraída do "Masnavi", obra máxima do grande poeta e santo Jalaludin Rumi, maior escritor em língua persa de todos os tempos. O objetivo de tais contos, dentro da tradição sufi, é atuar na consciência mais profunda de seus leitores ou ouvintes, servindo para quebrar paradigmas e conduzir ao despertar. Ainda segundo esta mesma tradição, cada narrativa é entendida ou interpretada de acordo com o nível em que a pessoa que a lê ou ouve está. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Sufismo é o misticismo ou esoterismo islâmico. A base de seus ensinamentos está no zikr (lembrança contínua de Deus) e no desapego às coisas do mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para melhor conhecimento do que é sufismo, pode-se recomendar as seguintes obras -todas em português, com edições atuais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;"Iniciação ao Islã e Sufismo" - de Matheus Soares de Azevedo, editora Nova Era&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;"Mística Islâmica" - por Matheus Soares de Azevedo, editora Vozes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;"Alquimia da Felicidade" - por Al-Gazhalli, editora Sagra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Sites&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Em português: &lt;a href="http://www.jerrahi.org.br"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;www.jerrahi.org.br&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.sufismo.org.br"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.sufismo.org.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Em inglês: &lt;a href="http://www.jerrahi.org.br"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;www.jerrahi.org.br&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Videos relacionados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sgyjBaJ9Xnc"&gt;&lt;strong&gt;Cerimônia sufi (zikr) Ordem Halveti Jerrahi&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_cnmbygrhtI&amp;mode=related&amp;amp;search=72"&gt;Cerimônia sufi na Chechênia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-8407792412971117201?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/8407792412971117201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=8407792412971117201' title='45 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8407792412971117201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/8407792412971117201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/uma-histria-sufi.html' title='Uma história sufi*'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlcHerQAgpI/AAAAAAAAABw/d-k3BlEIzHE/s72-c/Mevlana+Jalaluddin+Rumi.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>45</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-7163996201071000155</id><published>2007-05-23T22:28:00.000-03:00</published><updated>2007-05-23T23:35:19.952-03:00</updated><title type='text'>Um balanço de 20 anos de Desenvolvimento Sustentável</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlT02LQAgoI/AAAAAAAAABo/utGM69g9TNs/s1600-h/Planeta+TerraA.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067944692268696194" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlT02LQAgoI/AAAAAAAAABo/utGM69g9TNs/s200/Planeta+TerraA.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como estava o planeta há 20 anos, quanto a meio ambiente e desenvolvimento econômico? Foi para descobrir como andava a relação entre ser humano e a Natureza que a ONU, através de sua Comissão Mundial sobre Meio Ambiente, encomendou em 1987 o relatório “Nosso Futuro Comum”, hoje mais conhecido como Informe Bruntland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório é considerado um marco das ações humanas na área por propor políticas globais para o meio ambiente, assim como por definir o conceito de desenvolvimento sustentável: “Desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações em satisfazer suas próprias necessidades.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três áreas-chave foram então identificadas como fundamentais para o desenvolvimento sustentável:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Crescimento econômico, visando integrar todas as nações;&lt;br /&gt;b) Preservação do meio ambiente, de forma a atender as necessidades atuais, reduzir o consumo de matérias-primas, estancar as fontes de poluição e garantir um habitat natural para as gerações futuras;&lt;br /&gt;c) Desenvolvimento social, com respeito à diversidade cultural, religiosa, racial e respectivos direitos de todos os povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje, como está a Terra? O Informe Bruntland definiu uma estratégia de ‘ataque’ a alguns pontos que deveriam ser trabalhados de forma a se atingir o desenvolvimento sustentável. Eles podem ser vistos na sequência, com os respectivos resultados nos dias atuais (em itálico):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Limitação do crescimento populacional – &lt;em&gt;nos países desenvolvidos, o crescimento populacional estancou, mas na África e América do Sul, não há mostras de declínio&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garantia de recursos básicos (água, alimentos, energia) a longo prazo – &lt;em&gt;cerca de 1 bilhão de pessoas vivem hoje sem água potável, e a expectativa é que até 2025, mais 1 bilhão de pessoas se somem a estas; nunca se consumiu tanta energia e não há expectativa com relação a sua queda, uma vez que a globalização só aumentou o ritmo mundial de produção e consumo&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ppreservação da biodiversidade e dos ecossistemas –&lt;em&gt;todos os ecossistemas planetários se encontram ameaçados de extinção ou por algum tipo de devastação, sejam florestas (como as tropicais) e ambientes marinhos&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diminuição do consumo energético e desenvolvimento de tecnologias com uso de fontes energéticas renováveis – &lt;em&gt;não houve redução no consumo de energia; ao contrário, ela cresce vertiginosamente em todo o planeta, para atender países como China, Índia, Rússia e EUA. A boa notícia é que o mundo dispõe de novas tecnologias para produção de energia de forma localizada e em escala, como biocombustíveis, energias solar e eólica, biomassa e hidrogênio. Falta, no entanto, o ‘start’ em um planejamento global para seu uso&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumento da produção industrial nos países não-industrializados com base em tecnologias ecologicamente adaptadas – &lt;em&gt;Desde 1994, com a criação das Normas ISO 14001, as empresas européias –e muitas brasileiras- vêm procurando adequar-se a práticas menos agressivas e ordenadas de produção em relação ao meio ambiente. Mas ainda há muito a fazer&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle da urbanização desordenada e integração entre campo e cidades menores – &lt;em&gt;Pouco se fez neste sentido. A tendência migratória persiste e um novo informe da ONU dá como certo que, até 2025, 85% da população mundial deva concentrar-se em grandes cidades&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atendimento das necessidades básicas (saúde, escola, moradia) – &lt;em&gt;Os países desenvolvidos já atendem este quesito, mas na quase totalidade das nações em desenvolvimento, os déficits persistem nestas áreas&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoção da estratégia de desenvolvimento sustentável pelas organizações de desenvolvimento (órgãos e instituições internacionais de financiamento) – &lt;em&gt;Organismos como Banco Mundial e FMI foram, nestes 20 anos, pródigos em políticas incapazes de alavancar o desenvolvimento sustentável das nações mais pobres, com geração de emprego e renda. A maior novidade foi o surgimento do chamado Terceiro Setor (ONGs), que passaram a ocupar o vácuo entre o Estado e a sociedade civil&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteção dos ecossistemas supra-nacionais como a Antártica, oceanos etc., pela comunidade internacional – &lt;em&gt;Nada de efetivo foi feito neste sentido&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banimento das guerras – &lt;em&gt;Não só não aconteceu, como a maior potência do planeta desmoralizou a ONU, ao invadir sob pretexto mentiroso o Iraque, gerando ainda mais caos e horror no Oriente Médio&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implantação de um programa de desenvolvimento sustentável pela Organização das Nações Unidas (ONU) – &lt;em&gt;O programa existe, mas vem sendo tripudiado pelas grandes potências, principalmente os EUA&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados 20 anos do Informe Bruntland –e depois dos recentes relatórios sobre aquecimento global do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas)-, não há muito o que comemorar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Dicas para ajudar a salvar o mundo e preservar o meio ambiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./educacao/index.php3&amp;amp;conteudo=./educacao/textos/salvar.html"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Ambiente Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/planetanaweb/352/terra_verde_352.htm"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Greenpeace&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.idhea.com.br/mododevida.asp"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Instituto IDHEA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-7163996201071000155?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/7163996201071000155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=7163996201071000155' title='52 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/7163996201071000155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/7163996201071000155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/um-balano-de-20-anos-de-desenvolvimento.html' title='Um balanço de 20 anos de Desenvolvimento Sustentável'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlT02LQAgoI/AAAAAAAAABo/utGM69g9TNs/s72-c/Planeta+TerraA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>52</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-589852317022934533</id><published>2007-05-23T08:19:00.000-03:00</published><updated>2007-05-23T08:52:32.927-03:00</updated><title type='text'>Vegetarianismo em alta</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlQms7QAgmI/AAAAAAAAABY/JuWZP1jnUNM/s1600-h/Verduras+e+legumesA.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067718033959584354" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlQms7QAgmI/AAAAAAAAABY/JuWZP1jnUNM/s200/Verduras+e+legumesA.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Estudos recentes indicam que quanto maior o QI (quociente de inteligência) do indivíduo, maior sua propensão a tornar-se vegetariano no futuro ou na fase adulta. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, e mostrou que vegetarianos na faixa dos 30 anos haviam apresentado, em média, cinco pontos acima em seus testes de QI quando tinham 10 anos do que os não-vegetarianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas responsáveis pela pesquisa acreditam que a descoberta pode explicar porque pessoas de QI mais alto são mais saudáveis, associando a dieta vegetariana com índices baixos de obesidade e doenças cardíacas. "A descoberta de que crianças mais inteligentes têm uma tendência maior a se tornar vegetarianas no futuro, em conjunto com evidência de benefícios potenciais de uma dieta vegetariana, pode explicar porque um QI maior na infância é relacionado com um risco reduzido de doenças cardíacas na vida adulta", disse Catherine Gale, da equipe de pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, Frankie Phillips, da British Dietetic Association (Associação Dietética Britânica), questiona: "É como a história do ovo e da galinha. As pessoas viram vegetarianas porque têm QI alto ou por que são mais atentas a questões ligadas à saúde?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vegetarianismo em alta 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra pesquisa mostra que, atualmente, 4 milhões de pessoas já são vegetarianas na Inglaterra, numa população total de 49 milhões de habitantes (pouco mais de 8% do total) e que as conversões não param de crescer. Os motivos principais da adesão dos britânicos ao novo estilo de vida são: o crescimento do movimento ecológico e ambientalista no país; repulsa à crueldade contra animais (estima-se em 250 mil o número de pessoas que não usem nada derivado de produtos animais no país); causas religiosas; saúde e divulgação de pesquisas médicas favoráveis a este tipo de alimentação; doenças transmitidas pela carne (como mal da ‘vaca louca’ e gripe aviária).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vegetarianismo em alta 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De olho nos crescentes mercados vegetariano e islâmico, a rede de fast-food McDonald’s sinalizou à Vegetarian Society inglesa que deverá incluir em seu cardápio alimentos típicos de dietas vegetarianas. No continente europeu, sanduíches vegetarianos da rede já são comuns e aprovados por  militantes do vegetarianismo, como a roqueira e ‘&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=mdd0PJqslfE"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Pretender&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;’ Chrissie Hynde. O McDonald’s também anunciou, na Inglaterra, que deverá lançar uma linha de alimentos ‘halal’, produzidos de acordo com preceitos islâmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de estratégia para conquista de novos mercados, a introdução de alimentos mais saudáveis é uma ação para combater a imagem já bastante arranhada da rede, após a veiculação de filmes como “Supersize Me” (no Brasil, “A Dieta do Palhaço”), que mostra os males da junkie-food, e de campanhas como as do Greenpeace, que associa o desmatamento de 6% das florestas tropicais do planeta para formação de pastagens com vistas a alimentar o gado que será abatido e irá se transformar nos famosos hambúrgueres da cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vegetarianismo e estudos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TAPS - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.taps.org.br/Paginas/Index.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.taps.org.br/Paginas/Index.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mundo Veg - &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.vegetarianismo.com.br/sitio"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;www.vegetarianismo.com.br/sitio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Culinária vegetariana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.editorainteligente.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.editorainteligente.com.br/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em inglês&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planetveggie.com"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;www.planetveggie.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-589852317022934533?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/589852317022934533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=589852317022934533' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/589852317022934533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/589852317022934533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/vegetarianismo-em-alta.html' title='Vegetarianismo em alta'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlQms7QAgmI/AAAAAAAAABY/JuWZP1jnUNM/s72-c/Verduras+e+legumesA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-467964548656175348</id><published>2007-05-21T22:38:00.000-03:00</published><updated>2007-05-21T23:20:55.207-03:00</updated><title type='text'>Guernica, os 70 anos de um experimento macabro</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlJKeLQAgkI/AAAAAAAAABI/4L51x5I0r-0/s1600-h/Pablo+Picasso+-+Guernica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067194413021692482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlJKeLQAgkI/AAAAAAAAABI/4L51x5I0r-0/s200/Pablo+Picasso+-+Guernica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;26 de abril de 1937. Há 70 anos, uma pequena vila no interior da Espanha era bombardeada, naquele que seria o primeiro experimento de ataque ‘cirúrgico’ de uma população: Guernica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;O pequeno povoado –cujo número total de habitantes à época, bem como de mortos, ainda hoje é controverso- foi usado pela &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=EFB8fGLjsMc"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;aviação nazista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que apoiava o levante do general Francisco Franco contra a República espanhola, como balão de ensaio de sua capacidade de destruição em uma área específica e ‘controlada’. O número de mortos ao longo dos anos chegou a ser subestimado em 400 pelos fascistas-franquistas e superestimado em 15 mil pelos republicanos. Sabe-se, atualmente, que girou em torno de 2,5 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser palco da primeira demonstração das forças de Hitler, Guernica foi imortalizada pelo quadro homônimo de Pablo Picasso. Passados 70 anos, contudo, a “lição” do bombardeio cirúrgico nazi-franquista permanece e é cada vez mais posta em prática pelas grandes potências ou nações altamente militarizadas, que afirmam que, com isso, “evitam maiores danos à população civil”. O video a seguir, batizado na Internet de ‘&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y_Fm0ALx0Do&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Guernica dos anos 2000’&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, com fundo musical do grupo "Cramberries", mostra claramente que não há luta ‘limpa’ quando se trata de guerra.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-467964548656175348?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/467964548656175348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=467964548656175348' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/467964548656175348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/467964548656175348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/guernica-os-70-anos-de-um-experimento.html' title='Guernica, os 70 anos de um experimento macabro'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/RlJKeLQAgkI/AAAAAAAAABI/4L51x5I0r-0/s72-c/Pablo+Picasso+-+Guernica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-5974950796512928668</id><published>2007-05-19T23:14:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T00:55:56.413-03:00</updated><title type='text'>A inteligência a serviço do mal: o caso da cineasta Leni Riefenstahl</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rk-1MrQAghI/AAAAAAAAAAw/ExCoQVDFHKE/s1600-h/Leni_Riefenstahl.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066467335188021778" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rk-1MrQAghI/AAAAAAAAAAw/ExCoQVDFHKE/s200/Leni_Riefenstahl.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É costume acreditar que a lucidez e o conhecimento que caracterizam grande parte dos intelectuais sejam sinônimos de adesão automática a causas justas e ao bem, certo? Errado. Se na 2ª Grande Guerra a maior parte dos artistas enfileirou-se na luta contra o nazismo e o fascismo, é igualmente verdade que no campo oposto também houve grandes personalidades no mundo da cultura, como os escritores franceses Drieu La Rochelle e Louis Ferdinand-Celine; o poeta ítalo-americano Ezra Pound; o franquista –e Nobel de Literatura nos anos 90- Camilo José Cela e a cineasta maior da Alemanha nazista, Leni Riefenstahl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora das obras máximas do cinema nazista, o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=58N73cAF97Y&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;“Triunfo da Vontade”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; e “Olympia”, Riefenstahl, que morreu em 2003, aos 101 anos, é tema do livro "Leni: The Life and Work of Leni Riefenstahl" (Leni: A vida e a obra de Leni Riefenstahl), de Steven Bach (Alfred A. Knopf: 386 pp), lançado recentemente nos EUA. A obra é uma biografia crítica da cineasta, que ajudou a criar o mito da simetria e ‘superioridade’ ariana, sendo admirada dentro e fora da Alemanha, mesmo no pós-guerra. Embora houvesse trabalhado para os nazistas, Riefenstahl escapou de Nuremberg e de outros tribunais de acusação, segundo o autor, por jamais ter se afiliado ao Partido Nazista e também por ter usado seus atributos de mulher belíssima para obter favores que garantiram sua liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Leni Riefenstahl contava com mais de 80 anos, a escritora norte-americana Susan Sontag apontou, num artigo intitulado “Fascismo Fascinante”, o verdadeiro objeto do culto da cineasta: corpos perfeitos, como que esculpidos, que estivessem acima de eventuais ‘imperfeições’ da Natureza. Sontag desmascarava o esteticismo de Riefenstahl e deixava à mostra a filosofia nazista oculta atrás da arrogante busca da perfeição, o que pode ser apreciado num trecho de "Triunfo da Vontade": milhares de jovens geometricamente dispostos, atentos ao discurso de seus líderes. Entra Adolf Hitler, orgulhoso pela multidão de olhares sobre si. Riefenstahl exibe os rostos dos adolescentes tantalizados pela fala do ditador, numa verdadeira aula prática de como a inteligência pode ficar a serviço do mal e de como o mal também pode tornar-se ‘belo e atraente’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande cineasta e humanista Charles Chaplin, criador de “Carlitos” –personagem que em tudo representava o oposto do ideal perseguido por Riefenstahl-, conhecia o trabalho da talentosa alemã desde “Blue Light” (de 1932). Ele teria estudado os filmes da cineasta antes de dar vida às personagens &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=C4nV7qTJlOI"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Hinkel&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; e ao barbeiro judeu, sósia com quem o déspota inspirado em Hitler é confundido em "O Grande Ditador". A antológica &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QcvjoWOwnn4&amp;mode=related&amp;amp;search="&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;cena do discurso final &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(com tradução na íntegra em português, &lt;a href="http://liberdadedeexpresso.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;em texto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;) pode ser assistida no vídeo em anexo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-5974950796512928668?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/5974950796512928668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=5974950796512928668' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5974950796512928668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/5974950796512928668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/inteligncia-servio-do-mal-o-caso-da.html' title='A inteligência a serviço do mal: o caso da cineasta Leni Riefenstahl'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rk-1MrQAghI/AAAAAAAAAAw/ExCoQVDFHKE/s72-c/Leni_Riefenstahl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-6983866628586772546</id><published>2007-05-18T13:35:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T00:28:15.378-03:00</updated><title type='text'>Ex-presidente Bill Clinton lança plano para incentivar reformas ecológicas</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rk_AOLQAgiI/AAAAAAAAAA4/_MfSa9x-sCw/s1600-h/FÃ¡brica+sustentÃ¡vel+na+Alemanha1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066479455585731106" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rk_AOLQAgiI/AAAAAAAAAA4/_MfSa9x-sCw/s200/F%C3%A1brica+sustent%C3%A1vel+na+Alemanha1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O ex-presidente norte-americano Bill Clinton acaba de lançar um plano para incentivar a construção de edifícios sustentáveis e estimular o chamado mercado ‘verde’. A iniciativa, que pretende contribuir na luta contra o aquecimento global, é da fundação que leva o nome do ex-mandatário americano e conta com o respaldo de cinco grandes bancos internacionais, quatro grantes multinacionais e uma equipe de especialistas em reformas (‘retrofits’) ecológicas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O plano propõe que cada banco empreste US$ 1 bilhão para cidades e construtores, que se incumbirão de destinar as verbas para os setores que mais consomem energia nas edificações: sistemas de aquecimento, resfriamento e iluminação. O plano prevê, ainda, que o dinheiro concedido para as reformas seja futuramente pago com a economia no consumo de energia. Segundo Clinton, "as empresas, bancos e cidades em parceria com a minha fundação (...) economizarão dinheiro, farão dinheiro, criarão empregos e ajudarão a produzir um impacto coletivo sobre as mudanças climáticas." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Links relacionados a construções sustentáveis ou ‘verdes’:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.idhea.com.br"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;www.idhea.com.br&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;ec.europa.eu/environment/urban/pdf/locsm-es.pdf&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gabeira.com.br/cidadesustentavel"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;www.gabeira.com.br/cidadesustentavel&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aia.org/liv_sdat"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;www.aia.org/liv_sdat&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-6983866628586772546?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/6983866628586772546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=6983866628586772546' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/6983866628586772546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/6983866628586772546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/ex-presidente-bill-clinton-lana-plano.html' title='Ex-presidente Bill Clinton lança plano para incentivar reformas ecológicas'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Yu0vY3KhObg/Rk_AOLQAgiI/AAAAAAAAAA4/_MfSa9x-sCw/s72-c/F%C3%A1brica+sustent%C3%A1vel+na+Alemanha1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-847619170264222839</id><published>2007-05-17T12:30:00.000-03:00</published><updated>2007-06-09T11:07:26.184-03:00</updated><title type='text'>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA - No. O</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Este é o blog &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Liberdade de Expressão e Cultura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, criado e coordenado pela comunidade &lt;strong&gt;Liberdade e Cultura&lt;/strong&gt;, no endereço &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33267065"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33267065&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A proposta do blog é ser um canal para difusão de idéias, interação virtual e troca de informações sobre temas diversos como: Mundo, Política Internacional, Brasil, Ciência, Meio Ambiente, Cultura, Religião e Espiritualidade, dentre outros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Normas do blog&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É incentivada e permitida a livre exposição de idéias, sem restrições, em todas as áreas do conhecimento e da experiência humana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pede-se aos comentaristas que abordem o post (tema proposto) corrente, para, só então, passarem a outros assuntos dentro do mesmo espaço;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pede-se que todos os membros sejam pró-ativos, polêmicos, que sugiram temas para os moderadores do blog, sempre dentro dos princípios de respeito e dignidade à pessoa humana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não haverá restrições ao livre trânsito de idéias, mesmo quando as mesmas forem discordantes e confrontantes entre si;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não serão permitidas ofensas pessoais na forma de insultos, palavrões e xingamentos diversos;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Não serão permitidas demonstrações de racismo, defesa ou proselitismo de ideologias, ofensas a religiões ou símbolos religiosos, defesa do genocídio, incitação ao crime ou à violência, apologias ao uso de drogas, pornografia e situações que firam a Lei e Constituição vigentes;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Deixe aqui sua opinião sobre o blog Liberdade de Expressão e o que espera deste espaço&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-847619170264222839?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/847619170264222839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=847619170264222839' title='48 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/847619170264222839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/847619170264222839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/liberdade-de-expresso-no-0_17.html' title='LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA - No. O'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>48</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3178580529118337647.post-883559401501358966</id><published>2007-05-17T11:28:00.000-03:00</published><updated>2007-05-19T08:15:55.608-03:00</updated><title type='text'>Mais de 90 anos depois, genocídio armênio não tem repercussão igual à do Holocausto judeu</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No fim de abril último, cumpriu-se mais um aniversário do primeiro genocídio do século 20: o dos armênios pelos turcos, a mando de Talaat Paxá, então ministro do Interior da Turquia. Segundo historiadores, no intervalo entre 1915 a 1920, foram mortos cerca de 1,5 milhão de armênios, vítimas do governo turco, que empregou como método de extermínio deportações, torturas, massacres e o envio forçado de grande parte do povo para o deserto, indo da Anatólia à Síria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirma-se que o próprio Adolf Hitler teria se “inspirado” no massacre armênio para preparar terreno para o segundo grande genocídio do século passado: o dos judeus. O ditador alemão teria, inclusive, cunhado uma frase histórica a respeito: ”Quem ainda se lembra dos Armênios?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda hoje, a lista de países que reconhecem o genocídio armênio é pequena e inclui apenas Argentina, Armênia, Austria, Bélgica, Canadá, Chipre, Eslováquia, França, Grécia, Itália, Líbano, Lituânia, Holanda, Polônia, Rússia, Suécia, Suíça, Uruguai, Vaticano e Venezuela. Países como Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Israel –nação que reúne pessoas que escaparam à sanha nazista, bem como seus descendentes diretos- ainda não reconhecem o massacre das forças turcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1987, o parlamento europeu adotou resolução na qual coloca como pré-condição para entrada da Turquia na União Européia o reconhecimento do genocídio armênio, o que já foi endossado pelo recém-eleito presidente da França, Nicolas Sarkozy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores afirmam, inclusive, que o número de armênios mortos equivale ao de judeus assassinados pelos nazistas -1,5 milhão, segundo o historiador judeu Norman Finkelstein, em seu livro “A Indústria do Holocausto”-, na Segunda Guerra Mundial. No entanto, enquanto na Europa e EUA negacionistas do Holocausto são processados e condenados à prisão e qualquer debate sobre um eventual revisionismo do número de mortos no Holocausto é deplorado publicamente, ainda não existem o reconhecimento e condenação da Comunidade das Nações à tentativa de extermínio do povo armênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site da entidade argentina Genocídio Armênio, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.genocidioarmenio.org/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.genocidioarmenio.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, do qual é integrante o grande cineasta canadense de origem armênia Atom Egoyan, acusa Estados Unidos, Israel, Inglaterra e Turquia, de, em nome de seus interesses, boicotarem deliberadamente os esforços da comunidade armênia pelo reconhecimento desta que foi a primeira tentativa de genocídio do século 20.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3178580529118337647-883559401501358966?l=lexpressao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lexpressao.blogspot.com/feeds/883559401501358966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3178580529118337647&amp;postID=883559401501358966' title='91 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/883559401501358966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3178580529118337647/posts/default/883559401501358966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lexpressao.blogspot.com/2007/05/mais-de-90-anos-depois-genocdio-armnio.html' title='Mais de 90 anos depois, genocídio armênio não tem repercussão igual à do Holocausto judeu'/><author><name>LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CULTURA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18415951798328792196</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>91</thr:total></entry></feed>
